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Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998

Ficha técnica, preço FIPE e as 64 peças com página própria para a Electra Glide Classic FLHTC fabricada de 1995 a 1998. 1ª geração (Evolution 1340).

  • Touring
  • 1.584 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS) referência
Vela de ignição Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) referência
Pneu dianteiro MT90B16 referência
Pneu traseiro MT90B16 referência
Óleo do motor SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) referência
Filtro de ar papel seco referência
Lâmpada do farol H4 60/55W (halógeno) referência
Fluido de freio DOT 5 (silicone) referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998: visão geral

A Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC nos anos-modelo de 1995 a 1998 é uma touring de 1.584 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. É a 1ª de 4 gerações da Electra Glide Classic FLHTC no catálogo. 1ª geração (Evolution 1340).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 19.949 (1995) a R$ 34.748 (1998).

Ficha da Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998: o que os dados mudam na prática

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Entender a ficha da Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com o último litro.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Suspensão traseira bichoque. Dois amortecedores na traseira dividem o trabalho e dão conta de carga, por isso são comuns em motos de trabalho. O conforto em piso ruim é menor do que numa traseira com amortecedor central e curso longo, mas a manutenção é simples e a troca, fácil. Se houver regulagem, use as posições mais duras com garupa e as mais macias sozinho.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
  • Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Electra Glide Classic FLHTC, e isso muda o que levar na viagem.

A Electra Glide Classic FLHTC no dia a dia

A touring é a moto que encurta distâncias. Carenagem grande, para-brisa alto, banco largo para piloto e garupa e malas integradas tornam a viagem longa uma experiência confortável. O motor de 1.584 cc roda em velocidade de estrada com folga, e a estabilidade com carga total é o ponto forte.

Na cidade, o tamanho cobra. O peso e a largura das malas atrapalham no corredor e na garagem, e o calor do motor aparece no trânsito parado. Em piso ruim, a suspensão filtra bem, mas o peso pede velocidade baixa em buraco. Estrada de terra, só firme e com calma. Para trabalho e entregas, ela não faz sentido.

Bateria, pneus, vela e óleo da Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998

As medidas que a Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da Electra Glide Classic FLHTC, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Filtro de óleo. Trocar só o óleo e manter o filtro velho é colocar óleo limpo num circuito sujo. O manual diz em quais revisões o filtro entra, e vale seguir à risca. Na troca, aperte só com a mão e um pouco mais, para não amassar a vedação, e confira se não ficou nenhuma junta velha grudada no motor.
  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
  • Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e cheiro forte de combustível.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 43% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Na geração seguinte, Electra Glide Classic FLHTC 1999–2006, mudou:

  • Bateria: 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS) → 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS)
  • Vela: Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) → Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX)
  • Pneu dianteiro: MT90B16 → MT90B16 72H
  • Pneu traseiro: MT90B16 → MU85B16 77H
  • Óleo: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) → SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Checagem rápida e avisos da Electra Glide Classic FLHTC: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Harley-Davidson Electra Glide Classic FLHTC. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar lâmpada queimada do mesmo lado.
  • Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.

Acessórios para a Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Baú e bagageiro. Um bagageiro firme e um baú bem fixado transformam a Electra Glide Classic FLHTC em moto de carga: capacete, compras, mochila de trabalho e ferramentas viajam protegidos da chuva. Respeite o peso máximo indicado para o bagageiro e não exagere no tamanho do baú, que pega vento e muda o equilíbrio da moto. Com garupa, confira se o baú não empurra as costas dele.
  • Cavalete central. O cavalete central deixa a moto em pé e reta, com a roda traseira fora do chão. Facilita lubrificar e ajustar a corrente, calibrar, conferir o nível do óleo e estacionar em espaço apertado. Também é mais estável que o lateral em chão de terra. Peça um feito para o modelo e aprenda a técnica de subir, que pede jeito e não força.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Bolha ou para-brisa. Se a Electra Glide Classic FLHTC vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.

Perguntas frequentes

Qual a bateria da Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998?

A bateria indicada é 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) (1995-1996: H-D 66010-82; equiv. YTX24HL-BS).

Que óleo de motor usar na Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998?

A referência é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). O intervalo de troca está no manual.

Quanto custa uma Electra Glide Classic FLHTC 1995–1998?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 34.748, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A ficha da Electra Glide Classic FLHTC muda entre 1995–1998?

O período 1995–1998 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Quanto peso a Electra Glide Classic FLHTC pode levar?

A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.

O que é peso seco?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

Ficha técnica

Características
Cilindrada1.584 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Electra Glide Classic FLHTC por ano

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810008-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Electra Glide Classic FLHTC