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Honda CG 160 Fan 2025–2026

Ficha técnica, preço FIPE e as 69 peças com página própria para a CG 160 Fan fabricada de 2025 a 2026. 2ª geração (novo visual, Titan com ABS).

  • Street
  • 163 cc
  • Flex
  • Injeção eletrônica
Honda CG 160 Fan
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 4Ah (DTZ5, Honda 31500-GFP-906) conferido
Vela de ignição NGK CPR8EA-9 conferido
Pneu dianteiro 80/100-18 M/C 47P conferido
Pneu traseiro 100/80-18 M/C REINF 59P conferido
Relação (kit) passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido
Óleo do motor SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem) conferido
Filtro de ar papel viscoso conferido
Lâmpada do farol LED integrado conferido
Fluido de freio DOT 4 conferido

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda CG 160 Fan

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda CG 160 Fan 2025–2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da CG 160 Fan 2025–2026

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

CG 160 Fan 2025–2026: visão geral

Esta é a ficha da Honda CG 160 Fan vendida nos anos-modelo de 2025 a 2026: uma street de 163 cc, flex. É a 2ª de 2 gerações da CG 160 Fan no catálogo, a atual. 2ª geração (novo visual, Titan com ABS).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma CG 160 Fan desta geração custa entre R$ 19.354 e R$ 20.056, conforme o ano.

Ficha da CG 160 Fan 2025–2026: o que os dados mudam na prática

  • Potência: 14,4 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,7 cv a 8.000 rpm (etanol)
  • Torque: 1,41 kgf.m a 6.750 rpm (gasolina) / 1,43 kgf.m a 6.750 rpm (etanol)
  • Peso: 119 kg (seco)
  • Tanque: 14,0 litros (reserva de 2,5 L)
  • Altura do banco: 796 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores
  • Relação peso/potência: cerca de 8,1 kg/cv

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da CG 160 Fan 2025–2026 significa na prática.

  • CBS, a frenagem combinada. No CBS, ao acionar o freio traseiro, parte da força vai também para o dianteiro. A ideia é ajudar quem tem o hábito de frear só com o pé, o que é comum em quem está começando. A moto para mais reta e em menos espaço. Não é o mesmo que ABS: com CBS, a roda ainda pode travar numa frenagem de pânico.
  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no anda e para.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.

Como a CG 160 Fan se comporta no uso

No dia a dia, uma street como a CG 160 Fan é feita para o trânsito: leve, estreita e com guidão alto, passa entre os carros sem esforço e estaciona em qualquer canto. O motor trabalha tranquilo em giro médio, o que ajuda no anda e para e na economia. Com garupa, segue firme na cidade, embora sinta a subida e peça uma marcha a menos.

Na estrada, roda bem em ritmo moderado, mas o vento no peito cansa depois de algumas horas e ultrapassagens pedem planejamento. Em rua esburacada, a suspensão simples aguenta, sem muito conforto. É uma moto de trabalho por natureza: entrega, deslocamento diário e serviço de rua são o terreno dela.

Medidas das peças da CG 160 Fan 2025–2026

Referências de manutenção da CG 160 Fan 2025–2026, peça por peça:

Manutenção da CG 160 Fan: o que cada sistema pede

O manual da Honda CG 160 Fan traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga conta muito sobre a carburação e o estado do motor.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.

Os anos da CG 160 Fan 2025–2026

Valor de cada ano da CG 160 Fan 2025–2026 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 4% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Em relação à geração anterior, CG 160 Fan 2018–2024, mudou:

  • Farol: halógeno → LED
  • Pneu traseiro: 90/90-18 M/C REINF 57P → 100/80-18 M/C REINF 59P
  • Potência: 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 15,1 cv a 8.000 rpm (etanol) → 14,4 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,7 cv a 8.000 rpm (etanol)
  • Tanque: 16,1 litros (reserva de 3,1 L) → 14,0 litros (reserva de 2,5 L)
  • Peso: 116 kg (seco) → 119 kg (seco)

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Sinais que a Honda CG 160 Fan dá antes de um problema

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda CG 160 Fan. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Parafusos, espelhos e peças soltas. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Confira de vez em quando retrovisores, suporte de placa, carenagens, escapamento e bagageiro. Um ruído de chocalho em determinada rotação quase sempre é algo solto. Peça caída na estrada é perigo para você e para quem vem atrás, e parafuso perdido costuma levar junto a peça que ele segurava.
  • Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.
  • Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
  • Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam kit no limite.

Acessórios para a CG 160 Fan 2025–2026: o que ajuda de verdade

Antes de encher a Honda CG 160 Fan de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Baú e bagageiro. Levar coisas nas costas cansa e desequilibra; no baú, o peso fica na moto. Prefira bagageiro feito para o modelo, preso nos pontos originais, e baú com trava e vedação. Coloque os itens pesados no fundo e perto do centro. Lembre que carga atrás muda a calibragem ideal e a regulagem do farol.

Perguntas frequentes

Qual a potência da CG 160 Fan 2025–2026?

Segundo o fabricante, 14,4 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,7 cv a 8.000 rpm (etanol).

Qual a altura do banco da CG 160 Fan 2025–2026?

A altura do banco é de 796 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Quantos litros tem o tanque da CG 160 Fan 2025–2026?

O tanque da CG 160 Fan desses anos comporta 14,0 litros (reserva de 2,5 L).

Qual óleo vai na CG 160 Fan 2025–2026?

A referência é SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem). O intervalo de troca está no manual.

Torque em baixa rotação é melhor?

Torque que aparece em rotação baixa deixa a moto mais fácil no trânsito e na estrada: ela sai bem do lugar, aceita marcha alta em velocidade menor e sobe ladeira sem reduzir tanto. Motor com torque só em giro alto é mais esportivo e pede mais trocas de marcha e mais mão no acelerador.

O que é peso seco?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

A CG 160 Fan pode ferver no congestionamento?

Ele não ferve como um motor com radiador, mas a temperatura sobe bastante sem vento. O óleo passa a ser o principal aliado: nível correto e troca no prazo. Aletas sujas atrapalham. Em congestionamento muito longo, desligar a moto durante paradas grandes ajuda o motor a descansar.

Ficha técnica

Características
Cilindrada163 cc
CombustívelFlex
Potência14,4 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 14,7 cv a 8.000 rpm (etanol) conferido
Torque1,41 kgf.m a 6.750 rpm (gasolina) / 1,43 kgf.m a 6.750 rpm (etanol) conferido
Peso119 kg (seco) conferido
Tanque14,0 litros (reserva de 2,5 L) conferido
Altura do banco796 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolLED
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da CG 160 Fan por ano

Ano-modeloPreço médio
CG 160 Fan 2026R$ 20.056
CG 160 Fan 2025R$ 19.354

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811147-2. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da CG 160 Fan