Suzuki GSX750F 1998–2009
Ficha técnica, preço FIPE e as 68 peças com página própria para a GSX750F fabricada de 1998 a 2009. 2ª geração (reestilização completa).
- Touring
- 748 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Suzuki GSX750F
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Anunciar nesta páginaPeças da GSX750F 1998–2009
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Suzuki GSX750F 1998–2009
A Suzuki GSX750F nos anos-modelo de 1998 a 2009 é uma touring de 748 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. No catálogo, a GSX750F tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (reestilização completa).
Pela FIPE (outubro de 2026), uma GSX750F desta geração custa entre R$ 19.511 e R$ 27.175, conforme o ano.
O que cada número da ficha da Suzuki GSX750F 1998–2009 quer dizer
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Suzuki GSX750F ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
- Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo em marcha lenta.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
- Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
Cidade, estrada e garupa com a GSX750F
A touring vive na estrada. Com o motor trabalhando baixo, a proteção contra o vento e um banco pensado para horas seguidas, a moto engole quilômetros sem esforço. Com garupa e malas cheias, segue estável, e a suspensão absorve as imperfeições do asfalto com conforto.
Os limites são os de qualquer moto grande. Na cidade, o tamanho atrapalha, o calor incomoda e a manobra pede atenção. Em piso ruim, o peso faz cada buraco exigir cuidado com rodas e suspensão. Tombos parados em chão inclinado são comuns. Para quem viaja muito, porém, esses incômodos ficam pequenos diante do conforto que ela oferece.
Bateria, pneus, vela e óleo da GSX750F 1998–2009
Na hora de comprar peça para a GSX750F desses anos, estas são as referências da ficha:
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da GSX750F: o que cada sistema pede
O manual da Suzuki GSX750F traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Aletas e ventilação do motor. Sem líquido, a temperatura depende do ar circulando pelas aletas. Mantenha essa área limpa, principalmente depois de rodar em terra e lama, e evite acessórios que tampem a frente do motor. Óleo no nível e na especificação certos também ajudam a controlar o calor. Se houver radiador de óleo, cuide para não amassar a colmeia.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
- Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
- Fluido de freio. Olhe o visor do reservatório: o nível cai aos poucos conforme as pastilhas gastam, e fluido escuro é sinal de troca atrasada. A substituição segue o intervalo do manual, com o tipo DOT indicado na tampa. Não misture tipos diferentes e cuidado para não respingar na pintura, que o fluido mancha.
- Pastilhas de freio. Chiado metálico ao frear, manete indo mais longe ou freio fraco indicam pastilha no fim. A inspeção entra em toda revisão do manual, mas você pode acompanhar entre elas. Na troca, a oficina limpa a pinça e lubrifica os pinos; pastilha nova em pinça travada gasta torto e dura pouco.
A GSX750F 1998–2009 ano a ano
Valor de cada ano da GSX750F 1998–2009 na FIPE. O link leva à página do ano:
- GSX750F 2009: R$ 27.175
- GSX750F 2008: R$ 26.512
- GSX750F 2007: R$ 25.865
- GSX750F 2006: R$ 25.234
- GSX750F 2005: R$ 24.618
- GSX750F 2004: R$ 22.629
- GSX750F 2003: R$ 22.077
- GSX750F 2002: R$ 21.538
- GSX750F 2001: R$ 21.012
- GSX750F 2000: R$ 20.499
- GSX750F 1999: R$ 19.999
- GSX750F 1998: R$ 19.511
O ano mais antigo da geração vale 28% menos que o mais novo na tabela.
A GSX750F 1998–2009 e as outras gerações
Na comparação com a geração anterior (GSX750F 1994–1997), a ficha do catálogo não mostra diferença nos itens técnicos principais; as mudanças foram de outra natureza, como visual ou acabamento.
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
O que vigiar na GSX750F no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Suzuki GSX750F. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só umidade, e é normal.
- Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
- Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa imediatamente.
- Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
O que vale instalar na Suzuki GSX750F
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a GSX750F, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Bolha ou para-brisa. Se a GSX750F vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
- Protetor de motor e de carenagem. O protetor de motor, aquela barra de aço presa ao quadro, absorve o impacto num tombo parado ou em velocidade baixa e protege tanque, tampas do motor e carenagem. Em motos altas e pesadas, ele evita estragos comuns em manobra. Escolha peça feita para o modelo, com fixação firme, e confira se não atrapalha os pés ao pilotar.
- Suporte de celular. Para quem faz entregas ou usa navegação, o suporte de celular é quase obrigatório. Escolha um firme, que não balance, e com sistema que absorva vibração, porque ela pode estragar a câmera do aparelho. Instale de modo que não atrapalhe o giro do guidão nem cubra o painel, e não mexa no celular em movimento.
- Faróis auxiliares. Para quem viaja ou roda em estrada sem iluminação, auxiliares fazem diferença. Eles abrem o facho e aumentam a visibilidade da moto. O cuidado é elétrico: consumo acima do que o alternador entrega descarrega a bateria. Prefira modelos de LED, que gastam menos, e uma instalação com relé e fusível.
Perguntas frequentes
Qual o valor da GSX750F 1998–2009 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 27.175, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
A ficha da GSX750F muda entre 1998–2009?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?
Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.
Quanto peso a GSX750F pode levar?
A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.
Ficha técnica
| Cilindrada | 748 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | A ar e óleo |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da GSX750F por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| GSX750F 2009 | R$ 27.175 |
| GSX750F 2008 | R$ 26.512 |
| GSX750F 2007 | R$ 25.865 |
| GSX750F 2006 | R$ 25.234 |
| GSX750F 2005 | R$ 24.618 |
| GSX750F 2004 | R$ 22.629 |
| GSX750F 2003 | R$ 22.077 |
| GSX750F 2002 | R$ 21.538 |
| GSX750F 2001 | R$ 21.012 |
| GSX750F 2000 | R$ 20.499 |
| GSX750F 1999 | R$ 19.999 |
| GSX750F 1998 | R$ 19.511 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825013-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da GSX750F
- 1998–2009
- 1994–1997