Kawasaki Ninja 1000 2011
Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Ninja 1000 usada.
- Touring
- 1.043 cc
- Gasolina
- 138,0 cv
- ABS
FIPE 2011
R$ 37.442
- Moto
- Kawasaki Ninja 1000
- Ano-modelo
- 2011
- Geração
- 2011–2013
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (250 kPa / 2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (290 kPa / 2,90 kgf/cm²)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817056-8. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaNinja 1000 2011: o essencial
A Kawasaki Ninja 1000 2011 é uma touring de 1.043 cc. O ano-modelo 2011 faz parte da geração vendida de 2011 a 2013. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 138 cv a 9.600 rpm; o torque, 11,2 kgf.m a 7.800 rpm; o peso, 228 kg (em ordem de marcha; 231 kg com ABS); o tanque leva 19 litros. Isso dá cerca de 1,7 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
A Ninja 1000 2011 na tabela FIPE
O preço médio da Ninja 1000 2011 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 37.442. A Ninja 1000 2012 está em R$ 38.836. Comparada com a 2020 (R$ 55.337), a moto de 2011 custa 32% a menos: em média, perdeu 4,2% de valor a cada ano.
Na comparação com as 12 motos touring 2011 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 2 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A Ninja 1000 e o jeito touring de andar
Touring é a moto feita para viajar: proteção aerodinâmica grande, banco confortável para piloto e garupa, malas laterais e, em muitos modelos, baú, som e controle de velocidade. O motor trabalha com folga em velocidade de estrada e a posição é ereta, pensada para passar muitas horas seguidas na estrada.
É uma moto pesada e grande, que pede experiência em manobras. Na usada, quilometragem alta é normal do tipo; o que importa é o histórico de revisões e o estado dos itens de conforto, das malas e de toda a parte elétrica.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Ninja 1000 2011
Para a manutenção da Ninja 1000 2011, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 8Ah (YTX9-BS)
- Vela de ignição: NGK CR9EIA-9
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/50ZR17
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
- Filtro de ar: papel viscoso
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (250 kPa / 2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (290 kPa / 2,90 kgf/cm²)
Ninja 1000 2011 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Ninja 1000, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
- Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
A manutenção que uma Ninja 1000 2011 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Ninja 1000 2011.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 15 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 15 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Chicote e conectores. Uma moto de 15 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
Alternativas à Ninja 1000 2011
Quem procura uma Ninja 1000 2011 costuma comparar com outras motos touring do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- KTM 990 SM T 2011 · R$ 39.530 · 999 cc
- Yamaha XJ6 F 2011 · R$ 32.286 · 600 cc
- Honda VFR 1200F 2011 · R$ 43.302 · 1.237 cc
- BMW K 1300 GT 2011 · R$ 44.110 · 1.293 cc
- Suzuki GSX650F 2011 · R$ 28.495 · 656 cc
Todos os anos da Ninja 1000
A Ninja 1000 foi vendida em 10 anos-modelo, de 2011 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Ninja 1000 2011
| Cilindrada | 1.043 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 138 cv a 9.600 rpm conferido |
| Torque | 11,2 kgf.m a 7.800 rpm conferido |
| Peso | 228 kg (em ordem de marcha; 231 kg com ABS) conferido |
| Tanque | 19 litros conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa / 2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (290 kPa / 2,90 kgf/cm²) conferido |
| Bateria | 12V 8Ah (YTX9-BS) |
| Vela de ignição | NGK CR9EIA-9 |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 |
| Pneu traseiro | 190/50ZR17 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Ninja 1000 2011
As peças desta moto são as da geração 2011–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Ninja 1000 2011 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Ninja 1000 2011 vale R$ 37.442 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da Ninja 1000 2011?
A Ninja 1000 2011 tem 1.043 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos litros cabem no tanque da Ninja 1000 2011?
O tanque da Ninja 1000 2011 leva 19 litros.
Quanto pesa a Ninja 1000 2011?
O peso informado pelo fabricante é 228 kg (em ordem de marcha; 231 kg com ABS).
Qual o óleo da Ninja 1000 2011?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a potência da Ninja 1000 2011?
Pela ficha do fabricante, 138 cv a 9.600 rpm, com torque de 11,2 kgf.m a 7.800 rpm.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.
Vale a pena comprar uma Ninja 1000 2011 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
Uma moto 2011 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.