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Dafra Apache RTR 150 2010–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 67 peças com página própria para a Apache RTR 150 fabricada de 2010 a 2015. Geração única no período (carburada).

  • Street
  • 148 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Dafra Apache RTR 150
Imagem ilustrativa.

Lojas e oficinas para a Dafra Apache RTR 150

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Peças da Apache RTR 150 2010–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Dafra Apache RTR 150 2010–2015

Esta é a ficha da Dafra Apache RTR 150 vendida nos anos-modelo de 2010 a 2015: uma street de 148 cc. Geração única no período (carburada).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Apache RTR 150 desta geração custa entre R$ 4.796 e R$ 5.903, conforme o ano.

O que cada número da ficha da Dafra Apache RTR 150 2010–2015 quer dizer

  • Potência: 14 cv a 8.000 rpm
  • Torque: 1,27 kgf.m (rotação divergente nas fontes: 5.000 ou 6.000 rpm)
  • Tanque: 16 litros (reserva de 2,5 L)
  • Altura do banco: 790 mm
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Apache RTR 150 2010–2015 significa na prática.

  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz toda a diferença.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e acaba com coroa e pinhão.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.

Cidade, estrada e garupa com a Apache RTR 150

A street brilha onde a maioria das pessoas mais roda: casa, trabalho, faculdade, entregas. Posição neutra, comandos leves e motor sem surpresas deixam a pilotagem fácil para iniciantes e descansada para quem passa o dia em cima da moto. O banco tem espaço para o garupa, e um bagageiro transforma a Apache RTR 150 em moto de carga leve.

Os limites aparecem fora desse cenário. Em viagem longa, falta proteção contra o vento e sobra vibração em giro alto. No piso de terra ou cheio de buraco, a suspensão de curso curto bate mais cedo. Para o uso urbano e rodoviário curto, porém, poucas motos entregam tanto com tão pouca manutenção.

O que revisar na Dafra Apache RTR 150 2010–2015 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Apache RTR 150 2010–2015, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, freando com suavidade nos primeiros dias.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
  • Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e gasolina pingando.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.

A Apache RTR 150 2010–2015 ano a ano

Valor de cada ano da Apache RTR 150 2010–2015 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 19% menos que o mais novo na tabela.

Sinais que a Dafra Apache RTR 150 dá antes de um problema

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Apache RTR 150.

  • Corrente: barulho e folga. Preste atenção a ruídos vindos da traseira: estalos ritmados, batidas e chiado contínuo quase sempre são da corrente. Uma folga fora do especificado dá trancos na troca de marcha e pode fazer a corrente sair da coroa. Ajuste e lubrifique conforme o manual e troque o kit inteiro quando estiver gasto.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só condensação, e é normal.

O que vale instalar na Dafra Apache RTR 150

Antes de encher a Dafra Apache RTR 150 de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para vários aparelhos.
  • Suporte de celular. Para quem faz entregas ou usa navegação, o suporte de celular é quase obrigatório. Escolha um firme, que não balance, e com sistema que absorva vibração, porque ela pode estragar a câmera do aparelho. Instale de modo que não atrapalhe o giro do guidão nem cubra o painel, e não mexa no celular em movimento.
  • Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.
  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.

Perguntas frequentes

Qual o valor da Apache RTR 150 2010–2015 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 5.903, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual a potência da Apache RTR 150 2010–2015?

Segundo o fabricante, 14 cv a 8.000 rpm.

A Apache RTR 150 2010–2015 é alta?

A altura do banco é de 790 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Quantos litros tem o tanque da Apache RTR 150 2010–2015?

O tanque da Apache RTR 150 desses anos comporta 16 litros (reserva de 2,5 L).

Posso usar qualquer óleo na moto?

Use o óleo com a viscosidade e a especificação indicadas no manual do proprietário, próprio para motos. Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica câmbio e embreagem, e óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Troque no intervalo do manual e não misture produtos de especificações diferentes.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.

Qual a autonomia da Apache RTR 150?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada148 cc
CombustívelGasolina
Potência14 cv a 8.000 rpm
Torque1,27 kgf.m (rotação divergente nas fontes: 5.000 ou 6.000 rpm)
Tanque16 litros (reserva de 2,5 L)
Altura do banco790 mm
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Suspensão traseiraDois amortecedores
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da Apache RTR 150 por ano

Ano-modeloPreço médio
Apache RTR 150 2015R$ 5.903
Apache RTR 150 2014R$ 5.759
Apache RTR 150 2013R$ 5.408
Apache RTR 150 2012R$ 5.276
Apache RTR 150 2011R$ 5.147
Apache RTR 150 2010R$ 4.796

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 861009-6. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.