Honda CG 150 Cargo ESD 2015
Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 150 Cargo ESD usada.
- Street
- 149 cc
- Flex
FIPE 2015
R$ 11.660
- Moto
- Honda CG 150 Cargo ESD
- Ano-modelo
- 2015
- Geração
- 2014–2015
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811123-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CG 150 Cargo ESD
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Anunciar nesta páginaCG 150 Cargo ESD 2015: o essencial
Do ano-modelo 2015, a Honda CG 150 Cargo ESD é uma street de 149 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2015 faz parte da geração vendida de 2014 a 2015. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
A CG 150 Cargo ESD 2015 na tabela FIPE
O preço médio da CG 150 Cargo ESD 2015 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 11.660. A do ano 2014 sai por R$ 10.863 (+7,3% de diferença).
Entre as 42 motos street ano 2015 com preço na FIPE, 34 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A CG 150 Cargo ESD e o jeito street de andar
Se a ideia é ter uma moto para resolver a vida, a street é o ponto de partida. Ela dispensa carenagem grande e eletrônica sofisticada: tem motor robusto, consumo baixo, banco para garupa e posição confortável no trânsito. É a escolha de quem vai rodar todo dia, de quem trabalha com a moto e de quem acabou de tirar a habilitação.
No mercado de usadas, é o tipo com mais oferta e que vende mais rápido. Em contrapartida, aparecem muitas unidades cansadas, e vale separar com calma a moto bem cuidada da que foi usada até o limite.
Outras versões da CG 150 em 2015
A CG 150 Cargo ESD não era a única CG 150 de 2015: havia mais 4 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- CG 150 Fan ESDi 2015 (R$ 13.044): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
- CG 150 Start 2015 (R$ 11.074): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
- CG 150 Titan EX 2015 (R$ 12.179): rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
- CG 150 Titan Mix ESD 2015 (R$ 11.966): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Peças e medidas da CG 150 Cargo ESD 2015
Estas são as medidas que mais se procura para a CG 150 Cargo ESD 2015. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10)
- Vela de ignição: NGK CPR8EA-9
- Pneu dianteiro: 80/100-18 M/C 47P
- Relação (kit): passo 428 | 118 elos
- Óleo do motor: SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
O que conferir antes de comprar uma CG 150 Cargo ESD 2015 usada
Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
Cuidados que acompanham uma moto 2015
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 11 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
Gasolina ou etanol na CG 150 Cargo ESD
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
Alternativas à CG 150 Cargo ESD 2015
Para comparar: motos street 2015 com valor FIPE perto do da CG 150 Cargo ESD.
- Yamaha YS 150 Fazer ED 2015 · R$ 11.595 · 149 cc
- Honda CG 125 Fan ESD 2015 · R$ 10.946 · 125 cc
- Suzuki Intruder 125 2015 · R$ 10.194 · 124 cc
- Shineray XY 250-5 2015 · R$ 9.980 · 250 cc
- Dafra Next 250 2015 · R$ 9.818 · 249 cc
- Suzuki Inazuma 250 2015 · R$ 13.584 · 248 cc
- Yamaha YS 250 Fazer 2015 · R$ 14.004 · 249 cc
- Yamaha YBR 125 Factor ED 2015 · R$ 9.010 · 124 cc
A CG 150 Cargo ESD em outros anos
A CG 150 Cargo ESD foi vendida em 3 anos-modelo, de 2013 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CG 150 Cargo ESD 2015
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| Vela de ignição | NGK CPR8EA-9 |
| Pneu dianteiro | 80/100-18 M/C 47P |
| Relação (kit) | passo 428 | 118 elos |
| Óleo do motor | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CG 150 Cargo ESD 2015
As peças desta moto são as da geração 2014–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a CG 150 Cargo ESD 2015 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 150 Cargo ESD 2015 vale R$ 11.660 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da CG 150 Cargo ESD 2015?
A referência para o motor é SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a CG 150 Cargo ESD 2015?
A CG 150 Cargo ESD 2015 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Moto que trabalhou com entrega é má compra?
Não necessariamente. Muitas motos de trabalho recebem manutenção frequente, porque moto parada significa prejuízo para o dono. O que muda é o desgaste: elas rodam muito e em ritmo pesado. Avalie com mais rigor embreagem, transmissão, freios e suspensão, peça as notas de serviço e ajuste o preço ao estado real.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.