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Honda CG 125 Cargo ESD 2014–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 69 peças com página própria para a CG 125 Cargo ESD fabricada de 2014 a 2015. 8ª geração (quadro novo, painel digital).

  • Street
  • 125 cc
  • Gasolina
  • Carburador

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 4Ah (DTZ5) conferido
Vela de ignição NGK CPR8EA-9 (opcional CPR9EA-9) conferido
Relação (kit) passo 428 referência
Óleo do motor SAE 10W-30 API SJ JASO MA | 1,0 L na troca; 1,2 L após desmontagem conferido
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda CG 125 Cargo ESD

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Peças da CG 125 Cargo ESD 2014–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Na CG 125, em todas as versões e anos: eliminador de rabeta, tanque de combustível.

Que moto é a CG 125 Cargo ESD 2014–2015

Esta é a ficha da Honda CG 125 Cargo ESD vendida nos anos-modelo de 2014 a 2015: uma street de 125 cc. 8ª geração (quadro novo, painel digital).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 9.621 (2014) a R$ 10.577 (2015).

Como ler a ficha técnica da CG 125 Cargo ESD

  • Potência: 11,6 cv a 8.250 rpm
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da CG 125 Cargo ESD 2014–2015 significa na prática.

  • Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e encurta a vida do kit.
  • Freio a tambor. O tambor usa lonas que se abrem por dentro de uma peça redonda presa à roda. É simples, barato de manter e dura bastante, por isso é comum no freio traseiro das motos de entrada e, em algumas, também na frente. Em troca, freia com menos força, esquenta mais em descida longa e perde eficiência por um tempo depois de atravessar água.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da CG 125 Cargo ESD, e isso muda o kit de emergência.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.

A CG 125 Cargo ESD no dia a dia

A street brilha onde a maioria das pessoas mais roda: casa, trabalho, faculdade, entregas. Posição neutra, comandos leves e motor sem surpresas deixam a pilotagem fácil para iniciantes e descansada para quem passa o dia em cima da moto. O banco tem espaço para o garupa, e um bagageiro transforma a CG 125 Cargo ESD em moto de carga leve.

Os limites aparecem fora desse cenário. Em viagem longa, falta proteção contra o vento e sobra vibração em giro alto. No piso de terra ou cheio de buraco, a suspensão de curso curto bate mais cedo. Para o uso urbano e rodoviário curto, porém, poucas motos entregam tanto com tão pouca manutenção.

Medidas das peças da CG 125 Cargo ESD 2014–2015

Referências de manutenção da CG 125 Cargo ESD 2014–2015, peça por peça:

Manutenção da CG 125 Cargo ESD: o que cada sistema pede

Manter a CG 125 Cargo ESD em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.

A CG 125 Cargo ESD 2014–2015 ano a ano

Valor de cada ano da CG 125 Cargo ESD 2014–2015 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 9%.

Checagem rápida e avisos da CG 125 Cargo ESD: o que observar

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a CG 125 Cargo ESD 2014–2015 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Fumaça no escapamento. Observe o escapamento ao ligar e ao acelerar. Uma fumaça branca rala nos primeiros minutos de um dia frio é normal. Fumaça azul persistente ou preta não é. Elas mostram que algo mudou na queima, e acompanhar o nível do óleo e a cor da vela ajuda a entender o que está acontecendo.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar lâmpada queimada do mesmo lado.
  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa imediatamente.

Acessórios que fazem sentido na CG 125 Cargo ESD

Antes de encher a Honda CG 125 Cargo ESD de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Trava de disco. Um antifurto simples e eficiente, principalmente para quem estaciona na rua. A trava de disco não deixa a moto ser empurrada e desestimula o furto rápido. Alguns modelos têm alarme sonoro. O cuidado é um só: lembrar de tirar antes de sair. Um cordão colorido preso ao manete resolve esse problema.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.
  • Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
  • Baú e bagageiro. Um bagageiro firme e um baú bem fixado transformam a CG 125 Cargo ESD em moto de carga: capacete, compras, mochila de trabalho e ferramentas viajam protegidos da chuva. Respeite o peso máximo indicado para o bagageiro e não exagere no tamanho do baú, que pega vento e muda o equilíbrio da moto. Com garupa, confira se o baú não tira espaço do banco.

Perguntas frequentes

Que óleo de motor usar na CG 125 Cargo ESD 2014–2015?

A referência é SAE 10W-30 API SJ JASO MA | 1,0 L na troca; 1,2 L após desmontagem. O intervalo de troca está no manual.

Qual a potência da CG 125 Cargo ESD 2014–2015?

Segundo o fabricante, 11,6 cv a 8.250 rpm.

Quanto custa uma CG 125 Cargo ESD 2014–2015?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 10.577, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Que bateria usa a CG 125 Cargo ESD 2014–2015?

A bateria indicada é 12V 4Ah (DTZ5).

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

A CG 125 Cargo ESD pode ferver no congestionamento?

Ele não ferve como um motor com radiador, mas a temperatura sobe bastante sem vento. O óleo passa a ser o principal aliado: nível correto e troca no prazo. Aletas sujas atrapalham. Em congestionamento muito longo, desligar a moto durante paradas grandes ajuda o motor a descansar.

A potência da ficha é medida na roda ou no motor?

O número de catálogo vem do motor, medido na bancada. Até chegar ao chão, parte da força se perde no câmbio, na transmissão final e no pneu, e o resultado na roda fica abaixo do anunciado. Essa diferença é esperada e não indica defeito. Compare sempre medidas feitas do mesmo jeito.

Ficha técnica

Características
Cilindrada125 cc
CombustívelGasolina
Potência11,6 cv a 8.250 rpm
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da CG 125 Cargo ESD por ano

Ano-modeloPreço médio
CG 125 Cargo ESD 2015R$ 10.577
CG 125 Cargo ESD 2014R$ 9.621

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811124-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.