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Shineray SHI 175 S EFI 2026

Preço FIPE do ano-modelo 2026, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma SHI 175 S EFI usada.

  • Trail
  • 175 cc
  • Gasolina
  • 16,3 cv
  • ABS
Shineray SHI 175 S EFI 2026
Imagem ilustrativa.

FIPE 2026

R$ 15.108

Moto
Shineray SHI 175 S EFI
Ano-modelo
2026
Geração
2024–2026
Calibragem
só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850044-4. Preço médio de anúncio no país.

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A Shineray SHI 175 S EFI 2026 em resumo

A Shineray SHI 175 S EFI 2026 é uma trail de 175 cc. O ano-modelo 2026 faz parte da geração vendida de 2024 a 2026. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a SHI 175 S EFI depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 16,31 cv a 7.500 rpm; o torque, 18 N.m a 6.000 rpm; o tanque leva 15 litros; o banco fica a 845 mm do chão.

A SHI 175 S EFI 2026 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Shineray SHI 175 S EFI 2026 vale R$ 15.108. A do ano 2025 sai por R$ 13.408 (+12,7% de diferença).

Na comparação com as 30 motos trail 2026 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 2 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto trail

A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.

Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.

O que muda entre as SHI 175 2026

Em 2026, a família SHI 175 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • SHI 175 2026 (R$ 13.983): abs não (nesta: sim); freio combinado (cbs) sim (nesta: não); alimentação carburador (nesta: injeção eletrônica).

Medidas de manutenção da SHI 175 S EFI 2026

Medidas de manutenção da SHI 175 S EFI 2026, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Shineray SHI 175 S EFI 2026 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma SHI 175 S EFI, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.

A manutenção que uma SHI 175 S EFI 2026 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a SHI 175 S EFI 2026.

  • Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Desgaste que não espera o calendário. Ser quase nova não garante que a moto rodou pouco. Com uso intenso, pneus, pastilhas, transmissão e até a bateria podem chegar à primeira troca já nos primeiros anos. Olhe esses itens como olharia numa moto mais velha e compare o desgaste com a quilometragem do painel: as duas coisas precisam combinar.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte principalmente pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.

Outras motos trail 2026 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos trail 2026 com valor FIPE perto do da SHI 175 S EFI.

Outros anos da SHI 175 S EFI

A SHI 175 S EFI foi vendida em 3 anos-modelo, de 2024 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2026 · R$ 15.108
  • 2025 · R$ 13.408
  • 2024 · R$ 12.684

Ficha técnica da SHI 175 S EFI 2026

Medidas e especificações
Cilindrada175 cc
CombustívelGasolina
Potência16,31 cv a 7.500 rpm conferido
Torque18 N.m a 6.000 rpm conferido
Tanque15 litros conferido
Altura do banco845 mm conferido
Calibragem dos pneussó piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi conferido
Bateria12V 7Ah (selada) conferido
Vela de igniçãoNGK DR8EA conferido
Pneu dianteiro90/90-19 conferido
Pneu traseiro100/90-17 conferido
Óleo do motorSAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,1 L na troca conferido
Lâmpada do farolLED integrado conferido
Fluido de freioDOT 3 conferido
Óleo de bengalaSAE 10W fork oil | 171 ml por tubo
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolLED
LanternaLED
PiscasLED
AceleradorPor cabo

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da SHI 175 S EFI 2026

As peças desta moto são as da geração 2024–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da SHI 175 S EFI 2026?

Na referência de outubro de 2026, a Shineray SHI 175 S EFI 2026 vale R$ 15.108 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a SHI 175 S EFI 2026?

A SHI 175 S EFI 2026 tem 175 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Que óleo usar na SHI 175 S EFI 2026?

A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,1 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas libras vai no pneu da SHI 175 S EFI 2026?

Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual pneu usa a SHI 175 S EFI 2026?

Dianteiro 90/90-19 e traseiro 100/90-17.

Qual a capacidade do tanque da SHI 175 S EFI 2026?

O tanque da SHI 175 S EFI 2026 leva 15 litros.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.