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Honda XRE 190 2016–2026

Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a XRE 190 fabricada de 2016 a 2026.

  • Trail
  • 184 cc
  • Flex
  • Injeção eletrônica
  • ABS
Honda XRE 190
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) referência
Vela de ignição NGK CPR8EA-9 referência
Pneu dianteiro 90/90-19 M/C 52P referência
Pneu traseiro 110/90-17 M/C 60P referência
Relação (kit) passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos conferido
Óleo do motor SAE 10W-30 API SL JASO MA | 1,0 L na troca conferido
Filtro de ar papel viscoso referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda XRE 190

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Peças da XRE 190 2016–2026

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

XRE 190 2016–2026: visão geral

A Honda XRE 190 nos anos-modelo de 2016 a 2026 é uma trail de 184 cc, que aceita gasolina e etanol. Os dados abaixo valem para todo esse período.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma XRE 190 desta geração custa entre R$ 14.958 e R$ 26.059, conforme o ano.

Ficha da XRE 190 2016–2026: o que os dados mudam na prática

  • Potência: 15,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 16,0 cv a 8.000 rpm (etanol) (manual 2025)
  • Torque: 1,65 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina) / 1,66 kgf.m a 6.000 rpm (etanol)
  • Peso: 128 kg (seco)
  • Tanque: 12,0 litros (reserva de aprox. 2,9 L)
  • Altura do banco: 836 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: sim
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 8,0 kg/cv

Entender a ficha da Honda XRE 190 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Freio a tambor. O tambor usa lonas que se abrem por dentro de uma peça redonda presa à roda. É simples, barato de manter e dura bastante, por isso é comum no freio traseiro das motos de entrada e, em algumas, também na frente. Em troca, freia com menos força, esquenta mais em descida longa e perde eficiência por um tempo depois de passar por alagamento.
  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo em marcha lenta.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz toda a diferença.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
  • Potência e rotação. Olhe sempre o par: cv e rpm. Um motor que chega ao máximo em giro baixo é mais tranquilo no trânsito; um que só entrega tudo lá em cima pede marcha reduzida e mão pesada. Quando a moto é flex, há geralmente um valor para gasolina e outro para etanol, que costuma render um pouco mais de potência em troca de mais consumo.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a XRE 190 tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.

Como a XRE 190 se comporta no uso

Na prática, a trail é uma street que aprendeu a andar fora do asfalto. Ela vai ao centro, estaciona, carrega garupa e, quando o calçamento acaba, segue em frente sem que você precise reduzir a velocidade até quase parar. Para entregas em bairros sem pavimento e para quem mora em zona rural, é a escolha natural.

Onde ela sofre é no extremo dos dois mundos. Em trilha pesada, o peso e o pneu de uso misto cobram; no asfalto de estrada, o vento, a suspensão macia e o pneu de cravo limitam o ritmo e o conforto. No meio do caminho, que é onde a maioria roda, poucas motos são tão versáteis.

Bateria, pneus, vela e óleo da XRE 190 2016–2026

As medidas que a XRE 190 2016–2026 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Manutenção da XRE 190: o que cada sistema pede

Manter a XRE 190 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Corrente, coroa e pinhão. A corrente pede limpeza e lubrificação frequentes, além de ajuste de folga no intervalo do manual. Quando chegar a hora da troca, mude corrente, coroa e pinhão juntos, porque peças novas com velhas se desgastam rápido. Sinais de fim de vida: dentes da coroa em forma de gancho, corrente que sai da coroa quando puxada e elos duros.
  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga conta muito sobre a carburação e o estado do motor.
  • Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, freando com suavidade nos primeiros dias.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.

A XRE 190 2016–2026 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 43%.

Checagem rápida e avisos da XRE 190: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda XRE 190. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.
  • Luz do ABS. Luz do ABS acesa depois de começar a rodar significa que o sistema detectou falha e saiu de cena. Você continua tendo freio, mas sem a proteção contra travamento. Confira se o sensor e o anel dentado das rodas estão limpos e sem danos e leve a moto para diagnóstico. Pneu de medida diferente da original também pode confundir o sistema.
  • Nível do fluido de freio. O reservatório do freio dianteiro fica no guidão e tem um visor ou marcas de nível. Com a moto reta, o fluido deve estar entre o mínimo e o máximo. O nível baixa um pouco conforme as pastilhas gastam, o que é normal. Queda rápida indica vazamento. Fluido escuro mostra que a troca está atrasada.
  • Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.

Acessórios para a XRE 190 2016–2026: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a XRE 190 2016–2026, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que inflam com o vento em velocidade.
  • Faróis auxiliares. Para quem viaja ou roda em estrada sem iluminação, auxiliares fazem diferença. Eles abrem o facho e aumentam a visibilidade da moto. O cuidado é elétrico: consumo acima do que o alternador entrega descarrega a bateria. Prefira modelos de LED, que gastam menos, e uma instalação com relé e fusível.
  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Antena corta-pipa. Em muitas cidades, linha de pipa com cerol é perigo real para quem anda de moto. A antena corta-pipa, instalada no guidão, intercepta a linha antes do corpo do piloto. Escolha uma com lâmina na ponta e altura acima do capacete e confira a fixação de tempos em tempos, porque a vibração afrouxa.

Perguntas frequentes

Quantos litros tem o tanque da XRE 190 2016–2026?

O tanque da XRE 190 desses anos comporta 12,0 litros (reserva de aprox. 2,9 L).

A XRE 190 2016–2026 é alta?

A altura do banco é de 836 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Quantos cv tem a XRE 190 2016–2026?

Segundo o fabricante, 15,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 16,0 cv a 8.000 rpm (etanol) (manual 2025).

Qual o peso da XRE 190 2016–2026?

A ficha do fabricante informa 128 kg (seco).

Qual a autonomia da XRE 190?

Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.

A ficha da XRE 190 muda entre 2016–2026?

O período 2016–2026 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.

Ficha técnica

Características
Cilindrada184 cc
CombustívelFlex
Potência15,9 cv a 8.000 rpm (gasolina) / 16,0 cv a 8.000 rpm (etanol) (manual 2025) conferido
Torque1,65 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina) / 1,66 kgf.m a 6.000 rpm (etanol) conferido
Peso128 kg (seco) conferido
Tanque12,0 litros (reserva de aprox. 2,9 L) conferido
Altura do banco836 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da XRE 190 por ano

Ano-modeloPreço médio
XRE 190 2026R$ 26.059
XRE 190 2025R$ 25.134
XRE 190 2024R$ 22.360
XRE 190 2023R$ 21.180
XRE 190 2022R$ 20.063
XRE 190 2021R$ 19.173
XRE 190 2020R$ 17.893
XRE 190 2019R$ 17.158
XRE 190 2018R$ 16.481
XRE 190 2017R$ 15.791
XRE 190 2016R$ 14.958

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811141-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.