Yamaha YBR 125 Factor E 2010
Preço FIPE do ano-modelo 2010, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YBR 125 Factor E usada.
- Street
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 2010
R$ 6.718
- Moto
- Yamaha YBR 125 Factor E
- Ano-modelo
- 2010
- Geração
- 2009–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827073-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha YBR 125 Factor E
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Anunciar nesta páginaYBR 125 Factor E 2010: o essencial
A Yamaha YBR 125 Factor E 2010 é uma street de 124 cc. Ela pertence à geração 2009–2016, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Quanto vale a YBR 125 Factor E 2010
O preço médio da YBR 125 Factor E 2010 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 6.718. A YBR 125 Factor E 2009 fica em R$ 6.476 (+3,7% de diferença); a de 2011 custa R$ 7.058. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2016, R$ 9.361), a 2010 vale 28% menos, uma média de 5,4% por ano.
Na comparação com as 53 motos street 2010 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 38 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A YBR 125 Factor E e o jeito street de andar
Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.
Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.
O que muda entre as Factor 125 2010
Em 2010, a família Factor 125 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- YBR 125 Factor ED 2010 (R$ 6.766): freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
- YBR 125 Factor K 2010 (R$ 6.700): partida pedal (nesta: elétrica).
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da YBR 125 Factor E 2010
Estas são as medidas que mais se procura para a YBR 125 Factor E 2010. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 2.75-18 M/C 42P
- Pneu traseiro: 90/90-18 M/C
Comprando uma Yamaha YBR 125 Factor E 2010 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma YBR 125 Factor E, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
O que a idade pede na Yamaha YBR 125 Factor E 2010
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2010 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Chicote e conectores. Uma moto de 16 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 16 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 16 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
Documentos e negociação da YBR 125 Factor E 2010
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
Motos parecidas com a YBR 125 Factor E 2010
Quem procura uma YBR 125 Factor E 2010 costuma comparar com outras motos street do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Suzuki Yes 125 2010 · R$ 6.077 · 124 cc
- Jonny Atlantic 250 2010 · R$ 6.017 · 250 cc
- Dafra Laser 150 2010 · R$ 5.953 · 150 cc
- Kasinski Mirage 150 2010 · R$ 5.642 · 150 cc
- Dafra Kansas 150 2010 · R$ 5.410 · 149 cc
- Dayun DY150-7 2010 · R$ 5.345 · 150 cc
Outros anos da YBR 125 Factor E
Anos-modelo da YBR 125 Factor E no catálogo, de 2016 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da YBR 125 Factor E 2010
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Pneu dianteiro | 2.75-18 M/C 42P |
| Pneu traseiro | 90/90-18 M/C |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da YBR 125 Factor E 2010
As peças desta moto são as da geração 2009–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da YBR 125 Factor E 2010?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 Factor E 2010 vale R$ 6.718 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da YBR 125 Factor E 2010?
A YBR 125 Factor E 2010 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a medida do pneu da YBR 125 Factor E 2010?
Dianteiro 2.75-18 M/C 42P e traseiro 90/90-18 M/C.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.
A Yamaha YBR 125 Factor E 2010 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2010 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Moto que trabalhou com entrega é má compra?
Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço tem de refletir o uso.
Moto com 16 anos é isenta de IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.