Honda CG 150 Titan Mix ESD 2010
Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 150 Titan Mix ESD usada.
- Street
- 149 cc
- Flex
- 14,3 cv
FIPE 2010
R$ 10.059
- Moto
- Honda CG 150 Titan Mix ESD
- Ano-modelo
- 2010
- Geração
- 2009–2013
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811093-0. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CG 150 Titan Mix ESD
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Anunciar nesta páginaComo é a CG 150 Titan Mix ESD 2010
Do ano-modelo 2010, a Honda CG 150 Titan Mix ESD é uma street de 149 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2009–2013, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol); o torque, 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol); o peso, 120 kg (seco); o tanque leva 16,1 litros (reserva de cerca de 4,2 L); o banco fica a 792 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 8,4 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Preço FIPE da CG 150 Titan Mix ESD 2010
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 150 Titan Mix ESD 2010 vale R$ 10.059. A do ano 2009 sai por R$ 9.426 (+6,7% de diferença); a de 2011 custa R$ 10.430. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 11.966), a 2010 vale 16% menos, uma média de 3,4% por ano.
Na comparação com as 53 motos street 2010 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 50 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma street
Se a ideia é ter uma moto para resolver a vida, a street é o ponto de partida. Ela dispensa carenagem grande e eletrônica sofisticada: tem motor robusto, consumo baixo, banco para garupa e posição confortável no trânsito. É a escolha de quem vai rodar todo dia, de quem trabalha com a moto e de quem acabou de tirar a habilitação.
No mercado de usadas, é o tipo com mais oferta e que vende mais rápido. Em contrapartida, aparecem muitas unidades cansadas, e vale separar com calma a moto bem cuidada da que foi usada até o limite.
As versões da CG 150 em 2010
Em 2010, a família CG 150 tinha 5 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- CG 150 Fan ESi 2010 (R$ 10.013): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
- CG 150 Titan EX 2010 (R$ 9.839): rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
- CG 150 Titan Mix ES 2010 (R$ 9.539): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
- CG 150 Titan Mix KS 2010 (R$ 9.347): partida pedal (nesta: elétrica); freio dianteiro tambor (nesta: disco).
Peças e medidas da CG 150 Titan Mix ESD 2010
Para a manutenção da CG 150 Titan Mix ESD 2010, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CPR8EA-9 (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/100-18 M/C 47P (conferida)
- Pneu traseiro: 90/90-18 M/C 57P (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | 118 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca (conferida)
- Filtro de ar: papel viscoso (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
O que conferir antes de comprar uma CG 150 Titan Mix ESD 2010 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
A manutenção que uma CG 150 Titan Mix ESD 2010 pede
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2010 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 16 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 16 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 16 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
A CG 150 Titan Mix ESD 2010 é flex
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
Outras motos street 2010 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à CG 150 Titan Mix ESD:
- Yamaha YS 250 Fazer 2010 · R$ 10.775 · 249 cc
- Suzuki Intruder 125 2010 · R$ 9.008 · 124 cc
- Honda CG 125 Fan ES 2010 · R$ 8.678 · 125 cc
- Shineray XY 250-5 2010 · R$ 8.456 · 250 cc
- Honda CB 300R 2010 · R$ 12.027 · 292 cc
Todos os anos da CG 150 Titan Mix ESD
Anos-modelo da CG 150 Titan Mix ESD no catálogo, de 2015 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da CG 150 Titan Mix ESD 2010
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol) conferido |
| Torque | 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol) conferido |
| Peso | 120 kg (seco) conferido |
| Tanque | 16,1 litros (reserva de cerca de 4,2 L) conferido |
| Altura do banco | 792 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) conferido |
| Vela de ignição | NGK CPR8EA-9 conferido |
| Pneu dianteiro | 80/100-18 M/C 47P conferido |
| Pneu traseiro | 90/90-18 M/C 57P conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | 118 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca conferido |
| Filtro de ar | papel viscoso conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CG 150 Titan Mix ESD 2010
As peças desta moto são as da geração 2009–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da CG 150 Titan Mix ESD 2010?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 150 Titan Mix ESD 2010 vale R$ 10.059 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a capacidade do tanque da CG 150 Titan Mix ESD 2010?
O tanque da CG 150 Titan Mix ESD 2010 leva 16,1 litros (reserva de cerca de 4,2 L).
Quantas cilindradas tem a CG 150 Titan Mix ESD 2010?
A CG 150 Titan Mix ESD 2010 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Que óleo usar na CG 150 Titan Mix ESD 2010?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF (manual 2010; manual 2013 já indica 10W-30 SJ/JASO MA) | 1,0 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Quanto pesa a CG 150 Titan Mix ESD 2010?
O peso informado pelo fabricante é 120 kg (seco).
Qual a potência da CG 150 Titan Mix ESD 2010?
Pela ficha do fabricante, 14,2 cv a 8.500 rpm (gasolina) / 14,3 cv a 8.500 rpm (etanol), com torque de 1,32 kgf.m a 6.500 rpm (gasolina) / 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (etanol).
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Devo evitar moto que foi usada em aplicativo?
Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço precisa refletir o uso.