Yamaha YBR 125 Factor K 2012
Preço FIPE do ano-modelo 2012, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YBR 125 Factor K usada.
- Street
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 2012
R$ 7.336
- Moto
- Yamaha YBR 125 Factor K
- Ano-modelo
- 2012
- Geração
- 2009–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827072-4. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha YBR 125 Factor K
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha YBR 125 Factor K 2012. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaComo é a YBR 125 Factor K 2012
A YBR 125 Factor K 2012, da Yamaha, é uma street de 124 cc. Ela pertence à geração 2009–2016, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A YBR 125 Factor K pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.
Preço FIPE da YBR 125 Factor K 2012
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 Factor K 2012 vale R$ 7.336. A YBR 125 Factor K 2011 fica em R$ 6.950 (+5,6% de diferença); a de 2013 custa R$ 7.733. Comparada com a 2016 (R$ 9.175), a moto de 2012 custa 20% a menos: em média, perdeu 5,4% de valor a cada ano.
Na comparação com as 50 motos street 2012 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 35 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto street
Street é o nome dado às motos urbanas de estilo tradicional, com tanque à frente do banco, motor à mostra e guidão reto. Nas cilindradas menores, o foco é economia e durabilidade; nas maiores, ela ganha fôlego para estrada sem perder a praticidade do dia a dia.
Quem procura uma street usada geralmente quer gastar pouco para rodar muito, e isso é possível, porque a mecânica é simples e as peças são fáceis de achar. O que define se a compra foi boa é o histórico: moto revisada no prazo envelhece bem, moto esquecida cobra tudo de uma vez.
O que muda entre as Factor 125 2012
A YBR 125 Factor K não era a única Factor 125 de 2012: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- YBR 125 Factor E 2012 (R$ 7.379): partida elétrica (nesta: pedal).
- YBR 125 Factor ED 2012 (R$ 7.396): partida elétrica (nesta: pedal); freio dianteiro disco (nesta: tambor); rodas liga leve (nesta: raiadas); pneus com câmara não (nesta: sim).
Peças e medidas da YBR 125 Factor K 2012
Medidas de manutenção da YBR 125 Factor K 2012, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 2.75-18 M/C 42P
- Pneu traseiro: 90/90-18 M/C
Comprando uma Yamaha YBR 125 Factor K 2012 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma YBR 125 Factor K, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
O que a idade pede na Yamaha YBR 125 Factor K 2012
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2012 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
Documentos e negociação da YBR 125 Factor K 2012
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
Outras motos street 2012 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos street são as alternativas mais diretas à YBR 125 Factor K:
- Suzuki GSR 150i 2012 · R$ 6.594 · 149 cc
- Kasinski Mirage 150 2012 · R$ 6.573 · 150 cc
- Suzuki Yes 125 SE 2012 · R$ 6.489 · 124 cc
- Motorino Custom 150 2012 · R$ 5.826 · 150 cc
- Dafra Kansas 150 2012 · R$ 5.768 · 149 cc
- Honda CG 125 Fan 2012 · R$ 9.093 · 125 cc
A YBR 125 Factor K em outros anos
Anos-modelo da YBR 125 Factor K no catálogo, de 2016 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da YBR 125 Factor K 2012
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Pneu dianteiro | 2.75-18 M/C 42P |
| Pneu traseiro | 90/90-18 M/C |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da YBR 125 Factor K 2012
As peças desta moto são as da geração 2009–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a YBR 125 Factor K 2012 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YBR 125 Factor K 2012 vale R$ 7.336 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da YBR 125 Factor K 2012?
A YBR 125 Factor K 2012 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a medida do pneu da YBR 125 Factor K 2012?
Dianteiro 2.75-18 M/C 42P e traseiro 90/90-18 M/C.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.
A Yamaha YBR 125 Factor K 2012 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2012 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Uma moto 2012 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.