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Dayang DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 62 peças com página própria para a DY150-58 Eagle/Copa fabricada de 2013 a 2015.

  • Street
  • 150 cc
  • Gasolina
  • Carburador

Lojas e oficinas para a Dayang DY150-58 Eagle/Copa

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Dayang DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Dayang DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015

Entre 2013 e 2015, a DY150-58 Eagle/Copa manteve a mesma base técnica: uma street de 150 cc.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma DY150-58 Eagle/Copa desta geração custa entre R$ 3.430 e R$ 4.096, conforme o ano.

Ficha da DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015: o que os dados mudam na prática

  • Câmbio: manual
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da DY150-58 Eagle/Copa e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da DY150-58 Eagle/Copa, e isso muda o kit de emergência.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. Sem radiador de água, o motor depende do fluxo de ar e, no sistema ar/óleo, também do óleo circulando por um pequeno radiador. Menos peças, menos peso e menos manutenção. O lado fraco aparece em congestionamento longo em dia quente: a temperatura sobe, o motor fica mais áspero e o óleo trabalha no limite. Óleo no nível certo é ainda mais importante aqui.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que dobram menos as pernas.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Freio a tambor. O tambor usa lonas que se abrem por dentro de uma peça redonda presa à roda. É simples, barato de manter e dura bastante, por isso é comum no freio traseiro das motos de entrada e, em algumas, também na frente. Em troca, freia com menos força, esquenta mais em descida longa e perde eficiência por um tempo depois de passar por alagamento.

Como a DY150-58 Eagle/Copa se comporta no uso

A street brilha onde a maioria das pessoas mais roda: casa, trabalho, faculdade, entregas. Posição neutra, comandos leves e motor sem surpresas deixam a pilotagem fácil para iniciantes e descansada para quem passa o dia em cima da moto. O banco tem espaço para o garupa, e um bagageiro transforma a DY150-58 Eagle/Copa em moto de carga leve.

Os limites aparecem fora desse cenário. Em viagem longa, falta proteção contra o vento e sobra vibração em giro alto. No piso de terra ou cheio de buraco, a suspensão de curso curto bate mais cedo. Para o uso urbano e rodoviário curto, porém, poucas motos entregam tanto com tão pouca manutenção.

Manutenção da DY150-58 Eagle/Copa: o que cada sistema pede

Manter a DY150-58 Eagle/Copa em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga conta muito sobre a carburação e o estado do motor.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 16% menos que o mais novo na tabela.

Checagem rápida e avisos da DY150-58 Eagle/Copa: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Dayang DY150-58 Eagle/Copa. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Vazamentos e manchas no chão. Coloque um papelão embaixo da moto durante a noite se suspeitar de vazamento. De manhã, a posição e a cor da mancha mostram a origem. Retentor da bengala, junta de tampa, bujão do cárter e mangueiras são os pontos mais comuns. Fluido de freio vazando é grave e pede atenção antes de rodar.
  • Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
  • Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.

Acessórios para a DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
  • Cavalete central. O cavalete central deixa a moto em pé e reta, com a roda traseira fora do chão. Facilita lubrificar e ajustar a corrente, calibrar, conferir o nível do óleo e estacionar em espaço apertado. Também é mais estável que o lateral em chão de terra. Peça um feito para o modelo e aprenda a técnica de subir, que pede jeito e não força.
  • Equipamento do piloto. Jaqueta com proteções, luvas, calça resistente e calçado que cubra o tornozelo fazem enorme diferença numa queda, até em velocidade baixa. Escolha peças próprias para moto, com proteção nos cotovelos, ombros e joelhos. No calor, há jaquetas ventiladas; na chuva, uma capa impermeável por cima faz o serviço. Equipamento bom é o que você usa todo dia.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma DY150-58 Eagle/Copa 2013–2015?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 4.096, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual a diferença entre peso seco e peso em ordem de marcha?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

Quanto peso a DY150-58 Eagle/Copa pode levar?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Posso usar pneu de medida diferente na DY150-58 Eagle/Copa?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Ficha técnica

Medidas e especificações
Cilindrada150 cc
CombustívelGasolina
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Preço FIPE da DY150-58 Eagle/Copa por ano

Ano-modeloPreço médio
DY150-58 Eagle/Copa 2015R$ 4.096
DY150-58 Eagle/Copa 2014R$ 3.927
DY150-58 Eagle/Copa 2013R$ 3.430

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 857010-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.