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BMW K 1600 B 2021

Preço FIPE do ano-modelo 2021, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma K 1600 B usada.

  • Touring
  • 1.649 cc
  • Gasolina
  • ABS
BMW K 1600 B 2021
Imagem ilustrativa.

FIPE 2021

R$ 185.721

Moto
BMW K 1600 B
Ano-modelo
2021
Geração
2018–2025

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803061-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a BMW K 1600 B

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Como é a K 1600 B 2021

A K 1600 B 2021, da BMW, é uma touring de 1.649 cc. Ela pertence à geração 2018–2025, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Quanto vale a K 1600 B 2021

O preço médio da K 1600 B 2021 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 185.721. A K 1600 B 2020 fica em R$ 160.331 (+15,8% de diferença); a K 1600 B 2022 está em R$ 229.543. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2025, R$ 266.750), a 2021 vale 30% menos, uma média de 8,7% por ano.

Entre as 9 motos touring ano 2021 com preço na FIPE, 7 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto touring

Touring é sinônimo de estrada. São motos grandes, com carenagem que protege o corpo, assento largo e equipamentos que deixam a viagem mais confortável. Atendem a quem roda muitos quilômetros por ano, muitas vezes em dupla e com bagagem, e quer chegar descansado ao destino.

Na hora de comprar usada, não se assuste com o hodômetro: esse tipo de moto foi feito para acumular quilômetros. Assuste-se, sim, com revisões atrasadas, acessórios mal instalados, parte elétrica cheia de emendas e peças de acabamento quebradas, que costumam custar caro e demorar a chegar.

As versões da K 1600 em 2021

A K 1600 B não era a única K 1600 de 2021: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

  • K 1600 GTL 2021 (R$ 188.823): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da K 1600 B 2021

Medidas de manutenção da K 1600 B 2021, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma K 1600 B 2021 usada

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma K 1600 B, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas costumam ser caros, por isso entram na avaliação.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.

O que a idade pede na BMW K 1600 B 2021

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2021 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 5 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.

Todos os anos da K 1600 B

Anos-modelo da K 1600 B no catálogo, de 2025 a 2018, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2025 · R$ 266.750
  • 2024 · R$ 243.438
  • 2023 · R$ 235.856
  • 2022 · R$ 229.543
  • 2021 · R$ 185.721
  • 2020 · R$ 160.331
  • 2019 · R$ 133.799
  • 2018 · R$ 112.254

Ficha técnica da K 1600 B 2021

Medidas e especificações
Cilindrada1.649 cc
CombustívelGasolina
Bateria12V 16Ah conferido
Vela de igniçãoNGK LMAR8AI-8 conferido
Pneu dianteiro120/70ZR17 conferido
Pneu traseiro190/55ZR17 conferido
Óleo do motorSAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Lâmpada do farolLED integrado conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Sim
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da K 1600 B 2021

As peças desta moto são as da geração 2018–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da K 1600 B 2021?

Na referência de outubro de 2026, a BMW K 1600 B 2021 vale R$ 185.721 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a K 1600 B 2021?

Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 190/55ZR17.

Que óleo usar na K 1600 B 2021?

A referência para o motor é SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a K 1600 B 2021?

A K 1600 B 2021 tem 1.649 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.