Honda CG 150 Fan ESDi 2014
Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 150 Fan ESDi usada.
- Street
- 149 cc
- Flex
- 14,3 cv
FIPE 2014
R$ 12.725
- Moto
- Honda CG 150 Fan ESDi
- Ano-modelo
- 2014
- Geração
- 2014–2015
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811105-7. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CG 150 Fan ESDi
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Anunciar nesta páginaCG 150 Fan ESDi 2014: o essencial
A Honda CG 150 Fan ESDi 2014 é uma street de 149 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2014 faz parte da geração vendida de 2014 a 2015. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a CG 150 Fan ESDi depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol); o torque, 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol); o peso, 115 kg (seco); o tanque leva 16,1 litros (o marcador pisca com cerca de 3,1 L restantes); o banco fica a 792 mm do chão. Isso dá cerca de 8,0 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Preço FIPE da CG 150 Fan ESDi 2014
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 150 Fan ESDi 2014 vale R$ 12.725. A CG 150 Fan ESDi 2013 fica em R$ 12.006 (+6,0% de diferença); a CG 150 Fan ESDi 2015 está em R$ 13.044. Comparada com a 2015 (R$ 13.044), a moto de 2014 custa 2% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.
Na comparação com as 47 motos street 2014 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 44 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma street
Se a ideia é ter uma moto para resolver a vida, a street é o ponto de partida. Ela dispensa carenagem grande e eletrônica sofisticada: tem motor robusto, consumo baixo, banco para garupa e posição confortável no trânsito. É a escolha de quem vai rodar todo dia, de quem trabalha com a moto e de quem acabou de tirar a habilitação.
No mercado de usadas, é o tipo com mais oferta e que vende mais rápido. Em contrapartida, aparecem muitas unidades cansadas, e vale separar com calma a moto bem cuidada da que foi usada até o limite.
O que muda entre as CG 150 2014
Em 2014, a família CG 150 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- CG 150 Cargo ESD 2014 (R$ 10.863): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
- CG 150 Titan EX 2014 (R$ 11.739): rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
- CG 150 Titan Mix ESD 2014 (R$ 11.674): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Medidas de manutenção da CG 150 Fan ESDi 2014
Estas são as medidas que mais se procura para a CG 150 Fan ESDi 2014. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10)
- Vela de ignição: NGK CPR8EA-9
- Pneu dianteiro: 80/100-18 M/C 47P
- Pneu traseiro: 90/90-18 M/C 57P
- Relação (kit): passo 428 | 118 elos
- Óleo do motor: SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
Comprando uma Honda CG 150 Fan ESDi 2014 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CG 150 Fan ESDi, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
Cuidados que acompanham uma moto 2014
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2014 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 12 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
Gasolina ou etanol na CG 150 Fan ESDi
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
Alternativas à CG 150 Fan ESDi 2014
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à CG 150 Fan ESDi:
- Yamaha YS 250 Fazer 2014 · R$ 13.384 · 249 cc
- Yamaha YS 150 Fazer SED 2014 · R$ 11.416 · 149 cc
- Suzuki Inazuma 250 2014 · R$ 11.252 · 248 cc
- Honda CB 300R 2014 · R$ 14.276 · 292 cc
- Suzuki Intruder 125 2014 · R$ 9.945 · 124 cc
- Honda CG 125 Fan ESD 2014 · R$ 9.830 · 125 cc
- Shineray XY 250-5 2014 · R$ 9.736 · 250 cc
Todos os anos da CG 150 Fan ESDi
A CG 150 Fan ESDi foi vendida em 5 anos-modelo, de 2011 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CG 150 Fan ESDi 2014
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol) conferido |
| Torque | 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol) conferido |
| Peso | 115 kg (seco) conferido |
| Tanque | 16,1 litros (o marcador pisca com cerca de 3,1 L restantes) conferido |
| Altura do banco | 792 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| Vela de ignição | NGK CPR8EA-9 |
| Pneu dianteiro | 80/100-18 M/C 47P |
| Pneu traseiro | 90/90-18 M/C 57P |
| Relação (kit) | passo 428 | 118 elos |
| Óleo do motor | SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CG 150 Fan ESDi 2014
As peças desta moto são as da geração 2014–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da CG 150 Fan ESDi 2014?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 150 Fan ESDi 2014 vale R$ 12.725 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da CG 150 Fan ESDi 2014?
A referência para o motor é SAE 10W-30 API SJ/JASO MA | 1,0 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da CG 150 Fan ESDi 2014?
Dianteiro 80/100-18 M/C 47P e traseiro 90/90-18 M/C 57P.
Qual a cilindrada da CG 150 Fan ESDi 2014?
A CG 150 Fan ESDi 2014 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a potência da CG 150 Fan ESDi 2014?
Pela ficha do fabricante, 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol), com torque de 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol).
Quanto pesa a CG 150 Fan ESDi 2014?
O peso informado pelo fabricante é 115 kg (seco).
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
A Honda CG 150 Fan ESDi 2014 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.