Suzuki GSX1100F 1993–1997
Ficha técnica, preço FIPE e as 67 peças com página própria para a GSX1100F fabricada de 1993 a 1997.
- Touring
- 1.127 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Suzuki GSX1100F
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Anunciar nesta páginaPeças da GSX1100F 1993–1997
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
GSX1100F 1993–1997: visão geral
A Suzuki GSX1100F nos anos-modelo de 1993 a 1997 é uma touring de 1.127 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.
Pela FIPE (outubro de 2026), uma GSX1100F desta geração custa entre R$ 12.156 e R$ 15.964, conforme o ano.
O que cada número da ficha da Suzuki GSX1100F 1993–1997 quer dizer
- Potência: 136 cv a 9.500 rpm (ficha de 1995)
- Torque: 107 Nm (10,9 kgf.m) a 7.000 rpm
- Peso: 244 kg (seco); 275 kg em ordem de marcha
- Tanque: 21 litros
- Altura do banco: 795 mm
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 1,8 kg/cv
Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da GSX1100F 1993–1997 significa na prática.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que dobram menos as pernas.
- Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
- Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força disponível.
- Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
- Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e acaba com coroa e pinhão.
Cidade, estrada e garupa com a GSX1100F
A touring é a moto que encurta distâncias. Carenagem grande, para-brisa alto, banco largo para piloto e garupa e malas integradas tornam a viagem longa uma experiência confortável. O motor de 1.127 cc roda em velocidade de estrada com folga, e a estabilidade com carga total é o ponto forte.
Na cidade, o tamanho cobra. O peso e a largura das malas atrapalham no corredor e na garagem, e o calor do motor aparece no trânsito parado. Em piso ruim, a suspensão filtra bem, mas o peso pede velocidade baixa em buraco. Estrada de terra, só firme e com calma. Para trabalho e entregas, ela não faz sentido.
Bateria, pneus, vela e óleo da GSX1100F 1993–1997
As medidas que a GSX1100F 1993–1997 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Fluido de freio: DOT 4
O que revisar na Suzuki GSX1100F 1993–1997 e quando pensar em cada item
O manual da Suzuki GSX1100F traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras de tempos em tempos.
- Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
- Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
- Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
- Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
- Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
Preço FIPE de cada ano da geração
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- GSX1100F 1997: R$ 15.964
- GSX1100F 1996: R$ 14.950
- GSX1100F 1995: R$ 14.298
- GSX1100F 1994: R$ 12.927
- GSX1100F 1993: R$ 12.156
O ano mais antigo da geração vale 24% menos que o mais novo na tabela.
O que vigiar na GSX1100F no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Suzuki GSX1100F. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
- Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
Acessórios para a GSX1100F 1993–1997: o que ajuda de verdade
Antes de encher a Suzuki GSX1100F de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.
- Bolha ou para-brisa. Se a GSX1100F vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
- Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
- Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada afrouxa as cintas.
Perguntas frequentes
Qual a altura do banco da GSX1100F 1993–1997?
A altura do banco é de 795 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Quantos litros tem o tanque da GSX1100F 1993–1997?
O tanque da GSX1100F desses anos comporta 21 litros.
Qual a potência da GSX1100F 1993–1997?
Segundo o fabricante, 136 cv a 9.500 rpm (ficha de 1995).
Quantos quilos tem a GSX1100F 1993–1997?
A ficha do fabricante informa 244 kg (seco); 275 kg em ordem de marcha.
A velocidade máxima da ficha é real?
Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.
O que é peso seco?
Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.
A ficha da GSX1100F muda entre 1993–1997?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
Ficha técnica
| Cilindrada | 1.127 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 136 cv a 9.500 rpm (ficha de 1995) |
| Torque | 107 Nm (10,9 kgf.m) a 7.000 rpm |
| Peso | 244 kg (seco); 275 kg em ordem de marcha |
| Tanque | 21 litros |
| Altura do banco | 795 mm |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | A ar e óleo |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da GSX1100F por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| GSX1100F 1997 | R$ 15.964 |
| GSX1100F 1996 | R$ 14.950 |
| GSX1100F 1995 | R$ 14.298 |
| GSX1100F 1994 | R$ 12.927 |
| GSX1100F 1993 | R$ 12.156 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825012-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.