Honda CG 160 Titan 2018
Preço FIPE do ano-modelo 2018, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CG 160 Titan usada.
- Street
- 163 cc
- Flex
- 15,1 cv
FIPE 2018
R$ 13.890
- Moto
- Honda CG 160 Titan
- Ano-modelo
- 2018
- Geração
- 2016–2024
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811133-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda CG 160 Titan
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Anunciar nesta páginaComo é a CG 160 Titan 2018
Do ano-modelo 2018, a Honda CG 160 Titan é uma street de 163 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2018 faz parte da geração vendida de 2016 a 2024. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a CG 160 Titan depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, a potência é de 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 15,1 cv a 8.000 rpm (etanol); o torque, 1,40 kgf.m (gasolina) / 1,54 kgf.m (etanol), a 6.000 rpm nos manuais 2016–2020 e a 7.000 rpm no manual 2024; o peso, 121 kg (seco) em 2016; 117 kg (seco) nos manuais 2018, 2020 e 2024; o tanque leva 16,1 litros (reserva de 3,1 L); o banco fica a 790 mm do chão.
Preço FIPE da CG 160 Titan 2018
O preço médio da CG 160 Titan 2018 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 13.890. A do ano 2017 sai por R$ 13.551 (+2,5% de diferença); a de 2019 custa R$ 14.781. Comparada com a 2025 (R$ 20.900), a moto de 2018 custa 34% a menos: em média, perdeu 5,7% de valor a cada ano.
Na comparação com as 17 motos street 2018 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 14 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma street
Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.
Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.
As versões da CG 160 em 2018
Em 2018, a família CG 160 tinha 4 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- CG 160 Cargo 2018 (R$ 12.671): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- CG 160 Fan 2018 (R$ 13.159): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- CG 160 Start 2018 (R$ 12.443): freio dianteiro tambor (nesta: disco); rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
Peças e medidas da CG 160 Titan 2018
Medidas de manutenção da CG 160 Titan 2018, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 4Ah (DTZ5, Honda 31500-GFP-906) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CPR8EA-9 (conferida)
- Pneu dianteiro: 80/100-18 M/C 47P (conferida)
- Pneu traseiro: 100/80-18 M/C REINF 59P (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem) (conferida)
- Filtro de ar: papel viscoso (conferida)
- Lâmpada do farol: 35/35W (12V) (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa)
CG 160 Titan 2018 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2018 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
O que a idade pede na Honda CG 160 Titan 2018
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 8 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 8 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 8 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Gasolina ou etanol na CG 160 Titan
A CG 160 Titan 2018 é flex: aceita gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois no mesmo tanque, sem ajuste nenhum. A injeção reconhece o combustível e corrige a mistura sozinha depois de alguns quilômetros rodados. Com etanol o consumo sobe, então a conta na bomba é preço por quilômetro, não por litro. A referência dos 70% é a mais conhecida, mas o mais preciso é medir o consumo da sua moto com cada combustível. Em dias frios, a partida com etanol pode pedir um pouco mais de paciência.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a CG 160 Titan 2018.
Outras motos street 2018 na mesma faixa de preço
Para comparar: motos street 2018 com valor FIPE perto do da CG 160 Titan.
- Yamaha YS 150 Fazer SED 2018 · R$ 13.015 · 149 cc
- Yamaha Factor 150 ED 2018 · R$ 12.252 · 149 cc
- Yamaha Fazer FZ25 2018 · R$ 16.221 · 249 cc
- Yamaha Factor 125i ED 2018 · R$ 11.189 · 124 cc
- Honda CB 250F Twister 2018 · R$ 16.868 · 250 cc
- Honda CG 125 Cargo 2018 · R$ 10.831 · 125 cc
Todos os anos da CG 160 Titan
A CG 160 Titan foi vendida em 10 anos-modelo, de 2016 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CG 160 Titan 2018
| Cilindrada | 163 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 15,1 cv a 8.000 rpm (etanol) conferido |
| Torque | 1,40 kgf.m (gasolina) / 1,54 kgf.m (etanol), a 6.000 rpm nos manuais 2016–2020 e a 7.000 rpm no manual 2024 conferido |
| Peso | 121 kg (seco) em 2016; 117 kg (seco) nos manuais 2018, 2020 e 2024 conferido |
| Tanque | 16,1 litros (reserva de 3,1 L) conferido |
| Altura do banco | 790 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 4Ah (DTZ5, Honda 31500-GFP-906) conferido |
| Vela de ignição | NGK CPR8EA-9 conferido |
| Pneu dianteiro | 80/100-18 M/C 47P conferido |
| Pneu traseiro | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 10W-30 API SL/JASO MA | 1,0 L na troca (1,2 L após desmontagem) conferido |
| Filtro de ar | papel viscoso conferido |
| Lâmpada do farol | 35/35W (12V) conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CG 160 Titan 2018
As peças desta moto são as da geração 2016–2024. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da CG 160 Titan 2018?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CG 160 Titan 2018 vale R$ 13.890 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a capacidade do tanque da CG 160 Titan 2018?
O tanque da CG 160 Titan 2018 leva 16,1 litros (reserva de 3,1 L).
Quanto pesa a CG 160 Titan 2018?
O peso informado pelo fabricante é 121 kg (seco) em 2016; 117 kg (seco) nos manuais 2018, 2020 e 2024.
Qual a cilindrada da CG 160 Titan 2018?
A CG 160 Titan 2018 tem 163 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a calibragem do pneu da CG 160 Titan 2018?
Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a potência da CG 160 Titan 2018?
Pela ficha do fabricante, 14,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 15,1 cv a 8.000 rpm (etanol), com torque de 1,40 kgf.m (gasolina) / 1,54 kgf.m (etanol), a 6.000 rpm nos manuais 2016–2020 e a 7.000 rpm no manual 2024.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
Moto que trabalhou com entrega é má compra?
Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço precisa refletir o uso.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.