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Bajaj Pulsar N150 ou Yamaha Factor 125?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Pulsar N150Factor 125
Versão comparadaPulsar N150 2026–2027Factor 125i ED 2017–2025
Preço FIPER$ 15.502 (2027) (vantagem)R$ 16.245 (2025)
Cilindrada150 cc (vantagem)124 cc
Potência14 cv–
Torque1,38 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso145 kg–
Tanque14 L15,7 L
CombustívelGasolinaFlex
RefrigeraçãoA arA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioManualManual
Transmissão finalCorrenteCorrente
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiro–Tambor
ABSSimNão
Freio combinado (CBS)NãoSim
RodasLiga leveLiga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–Halógeno
Vela–NGK MR8D
Pneu dianteiro–80/100-18 M/C 47S
Pneu traseiro–90/90-18 M/C 57S REINF
Óleo–SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro
Relação–passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 126 elos
Calibragemdianteiro 1,75 kgf/cm² (25 psi); traseiro 2,00 kgf/cm² (28 psi) (só piloto) / 2,25 kgf/cm² (32 psi) (com garupa)dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Pulsar N150 ou Factor 125

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Qual escolher: o resumo

Não existe uma vencedora absoluta entre a Bajaj Pulsar N150 e a Yamaha Factor 125. Os dados mostram onde cada uma se sai melhor:

  • A Bajaj Pulsar N150: ABS, preço menor.
  • A Yamaha Factor 125: motor flex, tanque maior.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Motor e desempenho

A Bajaj Pulsar N150 tem 150 cc e a Yamaha Factor 125, 124 cc.

A Bajaj Pulsar N150 tem 26 cc a mais de cilindrada. Em geral, mais cilindrada ajuda em subida, com garupa e em velocidade de estrada, mas o número sozinho não conta a história toda: potência, torque e peso dizem mais sobre como a moto anda. A cilindrada também pode mudar o seguro, o custo de algumas peças de motor e o consumo. Olhe esse dado junto com o restante da tabela.

Com a Yamaha Factor 125, você pode abastecer com etanol, gasolina ou os dois misturados; com a Bajaj Pulsar N150, só gasolina. Essa liberdade vale mais para quem roda muitos quilômetros e mora onde o etanol costuma sair em conta. Lembre que o consumo com etanol é maior, então a vantagem depende da relação de preço. Para uso leve, a diferença entre as duas quase desaparece.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Pelas fichas, os tanques levam 14,0 e 15,7 litros.

São 1,7 litros de capacidade a mais na Yamaha Factor 125. Quem viaja, trabalha rodando o dia inteiro ou mora longe dos postos sente essa vantagem: menos tempo parado e menos preocupação com o ponteiro. Para trajetos curtos, a diferença é quase só de comodidade. Vale lembrar que a autonomia depende também do consumo, e a Bajaj Pulsar N150 pode compensar parte da diferença se gastar menos.

Freios e segurança

Freios: freio disco na frente, ABS na Bajaj Pulsar N150, e freio disco na frente, tambor atrás, CBS (frenagem combinada) na Yamaha Factor 125.

Ter ABS coloca a Bajaj Pulsar N150 um passo à frente em segurança. O sistema não encurta a frenagem em todas as situações, mas mantém a roda girando e a moto controlável quando o piso escorrega ou a mão aperta demais. A Yamaha Factor 125, sem o recurso, exige mais técnica nessas horas. Se a diferença de preço couber no orçamento, o ABS costuma valer o que custa.

O freio combinado é a diferença aqui: a Yamaha Factor 125 tem e a Bajaj Pulsar N150 não. Na prática, frear fica mais intuitivo, porque o sistema manda força também para a outra roda e corrige o erro mais comum de quem está começando. Não é o mesmo que ABS, que impede o travamento. Ainda assim, no trânsito diário e na chuva, o CBS dá uma margem a mais.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Pela FIPE (outubro de 2026), são R$ 15.502 pela Pulsar N150 2027 e R$ 16.245 pela Factor 125i ED 2025.

