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Dayang DY150-12 2008–2009

Ficha técnica, preço FIPE e as 62 peças com página própria para a DY150-12 fabricada de 2008 a 2009.

  • Street
  • 150 cc
  • Gasolina
  • Carburador

Lojas e oficinas para a Dayang DY150-12

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Peças da DY150-12 2008–2009

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a DY150-12 2008–2009

Esta é a ficha da Dayang DY150-12 vendida nos anos-modelo de 2008 a 2009: uma street de 150 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 3.029 (2008) a R$ 3.114 (2009).

O que cada número da ficha da Dayang DY150-12 2008–2009 quer dizer

  • Câmbio: manual
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Entender a ficha da Dayang DY150-12 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Suspensão traseira bichoque. Bichoque são os dois amortecedores traseiros, um de cada lado da roda. É uma solução simples, robusta e barata de manter, muito usada em motos de entrada, cubs e custom. Costuma ter curso menor que a monoamortecida e ser mais firme em buraco, mas aguenta bem peso. Muitos modelos oferecem regulagem de mola em posições, útil para garupa.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo ligado sem andar.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz toda a diferença.
  • Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com o último litro.
  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.

Como a DY150-12 se comporta no uso

No dia a dia, uma street como a DY150-12 é feita para o trânsito: leve, estreita e com guidão alto, passa entre os carros sem esforço e estaciona em qualquer canto. O motor trabalha tranquilo em giro médio, o que ajuda no anda e para e na economia. Com garupa, segue firme na cidade, embora sinta a subida e peça uma marcha a menos.

Na estrada, roda bem em ritmo moderado, mas o vento no peito cansa depois de algumas horas e ultrapassagens pedem planejamento. Em rua esburacada, a suspensão simples aguenta, sem muito conforto. É uma moto de trabalho por natureza: entrega, deslocamento diário e serviço de rua são o terreno dela.

Plano de manutenção da DY150-12, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a DY150-12 2008–2009, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e cheiro forte de combustível.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Lonas do freio traseiro. Pedal muito baixo, freio fraco ou chiado indicam lona gasta ou desregulada. Ajuste a folga do pedal pela porca na ponta da haste, sem deixar o freio prendendo a roda. Na revisão do manual, a oficina abre o tambor, limpa o pó das lonas e confere o came. Água e lama aceleram o desgaste.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.

A DY150-12 2008–2009 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 3%.

O que vigiar na DY150-12 no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a DY150-12 2008–2009 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando de lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
  • Vazamentos e manchas no chão. Coloque um papelão embaixo da moto durante a noite se suspeitar de vazamento. De manhã, a posição e a cor da mancha mostram a origem. Retentor da bengala, junta de tampa, bujão do cárter e mangueiras são os pontos mais comuns. Fluido de freio vazando é grave e pede atenção antes de rodar.
  • Luzes, setas e buzina. Ser visto é metade da segurança. Uma checagem de luzes leva poucos segundos: acenda farol, teste setas, peça para alguém olhar a luz de freio ou use o reflexo de uma parede. Buzina fraca e luz oscilando ao acelerar podem indicar bateria cansada ou mau contato no sistema elétrico.

Acessórios para a DY150-12 2008–2009: o que ajuda de verdade

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a DY150-12, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para vários aparelhos.
  • Protetor de motor e de carenagem. Tombo parado acontece com todo mundo, e o protetor faz a diferença entre um susto e uma conta grande. Ele segura o peso da moto no chão e preserva peças caras de substituir. Em motos de estrada, alguns modelos permitem prender faróis auxiliares. Evite peças genéricas que exigem furar ou adaptar o quadro.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.

Perguntas frequentes

Qual o valor da DY150-12 2008–2009 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 3.114, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Por que a moto rende menos que a potência anunciada?

O número de catálogo vem do motor, medido na bancada. Até chegar ao chão, parte da força se perde no câmbio, na transmissão final e no pneu, e o resultado na roda fica abaixo do anunciado. Essa diferença é esperada e não indica defeito. Compare sempre medidas feitas do mesmo jeito.

Pneu mais largo melhora a moto?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Pessoa baixa consegue pilotar a DY150-12?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada150 cc
CombustívelGasolina
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da DY150-12 por ano

Ano-modeloPreço médio
DY150-12 2009R$ 3.114
DY150-12 2008R$ 3.029

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 857003-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.