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SBM Storm 200 EFI 2026–2027

Ficha técnica, preço FIPE e as 68 peças com página própria para a Storm 200 EFI fabricada de 2026 a 2027.

  • Trail
  • 200 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica

Resposta rápida

SBM Storm 200 EFI 2026–2027: trail de 200 cc. Preço FIPE de R$ 20.012 (2026) a R$ 20.666 (2027), em outubro de 2026.

Motor
200 cc
Calibragem
26 psi na frente, 29 psi atrás
Pneus
100/80-17 na frente, 130/70-17 atrás
Lâmpada do farol
LED integrado

Ficha técnica · FIPE por ano · Peças

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 100/80-17 conferido
Pneu traseiro 130/70-17 conferido
Lâmpada do farol LED integrado referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a SBM Storm 200 EFI

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Peças da Storm 200 EFI 2026–2027

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Na Storm 200, em todas as versões e anos: pastilha de freio dianteira.

A SBM Storm 200 EFI 2026–2027

Entre 2026 e 2027, a Storm 200 EFI manteve a mesma base técnica: uma trail de 200 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 20.012 (2026) a R$ 20.666 (2027).

O que cada número da ficha da SBM Storm 200 EFI 2026–2027 quer dizer

  • Calibragem dos pneus: só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 29 psi / com garupa: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Storm 200 EFI e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
  • Farol de LED. Com LED, você enxerga melhor à noite e o farol quase não pesa na bateria. A durabilidade é alta, mas a peça não tem lâmpada avulsa, então dano por queda ou umidade pede substituição do módulo. Confira a altura do facho depois de instalar baú ou levar garupa, porque a moto inclina e o farol pode subir demais.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença aparece mais em ultrapassagem e subida.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força disponível.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.

A Storm 200 EFI no dia a dia

A trail é a moto que não escolhe caminho. A suspensão de curso longo e a roda dianteira maior engolem buraco, lombada e calçamento ruim sem sustos, e a posição alta dá ótima visão do trânsito. Na cidade, o guidão largo ajuda nas manobras, embora o banco alto exija mais de quem tem perna curta.

Em estrada de terra, é onde a Storm 200 EFI mostra o porquê do tipo: cascalho e chão batido viram passeio. Com garupa, a suspensão macia afunda mais e pede ajuste. No asfalto rápido, o pneu de uso misto e o vento limitam o ritmo. Para quem trabalha no interior ou enfrenta rua castigada todos os dias, faz muito sentido.

Medidas das peças da Storm 200 EFI 2026–2027

Referências de manutenção da Storm 200 EFI 2026–2027, peça por peça:

Plano de manutenção da Storm 200 EFI, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Storm 200 EFI 2026–2027, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
  • Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
  • Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.

A Storm 200 EFI 2026–2027 ano a ano

Valor de cada ano da Storm 200 EFI 2026–2027 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 3% menos que o mais novo na tabela.

O que vigiar na Storm 200 EFI no dia a dia

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da SBM Storm 200 EFI. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
  • Corrente: barulho e folga. Preste atenção a ruídos vindos da traseira: estalos ritmados, batidas e chiado contínuo quase sempre são da corrente. Uma folga fora do especificado dá trancos na troca de marcha e pode fazer a corrente sair da coroa. Ajuste e lubrifique conforme o manual e troque o kit inteiro quando estiver gasto.
  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.
  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.

O que vale instalar na SBM Storm 200 EFI

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Storm 200 EFI 2026–2027, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Capa para moto. Sol forte resseca banco e plásticos e desbota a pintura; chuva e poeira aceleram a corrosão. Para quem guarda a moto fora de garagem, a capa vale cada centavo. Prefira tecido respirável e tamanho próprio, espere o escapamento esfriar antes de cobrir e use a capa também como camada extra contra olhares curiosos.
  • Faróis auxiliares. Faróis auxiliares iluminam as laterais da estrada e ajudam você a ser visto, o que é útil em viagens noturnas, neblina e estrada de chão. A instalação precisa de relé, fusível e chave própria, e a potência total deve caber no que o sistema de carga da moto gera. Regule para não ofuscar outros motoristas.
  • Suporte de celular. Para quem faz entregas ou usa navegação, o suporte de celular é quase obrigatório. Escolha um firme, que não balance, e com sistema que absorva vibração, porque ela pode estragar a câmera do aparelho. Instale de modo que não atrapalhe o giro do guidão nem cubra o painel, e não mexa no celular em movimento.

Perguntas frequentes

Qual o valor da Storm 200 EFI 2026–2027 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 20.666, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A ficha da Storm 200 EFI muda entre 2026–2027?

O período 2026–2027 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Quanto a Storm 200 EFI roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Por que a moto rende menos que a potência anunciada?

A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.

Ficha técnica

Características
Cilindrada200 cc
CombustívelGasolina
Calibragem dos pneussó piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 29 psi / com garupa: dianteiro 29 psi; traseiro 33 psi
MotorQuatro tempos
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
AceleradorPor cabo

Preço FIPE da Storm 200 EFI por ano

Ano-modeloPreço médio
Storm 200 EFI 2027R$ 20.666
Storm 200 EFI 2026R$ 20.012

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 704011-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

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