Yamaha YS 250 Fazer 2011
Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YS 250 Fazer usada.
- Street
- 249 cc
- Flex
FIPE 2011
R$ 11.421
- Moto
- Yamaha YS 250 Fazer
- Ano-modelo
- 2011
- Geração
- 2011–2017
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827052-0. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha YS 250 Fazer
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Anunciar nesta páginaYS 250 Fazer 2011: o essencial
Do ano-modelo 2011, a Yamaha YS 250 Fazer é uma street de 249 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2011–2017, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a YS 250 Fazer depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
A YS 250 Fazer 2011 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a YS 250 Fazer ano 2011 está cotada em R$ 11.421. A YS 250 Fazer 2010 fica em R$ 10.775 (+6,0% de diferença); a de 2012 custa R$ 12.311. Comparada com a 2017 (R$ 15.099), a moto de 2011 custa 24% a menos: em média, perdeu 4,5% de valor a cada ano.
Entre as 70 motos street ano 2011 com preço na FIPE, 68 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A YS 250 Fazer e o jeito street de andar
Se a ideia é ter uma moto para resolver a vida, a street é o ponto de partida. Ela dispensa carenagem grande e eletrônica sofisticada: tem motor robusto, consumo baixo, banco para garupa e posição confortável no trânsito. É a escolha de quem vai rodar todo dia, de quem trabalha com a moto e de quem acabou de tirar a habilitação.
No mercado de usadas, é o tipo com mais oferta e que vende mais rápido. Em contrapartida, aparecem muitas unidades cansadas, e vale separar com calma a moto bem cuidada da que foi usada até o limite.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da YS 250 Fazer 2011
Estas são as medidas que mais se procura para a YS 250 Fazer 2011. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 6Ah (YTX7L-BS)
- Vela de ignição: NGK DR8EA
- Pneu dianteiro: 100/80-17 M/C 52S
- Pneu traseiro: 130/70-17 M/C 62S
- Relação (kit): passo 428 | coroa 45 | pinhão 15 | 132 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
YS 250 Fazer 2011 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2011 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
Cuidados que acompanham uma moto 2011
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2011 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da YS 250 Fazer ainda for a original, numa moto de 15 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
A YS 250 Fazer 2011 é flex
Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
Motos parecidas com a YS 250 Fazer 2011
Para comparar: motos street 2011 com valor FIPE perto do da YS 250 Fazer.
- Honda CG 150 Fan ESDi 2011 · R$ 11.390 · 149 cc
- Honda CB 300R 2011 · R$ 12.328 · 292 cc
- Suzuki Intruder 125 2011 · R$ 9.234 · 124 cc
- Shineray XY 250-5 2011 · R$ 9.040 · 250 cc
- Honda CG 125 Fan ES 2011 · R$ 8.899 · 125 cc
Todos os anos da YS 250 Fazer
Anos-modelo da YS 250 Fazer no catálogo, de 2017 a 2006, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da YS 250 Fazer 2011
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Bateria | 12V 6Ah (YTX7L-BS) |
| Vela de ignição | NGK DR8EA |
| Pneu dianteiro | 100/80-17 M/C 52S |
| Pneu traseiro | 130/70-17 M/C 62S |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 45 | pinhão 15 | 132 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da YS 250 Fazer 2011
As peças desta moto são as da geração 2011–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a YS 250 Fazer 2011 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YS 250 Fazer 2011 vale R$ 11.421 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a YS 250 Fazer 2011?
Dianteiro 100/80-17 M/C 52S e traseiro 130/70-17 M/C 62S.
Que óleo usar na YS 250 Fazer 2011?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,35 L na troca; 1,45 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a cilindrada da YS 250 Fazer 2011?
A YS 250 Fazer 2011 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
A Yamaha YS 250 Fazer 2011 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2011 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.