Super Soco TC Max 2021
Preço FIPE do ano-modelo 2021, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TC Max usada.
- Street
- Elétrica
FIPE 2021
R$ 29.362
- Moto
- Super Soco TC Max
- Ano-modelo
- 2021
- Geração
- 2020–2022
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 891004-9. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaTC Max 2021: o essencial
Do ano-modelo 2021, a Super Soco TC Max é uma street, elétrica. O ano-modelo 2021 faz parte da geração vendida de 2020 a 2022. Por ser elétrica, a TC Max troca tanque, escapamento e óleo por bateria de tração, controlador e motor elétrico. A partida é elétrica, só no botão. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco. Atrás, o freio também é a disco. As rodas são de liga leve, sem raios.
A TC Max 2021 na tabela FIPE
O preço médio da TC Max 2021 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 29.362. A do ano 2020 sai por R$ 28.645 (+2,5% de diferença); a de 2022 custa R$ 38.972. Comparada com a 2022 (R$ 38.972), a moto de 2021 custa 25% a menos: em média, perdeu 24,7% de valor a cada ano.
Entre as 26 motos street ano 2021 com preço na FIPE, 25 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto street
Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.
Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.
Medidas de manutenção da TC Max 2021
Para a manutenção da TC Max 2021, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 90/80-17
- Pneu traseiro: 110/70-17
- Lâmpada do farol: LED integrado
- Bateria de tração: 72V 45Ah lítio, removível
TC Max 2021 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2021 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Cardã ou correia. Se a transmissão final é por cardã, procure vazamento de óleo na carcaça e na junta com a roda e repare se há ruído ou tranco ao acelerar e soltar. Se é por correia dentada, olhe os dentes: trincas, dentes faltando ou fios aparecendo pedem troca. Pergunte quando foi feita a última manutenção prevista no manual.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Bateria de tração. Na moto elétrica, a bateria de tração é a peça mais cara e a que mais envelhece. Pergunte a autonomia real hoje e compare com a informada quando nova, peça para ver o carregador original e verifique se a garantia da bateria ainda vale e se passa para o novo dono.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
O que a idade pede na Super Soco TC Max 2021
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a TC Max 2021.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Saúde da bateria de tração. A bateria de tração perde capacidade com o tempo e com os ciclos de carga, e a autonomia cai aos poucos. Numa moto de 5 anos, compare a autonomia atual com a informada pelo fabricante e veja se a garantia da bateria ainda vale. Parada, a elétrica também precisa de carga de manutenção conforme o manual.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 5 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 5 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
Documentos e negociação da TC Max 2021
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
Outros anos da TC Max
A TC Max foi vendida em 3 anos-modelo, de 2020 a 2022. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da TC Max 2021
| Combustível | Elétrica |
|---|---|
| Pneu dianteiro | 90/80-17 |
| Pneu traseiro | 110/70-17 |
| Lâmpada do farol | LED integrado |
| Bateria de tração | 72V 45Ah lítio, removível |
| Motor | Elétrico |
|---|---|
| Refrigeração | Não se aplica |
| Alimentação | Não se aplica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Não se aplica |
| Embreagem | Não se aplica |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da TC Max 2021
As peças desta moto são as da geração 2020–2022. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da TC Max 2021?
Na referência de outubro de 2026, a Super Soco TC Max 2021 vale R$ 29.362 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a medida do pneu da TC Max 2021?
Dianteiro 90/80-17 e traseiro 110/70-17.
Vale a pena comprar uma TC Max 2021 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Como fica o seguro de uma TC Max 2021?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
Como saber se a TC Max 2021 tem recall pendente?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.
Vale comprar moto elétrica usada?
Pode valer, desde que a bateria esteja saudável e haja suporte da marca por perto. Teste a autonomia num trajeto conhecido, pergunte como a moto era carregada e se ficou muito tempo parada descarregada. Peças e serviço especializado nem sempre são fáceis de encontrar, e o IPVA de elétricas tem regra própria em alguns estados.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.