Yamaha XTZ 150 Crosser Z 2018–2026
Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a XTZ 150 Crosser Z fabricada de 2018 a 2026. Geração única (S/Z desde 2018; LED/painel digital 2023).
- Trail
- 149 cc
- Flex
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Vela de ignição | NGK MR8D | conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-19 M/C 52P | conferido |
| Pneu traseiro | 110/90-17 M/C 60P | conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos | conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro | conferido |
| Filtro de ar | papel seco | conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 | conferido |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 150 Crosser Z
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha XTZ 150 Crosser Z 2018–2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Yamaha XTZ 150 Crosser Z 2018–2026
A Yamaha XTZ 150 Crosser Z nos anos-modelo de 2018 a 2026 é uma trail de 149 cc, que aceita gasolina e etanol. Os dados abaixo valem para todo esse período. Geração única (S/Z desde 2018; LED/painel digital 2023).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 13.671 (2018) a R$ 21.510 (2026).
Ficha da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026: o que os dados mudam na prática
- Tanque: 12 litros (reserva de 3,0 L)
- Calibragem dos pneus: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 significa na prática.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar o peso extra de uma viagem.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
- ABS. Com ABS, travar a roda deixa de ser o maior risco de uma freada de susto. Os sensores percebem quando a roda vai parar de girar e o sistema modula a pressão sozinho. Você sente uma pulsação no manete ou no pedal, que é normal. A ficha indica se o ABS atua só na frente ou nas duas rodas, e isso faz diferença.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
A XTZ 150 Crosser Z no dia a dia
Na prática, a trail é uma street que aprendeu a andar fora do asfalto. Ela vai ao centro, estaciona, carrega garupa e, quando o calçamento acaba, segue em frente sem que você precise reduzir a velocidade até quase parar. Para entregas em bairros sem pavimento e para quem mora em zona rural, é a escolha natural.
Onde ela sofre é no extremo dos dois mundos. Em trilha pesada, o peso e o pneu de uso misto cobram; no asfalto de estrada, o vento, a suspensão macia e o pneu de cravo limitam o ritmo e o conforto. No meio do caminho, que é onde a maioria roda, poucas motos são tão versáteis.
Bateria, pneus, vela e óleo da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026
As medidas que a XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Vela de ignição: NGK MR8D
- Pneu dianteiro: 90/90-19 M/C 52P
- Pneu traseiro: 110/90-17 M/C 60P
- Relação (kit): passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro
- Filtro de ar: papel seco
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da XTZ 150 Crosser Z: o que cada sistema pede
Manter a XTZ 150 Crosser Z em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Corrente, coroa e pinhão. Limpe a corrente com produto adequado, lubrifique com ela ainda morna e ajuste a folga conforme o manual, com a moto apoiada do jeito que ele indica. Folga demais dá trancos e pode fazer a corrente saltar; folga de menos força rolamentos e eixo. Quando o ajuste já não resolve, é hora do kit completo.
- Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção prolonga a vida dela.
- Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
- Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras de tempos em tempos.
- Câmara de ar. Em rodas com câmara, a pressão baixa é ainda mais perigosa: o pneu gira no aro, arranca o bico da câmara e o esvaziamento é imediato. Calibre com frequência e, na troca de pneu, considere trocar a câmara junto. Confira se a fita de proteção do aro está inteira, para os raios não cortarem a borracha.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner fazem parte do plano.
A XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 ano a ano
Valor de cada ano da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 na FIPE. O link leva à página do ano:
- XTZ 150 Crosser Z 2026: R$ 21.510
- XTZ 150 Crosser Z 2025: R$ 20.608
- XTZ 150 Crosser Z 2024: R$ 18.943
- XTZ 150 Crosser Z 2023: R$ 17.885
- XTZ 150 Crosser Z 2022: R$ 16.361
- XTZ 150 Crosser Z 2021: R$ 15.339
- XTZ 150 Crosser Z 2020: R$ 14.781
- XTZ 150 Crosser Z 2019: R$ 14.420
- XTZ 150 Crosser Z 2018: R$ 13.671
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 36%.
