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Yamaha XTZ 150 Crosser E 2014

Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 150 Crosser E usada.

  • Trail
  • 149 cc
  • Flex

FIPE 2014

R$ 11.661

Moto
Yamaha XTZ 150 Crosser E
Ano-modelo
2014
Geração
2014–2017
Calibragem
dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (só piloto) / 28 psi (190 kPa, com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827092-9. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a XTZ 150 Crosser E 2014

Do ano-modelo 2014, a Yamaha XTZ 150 Crosser E é uma trail de 149 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2014 faz parte da geração vendida de 2014 a 2017. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.

Pelos números do fabricante, o peso, 131 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 12 litros (reserva de 3,0 L).

Quanto vale a XTZ 150 Crosser E 2014

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 150 Crosser E 2014 vale R$ 11.661. A XTZ 150 Crosser E 2015 está em R$ 12.332. Comparada com a 2017 (R$ 13.373), a moto de 2014 custa 13% a menos: em média, perdeu 4,5% de valor a cada ano.

Na comparação com as 19 motos trail 2014 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 9 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A XTZ 150 Crosser E e o jeito trail de andar

Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.

Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.

As versões da Crosser 150 em 2014

A XTZ 150 Crosser E não era a única Crosser 150 de 2014: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

Peças e medidas da XTZ 150 Crosser E 2014

Medidas de manutenção da XTZ 150 Crosser E 2014, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma XTZ 150 Crosser E 2014 usada

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 150 Crosser E, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.

A manutenção que uma XTZ 150 Crosser E 2014 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XTZ 150 Crosser E 2014.

  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 12 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da XTZ 150 Crosser E ainda for a original, numa moto de 12 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 12 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.

Gasolina ou etanol na XTZ 150 Crosser E

Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.

Documentos e negociação da XTZ 150 Crosser E 2014

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Motos parecidas com a XTZ 150 Crosser E 2014

Para comparar: motos trail 2014 com valor FIPE perto do da XTZ 150 Crosser E.

Outros anos da XTZ 150 Crosser E

A XTZ 150 Crosser E foi vendida em 4 anos-modelo, de 2014 a 2017. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 150 Crosser E 2014

Medidas e especificações
Cilindrada149 cc
CombustívelFlex
Peso131 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque12 litros (reserva de 3,0 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (só piloto) / 28 psi (190 kPa, com garupa) conferido
Bateria12V 5,0Ah conferido
Vela de igniçãoNGK MR8D
Pneu dianteiro90/90-19 M/C 52P
Pneu traseiro110/90-17 M/C 60P
Relação (kit)passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro
Filtro de arpapel seco
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 150 Crosser E 2014

As peças desta moto são as da geração 2014–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XTZ 150 Crosser E 2014?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 150 Crosser E 2014 vale R$ 11.661 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas libras vai no pneu da XTZ 150 Crosser E 2014?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (só piloto) / 28 psi (190 kPa, com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a medida do pneu da XTZ 150 Crosser E 2014?

Dianteiro 90/90-19 M/C 52P e traseiro 110/90-17 M/C 60P.

Qual o óleo da XTZ 150 Crosser E 2014?

A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Quanto pesa a XTZ 150 Crosser E 2014?

O peso informado pelo fabricante é 131 kg (em ordem de marcha).

Qual a capacidade do tanque da XTZ 150 Crosser E 2014?

O tanque da XTZ 150 Crosser E 2014 leva 12 litros (reserva de 3,0 L).

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.