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Honda CG 150 Titan ES 2004–2008

Ficha técnica, preço FIPE e as 65 peças com página própria para a CG 150 Titan ES fabricada de 2004 a 2008. 1ª geração (lançamento, carburador).

  • Street
  • 149 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Honda CG 150 Titan ES
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Vela de ignição NGK CPR8EA-9 referência
Pneu dianteiro 80/100-18 M/C 47P referência
Pneu traseiro 90/90-18 M/C 57P referência
Relação (kit) passo 428 referência
Óleo do motor SAE 20W-50 API SF referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda CG 150 Titan ES

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Peças da CG 150 Titan ES 2004–2008

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Honda CG 150 Titan ES 2004–2008

Esta é a ficha da Honda CG 150 Titan ES vendida nos anos-modelo de 2004 a 2008: uma street de 149 cc. No catálogo, a CG 150 Titan ES tem 2 gerações; esta é a 1ª, a mais antiga. 1ª geração (lançamento, carburador).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 7.858 (2004) a R$ 8.788 (2008).

Ficha da CG 150 Titan ES 2004–2008: o que os dados mudam na prática

  • Potência: 14,2 cv a 8.000 rpm (gasolina)
  • Torque: 1,35 kgf.m a 6.500 rpm
  • Peso: 119 kg (seco)
  • Tanque: 14,0 litros (reserva de 2,0 L)
  • Altura do banco: 792 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: tambor
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores
  • Relação peso/potência: cerca de 8,4 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da CG 150 Titan ES e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
  • Freio a tambor. Freio a tambor não é sinal de moto ruim: ele dá conta do uso urbano e pede pouca manutenção. A diferença aparece em frenagens fortes e repetidas, quando ele aquece e a resposta cai, e logo depois de pegar chuva forte ou poça funda. Na traseira, onde a exigência é menor, cumpre bem o papel. Freie com antecedência e use os dois freios juntos.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença aparece mais em ultrapassagem e subida.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e acaba com coroa e pinhão.

Cidade, estrada e garupa com a CG 150 Titan ES

A street brilha onde a maioria das pessoas mais roda: casa, trabalho, faculdade, entregas. Posição neutra, comandos leves e motor sem surpresas deixam a pilotagem fácil para iniciantes e descansada para quem passa o dia em cima da moto. O banco tem espaço para o garupa, e um bagageiro transforma a CG 150 Titan ES em moto de carga leve.

Os limites aparecem fora desse cenário. Em viagem longa, falta proteção contra o vento e sobra vibração em giro alto. No piso de terra ou cheio de buraco, a suspensão de curso curto bate mais cedo. Para o uso urbano e rodoviário curto, porém, poucas motos entregam tanto com tão pouca manutenção.

Peças de troca: as medidas da CG 150 Titan ES

As medidas que a CG 150 Titan ES 2004–2008 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da CG 150 Titan ES, sistema por sistema

Manter a CG 150 Titan ES em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras de tempos em tempos.
  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.

Os anos da CG 150 Titan ES 2004–2008

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 11%.

Diferenças para as outras gerações

Na geração seguinte, CG 150 Titan ES 2009, mudou:

  • Alimentação: carburador → injeção eletrônica
  • Óleo: SAE 20W-50 API SF → SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca
  • Kit relação: passo 428 → passo 428 | 118 elos
  • Potência: 14,2 cv a 8.000 rpm (gasolina) → 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina, injeção eletrônica)
  • Tanque: 14,0 litros (reserva de 2,0 L) → 16,1 litros
  • Calibragem: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) → dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa), a frio (manual: 175 / 200 / 225 kPa) — manual da CG 150 Titan 2009 (mesmo quadro e pneus)

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

Checagem rápida e avisos da CG 150 Titan ES: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda CG 150 Titan ES. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
  • Volta rápida antes de sair. Antes de ligar, dê uma volta em torno da moto. Olhe os pneus, procure manchas no chão, confira se não há nada solto ou pendurado e se os retrovisores estão no lugar. São trinta segundos que pegam muita coisa: um prego no pneu, um vazamento novo, um cabo fora do lugar. Faça disso um hábito, como colocar o capacete.
  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa imediatamente.
  • Fumaça no escapamento. Observe o escapamento ao ligar e ao acelerar. Uma fumaça branca rala nos primeiros minutos de um dia frio é normal. Fumaça azul persistente ou preta não é. Elas mostram que algo mudou na queima, e acompanhar o nível do óleo e a cor da vela ajuda a entender o que está acontecendo.

O que vale instalar na Honda CG 150 Titan ES

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a CG 150 Titan ES, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Cavalete central. O cavalete central deixa a moto em pé e reta, com a roda traseira fora do chão. Facilita lubrificar e ajustar a corrente, calibrar, conferir o nível do óleo e estacionar em espaço apertado. Também é mais estável que o lateral em chão de terra. Peça um feito para o modelo e aprenda a técnica de subir, que pede jeito e pouca força.
  • Baú e bagageiro. Levar coisas nas costas cansa e desequilibra; no baú, o peso fica na moto. Prefira bagageiro feito para o modelo, preso nos pontos originais, e baú com trava e vedação. Coloque os itens pesados no fundo e perto do centro. Lembre que carga atrás muda a calibragem ideal e a regulagem do farol.
  • Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
  • Bolha ou para-brisa. Se a CG 150 Titan ES vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.

Perguntas frequentes

Qual o peso da CG 150 Titan ES 2004–2008?

A ficha do fabricante informa 119 kg (seco).

Qual a potência da CG 150 Titan ES 2004–2008?

Segundo o fabricante, 14,2 cv a 8.000 rpm (gasolina).

Qual o tamanho do tanque da CG 150 Titan ES 2004–2008?

O tanque da CG 150 Titan ES desses anos comporta 14,0 litros (reserva de 2,0 L).

Qual o valor da CG 150 Titan ES 2004–2008 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 8.788, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Posso usar pneu de medida diferente na CG 150 Titan ES?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Qual óleo usar na CG 150 Titan ES?

Use o óleo com a viscosidade e a especificação indicadas no manual do proprietário, próprio para motos. Na maioria das motos quatro tempos, o mesmo óleo lubrifica câmbio e embreagem, e óleo de carro pode fazer a embreagem patinar. Troque no intervalo do manual e não misture produtos de especificações diferentes.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

Ficha técnica

Características
Cilindrada149 cc
CombustívelGasolina
Potência14,2 cv a 8.000 rpm (gasolina) conferido
Torque1,35 kgf.m a 6.500 rpm conferido
Peso119 kg (seco) conferido
Tanque14,0 litros (reserva de 2,0 L) conferido
Altura do banco792 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da CG 150 Titan ES por ano

Ano-modeloPreço médio
CG 150 Titan ES 2008R$ 8.788
CG 150 Titan ES 2007R$ 8.500
CG 150 Titan ES 2006R$ 8.257
CG 150 Titan ES 2005R$ 8.055
CG 150 Titan ES 2004R$ 7.858

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811071-9. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da CG 150 Titan ES