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Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011

Ficha técnica, preço FIPE e as 65 peças com página própria para a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU fabricada de 2009 a 2011. 4ª geração (quadro novo, Twin Cam 96/103).

  • Touring
  • 1.690 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
  • ABS
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS) conferido
Vela de ignição Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) conferido
Pneu dianteiro 130/80B17 65H conferido
Pneu traseiro 180/65B16 81H conferido
Óleo do motor SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | 3,8 L (4 qt) com filtro conferido
Filtro de ar papel seco conferido
Lâmpada do farol H4 60/55W (halógeno) conferido
Fluido de freio DOT 4 conferido

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011

A Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic FLHTCU nos anos-modelo de 2009 a 2011 é uma touring de 1.690 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. É a 4ª de 4 gerações da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU no catálogo, a atual. 4ª geração (quadro novo, Twin Cam 96/103).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 56.278 (2009) a R$ 60.081 (2011).

Ficha da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011: o que os dados mudam na prática

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: sim
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011 significa na prática.

  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU, e isso muda o kit de emergência.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. Sem radiador de água, o motor depende do fluxo de ar e, no sistema ar/óleo, também do óleo circulando por um pequeno radiador. Menos peças, menos peso e menos manutenção. O lado fraco aparece em congestionamento longo em dia quente: a temperatura sobe, o motor fica mais áspero e o óleo trabalha no limite. Óleo no nível certo é ainda mais importante aqui.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
  • Acelerador eletrônico. Quando o acelerador é eletrônico, não há cabo entre o punho e o motor, só sensores. Isso dá à central a palavra final sobre quanto abrir, permitindo modos de potência, controle de tração e controle de velocidade. Não há folga de cabo para ajustar, mas conectores e sensores precisam estar protegidos de água e de mexidas malfeitas.
  • Suspensão traseira bichoque. Bichoque são os dois amortecedores traseiros, um de cada lado da roda. É uma solução simples, robusta e barata de manter, muito usada em motos de entrada, cubs e custom. Costuma ter curso menor que a monoamortecida e ser mais firme em buraco, mas aguenta bem peso. Muitos modelos oferecem regulagem de mola em posições, útil para garupa.
  • ABS. Com ABS, travar a roda deixa de ser o maior risco de uma freada de susto. Os sensores percebem quando a roda vai parar de girar e o sistema modula a pressão sozinho. Você sente uma pulsação no manete ou no pedal, que é normal. A ficha indica se o ABS atua só na frente ou nas duas rodas, e isso faz diferença.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.

A Electra Glide Ultra Classic FLHTCU no dia a dia

No uso real, a touring é feita para dias inteiros de estrada. Você chega ao destino menos cansado, o garupa viaja quase como num sofá e a bagagem cabe nas malas sem improviso. Equipamentos de conforto e proteção aerodinâmica deixam até a chuva e o frio mais toleráveis.

O contrapeso está nas manobras lentas e no estacionamento: empurrar a moto em rampa ou em chão de cascalho exige técnica e força. No trânsito urbano, o porte da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU é exagerado para o anda e para. E em estrada de chão, o peso e a distância do solo limitam. Na rodovia, porém, poucas motos fazem tão bem o que ela faz.

Peças de troca: as medidas da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU

As medidas que a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Manutenção da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU: o que cada sistema pede

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
  • Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
  • Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.

Os anos da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 6% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Em relação à geração anterior, Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2007–2008, mudou:

  • ABS: não → sim
  • Acelerador: por cabo → eletrônico
  • Pneu dianteiro: MT90B16 72H → 130/80B17 65H
  • Pneu traseiro: MU85B16 77H → 180/65B16 81H
  • Óleo: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | ~3,8 L (4 qt) com filtro → SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | 3,8 L (4 qt) com filtro

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

O que vigiar na Electra Glide Ultra Classic FLHTCU no dia a dia

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU.

  • Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto vagando na reta pede revisão de rolamentos e pneus.
  • Vazamentos e manchas no chão. Uma mancha nova no chão da garagem é o jeito mais fácil de pegar um vazamento no começo. A cor ajuda: óleo do motor é escuro, fluido de freio é claro e oleoso, líquido de arrefecimento costuma ser colorido e adocicado e combustível evapora deixando cheiro. Procure de onde vem antes que o nível chegue ao mínimo.
  • Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa antes de seguir.

Acessórios que fazem sentido na Electra Glide Ultra Classic FLHTCU

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão com a viseira molhada.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para imprevistos comuns.
  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.

Perguntas frequentes

Qual óleo vai na Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011?

A referência é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) | 3,8 L (4 qt) com filtro. O intervalo de troca está no manual.

Que bateria usa a Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011?

A bateria indicada é 12V 28Ah AGM selada (H-D 66010-97; equiv. Yuasa YIX30L-BS).

Qual o valor da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU 2009–2011 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 60.081, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Torque em baixa rotação é melhor?

A rotação do torque diz em que faixa o motor tem mais disposição. Quando ela é baixa, a pilotagem fica relaxada e a moto carrega peso com mais facilidade. Quando é alta, a moto é mais esperta em giro alto, mas cansa mais no anda e para. Para uso diário, torque cedo costuma agradar mais.

O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?

Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.

A potência da ficha é medida na roda ou no motor?

O número de catálogo vem do motor, medido na bancada. Até chegar ao chão, parte da força se perde no câmbio, na transmissão final e no pneu, e o resultado na roda fica abaixo do anunciado. Essa diferença é esperada e não indica defeito. Compare sempre medidas feitas do mesmo jeito.

Ficha técnica

Características
Cilindrada1.690 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU por ano

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810031-4. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Electra Glide Ultra Classic FLHTCU