BMW K 1600 GTL Exclusive 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma K 1600 GTL Exclusive usada.
- Touring
- 1.649 cc
- Gasolina
- ABS
FIPE 2016
R$ 121.620
- Moto
- BMW K 1600 GTL Exclusive
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2014–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803054-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a BMW K 1600 GTL Exclusive
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a BMW K 1600 GTL Exclusive 2016. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaA BMW K 1600 GTL Exclusive 2016 em resumo
A BMW K 1600 GTL Exclusive 2016 é uma touring de 1.649 cc. Ela pertence à geração 2014–2016, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por cardã, com eixo e engrenagens em banho de óleo. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Quanto vale a K 1600 GTL Exclusive 2016
Pela FIPE de outubro de 2026, a K 1600 GTL Exclusive ano 2016 está cotada em R$ 121.620. A do ano 2015 sai por R$ 94.292 (+29,0% de diferença).
Na comparação com as 13 motos touring 2016 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 12 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma touring
Touring é a moto feita para viajar: proteção aerodinâmica grande, banco confortável para piloto e garupa, malas laterais e, em muitos modelos, baú, som e controle de velocidade. O motor trabalha com folga em velocidade de estrada e a posição é ereta, pensada para passar muitas horas seguidas na estrada.
É uma moto pesada e grande, que pede experiência em manobras. Na usada, quilometragem alta é normal do tipo; o que importa é o histórico de revisões e o estado dos itens de conforto, das malas e de toda a parte elétrica.
O que muda entre as K 1600 2016
A K 1600 GTL Exclusive não era a única K 1600 de 2016: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- K 1600 GTL 2016 (R$ 104.969): farol LED (nesta: halógeno).
Peças e medidas da K 1600 GTL Exclusive 2016
Estas são as medidas que mais se procura para a K 1600 GTL Exclusive 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Vela de ignição: NGK LMAR8AI-8
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
- Óleo do motor: SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: xenônio (bi-xenon)
- Fluido de freio: DOT 4
Comprando uma BMW K 1600 GTL Exclusive 2016 usada: o que olhar
Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas raramente são baratos, por isso entram na avaliação.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
O que a idade pede na BMW K 1600 GTL Exclusive 2016
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2016 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 10 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 10 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da K 1600 GTL Exclusive ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
Todos os anos da K 1600 GTL Exclusive
Anos-modelo da K 1600 GTL Exclusive no catálogo, de 2016 a 2014, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da K 1600 GTL Exclusive 2016
| Cilindrada | 1.649 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Vela de ignição | NGK LMAR8AI-8 |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 |
| Óleo do motor | SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | xenônio (bi-xenon) |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Cardã |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da K 1600 GTL Exclusive 2016
As peças desta moto são as da geração 2014–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a K 1600 GTL Exclusive 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a BMW K 1600 GTL Exclusive 2016 vale R$ 121.620 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da K 1600 GTL Exclusive 2016?
A referência para o motor é SAE 5W-40 API SL | 4,5 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.
Qual pneu usa a K 1600 GTL Exclusive 2016?
Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 190/55ZR17.
Quantas cilindradas tem a K 1600 GTL Exclusive 2016?
A K 1600 GTL Exclusive 2016 tem 1.649 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
Uma moto 2016 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.