Sinais que a Yamaha XTZ 150 Crosser Z dá antes de um problema
Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.
- Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar uma lâmpada apagada do mesmo lado.
- Luz de injeção no painel. A luz da injeção acende ao ligar a chave e apaga em seguida: isso é o teste normal. Se ela ficar acesa ou piscar com o motor funcionando, a central registrou uma falha em algum sensor ou atuador. A moto pode até andar normal, mas o problema deve ser lido com scanner logo, antes que vire algo maior.
- Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só umidade, e é normal.
- Vazamentos e manchas no chão. Coloque um papelão embaixo da moto durante a noite se suspeitar de vazamento. De manhã, a posição e a cor da mancha mostram a origem. Retentor da bengala, junta de tampa, bujão do cárter e mangueiras são os pontos mais comuns. Fluido de freio vazando é grave e pede atenção antes de rodar.
O que vale instalar na Yamaha XTZ 150 Crosser Z
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a XTZ 150 Crosser Z 2018–2026, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.
- Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
- Protetor de cárter. Na trilha e na estrada de pedras, o cárter e o filtro de óleo ficam expostos a pancadas. O protetor de cárter, uma chapa resistente embaixo do motor, evita que uma pedra fure o motor e deixe você parado no meio do mato. Confira se ele não dificulta a troca de óleo e se a fixação está bem apertada depois de cada saída.
- Baú e bagageiro. Um bagageiro firme e um baú bem fixado transformam a XTZ 150 Crosser Z em moto de carga: capacete, compras, mochila de trabalho e ferramentas viajam protegidos da chuva. Respeite o peso máximo indicado para o bagageiro e não exagere no tamanho do baú, que pega vento e muda o equilíbrio da moto. Com garupa, confira se o baú não empurra as costas dele.
Perguntas frequentes
Que óleo de motor usar na XTZ 150 Crosser Z 2018–2026?
A referência é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro. O intervalo de troca está no manual.
Quantos litros tem o tanque da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026?
O tanque da XTZ 150 Crosser Z desses anos comporta 12 litros (reserva de 3,0 L).
Qual o valor da XTZ 150 Crosser Z 2018–2026 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 21.510, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
A XTZ 150 Crosser Z flex anda melhor com etanol ou gasolina?
A flex aceita os dois combustíveis em qualquer proporção. O etanol costuma render um pouco mais de potência, mas a moto gasta mais por quilômetro. A escolha é de preço e de uso: faça a conta com o consumo que você mede. Depois de trocar de combustível, a injeção leva alguns quilômetros para se ajustar.
Posso usar pneu de medida diferente na XTZ 150 Crosser Z?
Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.
Motor a ar esquenta muito no trânsito?
Ele não ferve como um motor com radiador, mas a temperatura sobe bastante sem vento. O óleo passa a ser o principal aliado: nível correto e troca no prazo. Aletas sujas atrapalham. Em congestionamento muito longo, desligar a moto durante paradas grandes ajuda o motor a descansar.
Ficha técnica
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Tanque | 12 litros (reserva de 3,0 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da XTZ 150 Crosser Z por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| XTZ 150 Crosser Z 2026 | R$ 21.510 |
| XTZ 150 Crosser Z 2025 | R$ 20.608 |
| XTZ 150 Crosser Z 2024 | R$ 18.943 |
| XTZ 150 Crosser Z 2023 | R$ 17.885 |
| XTZ 150 Crosser Z 2022 | R$ 16.361 |
| XTZ 150 Crosser Z 2021 | R$ 15.339 |
| XTZ 150 Crosser Z 2020 | R$ 14.781 |
| XTZ 150 Crosser Z 2019 | R$ 14.420 |
| XTZ 150 Crosser Z 2018 | R$ 13.671 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827109-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.