Shineray SHI 175 2025
Preço FIPE do ano-modelo 2025, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma SHI 175 usada.
- Trail
- 175 cc
- Gasolina
- 15,6 cv
FIPE 2025
R$ 12.868
- Moto
- Shineray SHI 175
- Ano-modelo
- 2025
- Geração
- 2023–2026
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 28 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850031-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Shineray SHI 175
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Anunciar nesta páginaA Shineray SHI 175 2025 em resumo
A SHI 175 2025, da Shineray, é uma trail de 175 cc. O ano-modelo 2025 faz parte da geração vendida de 2023 a 2026. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Em números, a potência é de 15,63 cv a 8.500 rpm; o torque, 14 N.m a 6.500 rpm; o peso, 129 kg (líquido) / 145 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 14,5 litros (incluindo reserva de 3,5 L; o texto do manual cita 15 litros); o banco fica a 875 mm do chão. Isso dá cerca de 8,3 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Preço FIPE da SHI 175 2025
Pela FIPE de outubro de 2026, a SHI 175 ano 2025 está cotada em R$ 12.868. A do ano 2024 sai por R$ 11.921 (+7,9% de diferença); a SHI 175 2026 está em R$ 13.983. Comparada com a 2026 (R$ 13.983), a moto de 2025 custa 8% a menos: em média, perdeu 8,0% de valor a cada ano.
Na comparação com as 23 motos trail 2025 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 0 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A SHI 175 e o jeito trail de andar
Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.
Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.
As versões da SHI 175 em 2025
A SHI 175 não era a única SHI 175 de 2025: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- SHI 175 S EFI 2025 (R$ 13.408): abs sim (nesta: não); freio combinado (cbs) não (nesta: sim); alimentação injeção eletrônica (nesta: carburador).
Medidas de manutenção da SHI 175 2025
Medidas de manutenção da SHI 175 2025, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 6,5Ah (selada; manutenção cita 7Ah) (conferida)
- Vela de ignição: NGK DR8EA (conferida)
- Pneu dianteiro: 90/90-19 (conferida)
- Pneu traseiro: 110/90-19 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,1 L na troca (1,2 L com limpeza do filtro) (conferida)
- Filtro de ar: espuma (conferida)
- Lâmpada do farol: LED integrado (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (manutenção cita DOT 3) (conferida)
- Óleo de bengala: SAE 10W fork oil | 171 ml por tubo
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 28 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa)
Comprando uma Shineray SHI 175 2025 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
Cuidados que acompanham uma moto 2025
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a SHI 175 2025.
- Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte principalmente pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
- Desgaste que não espera o calendário. Ser quase nova não garante que a moto rodou pouco. Com uso intenso, pneus, pastilhas, transmissão e até a bateria podem chegar à primeira troca já nos primeiros anos. Olhe esses itens como olharia numa moto mais velha e compare o desgaste com a quilometragem do painel: as duas coisas precisam combinar.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
A SHI 175 em outros anos
A SHI 175 foi vendida em 4 anos-modelo, de 2023 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da SHI 175 2025
| Cilindrada | 175 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 15,63 cv a 8.500 rpm conferido |
| Torque | 14 N.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 129 kg (líquido) / 145 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 14,5 litros (incluindo reserva de 3,5 L; o texto do manual cita 15 litros) conferido |
| Altura do banco | 875 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 28 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 6,5Ah (selada; manutenção cita 7Ah) conferido |
| Vela de ignição | NGK DR8EA conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-19 conferido |
| Pneu traseiro | 110/90-19 conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,1 L na troca (1,2 L com limpeza do filtro) conferido |
| Filtro de ar | espuma conferido |
| Lâmpada do farol | LED integrado conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 (manutenção cita DOT 3) conferido |
| Óleo de bengala | SAE 10W fork oil | 171 ml por tubo |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da SHI 175 2025
As peças desta moto são as da geração 2023–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da SHI 175 2025?
Na referência de outubro de 2026, a Shineray SHI 175 2025 vale R$ 12.868 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na SHI 175 2025?
A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 1,1 L na troca (1,2 L com limpeza do filtro). Confira no manual o prazo de troca.
Qual a capacidade do tanque da SHI 175 2025?
O tanque da SHI 175 2025 leva 14,5 litros (incluindo reserva de 3,5 L; o texto do manual cita 15 litros).
Quantos cavalos tem a SHI 175 2025?
Pela ficha do fabricante, 15,63 cv a 8.500 rpm, com torque de 14 N.m a 6.500 rpm.
Qual a cilindrada da SHI 175 2025?
A SHI 175 2025 tem 175 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual pneu usa a SHI 175 2025?
Dianteiro 90/90-19 e traseiro 110/90-19.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.