A Bajaj Pulsar N150 sai 5% mais barata na FIPE. Essa diferença pode ficar no seu bolso ou virar equipamento de segurança, documentação e primeira revisão. Do outro lado, a Yamaha Factor 125 pode justificar o preço maior com motor, freio ou conforto que pesam no seu uso. Compare o que cada uma entrega e pense no custo de manter, que acompanha a moto por anos.

Manutenção e peças

Para quem já pensa na manutenção, estas são as medidas de cada uma:

    Qual das duas é a certa para você

    Não existe moto melhor em tudo, e a Bajaj Pulsar N150 e a Yamaha Factor 125 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

    • Custo de manutenção. Duas motos com preço parecido na loja podem ter custos bem diferentes depois. Compare o intervalo das revisões no manual, o preço das peças de desgaste e a necessidade de serviço especializado. As medidas de pneus e de peças que aparecem nesta página ajudam a ter uma ideia. Somando alguns anos de uso, a moto mais barata de manter às vezes compensa uma diferença de preço na compra.
    • Garupa frequente. Garupa frequente pede motor com força em baixa, freio firme e suspensão que não afunda com o peso extra. Também pede espaço: banco curto ou muito inclinado cansa quem vai atrás em poucos minutos. Compare o tamanho do assento, a posição das pedaleiras traseiras e a existência de alças. Se der, faça o test-ride levando a pessoa que vai com você.
    • Se a moto é para trabalhar. Quem trabalha com a moto, em entregas ou visitas, roda muito, para e liga o motor várias vezes por dia e não pode ficar parado na oficina. Nesse caso, robustez, partida elétrica, consumo baixo, peças fáceis de achar e manutenção barata pesam mais que desempenho e acabamento. Pergunte a quem já trabalha com cada modelo como ele se comporta depois de muitos quilômetros.
    • O que vem junto na street. Duas streets parecidas costumam se separar pelo que vem junto: freio dianteiro, ABS ou CBS, partida elétrica, roda de liga e painel. Pergunte-se quais desses itens fazem falta no seu dia a dia. Para cidade, conforto e economia dominam; para cidade e estrada, freio e motor ganham importância. A moto que combina com esse retrato costuma ser a melhor compra.
    • Oficina e peças na sua cidade. Pergunte em duas ou três lojas de peças se elas têm em estoque os itens de desgaste de cada moto, como pastilha, filtro e kit de transmissão. Depois, veja qual concessionária ou oficina especializada fica mais perto. Rede de atendimento próxima significa revisão sem viagem e conserto mais rápido. Quem mora longe das capitais deve dar atenção especial a esse ponto.
    • Se o uso é cidade todo dia. Para quem roda na cidade todos os dias, a moto ideal é a que cansa menos. Isso passa por peso, posição de pilotagem, embreagem ou câmbio, calor do motor nas pernas e facilidade de manobra. Números de desempenho ficam em segundo plano. Imagine o seu trajeto mais congestionado e pense em qual das duas você preferiria encarar nele todas as manhãs.
    • Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.

    Outras comparações

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a Pulsar N150 2027, com R$ 15.502. A outra sai por R$ 16.245.

    Qual roda mais com um tanque?

    Pela ficha, 14,0 litros na Bajaj Pulsar N150 e 15,7 na Yamaha Factor 125. A autonomia real depende do consumo, que muda com o uso.

    Qual das duas é melhor para levar garupa?

    Para o garupa, contam o tamanho do banco de trás, a posição das pedaleiras e a existência de alças. Para quem pilota, torque e freio pesam mais, porque a moto carregada demora mais para acelerar e para parar. Veja esses itens na tabela desta página e, se possível, leve quem costuma ir junto para sentar nas duas.

    É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?

    As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

    Qual das duas tem melhor desempenho?

    Olhe potência, torque e relação peso/potência na tabela desta página: esses três números juntos dizem mais do que cada um sozinho. A relação peso/potência é o melhor indicador de aceleração. Lembre que desempenho também depende do câmbio e do piloto, e que, no trânsito da cidade, diferenças pequenas quase não aparecem.

    As duas usam as mesmas peças?

    Em alguns itens, sim, e a comparação desta página mostra quais medidas são iguais. Pneu e câmara da mesma medida, por exemplo, costumam servir nas duas. Já peças com encaixe próprio, como pastilha, filtro ou lâmpada com soquete diferente, precisam ser conferidas pelo código. Na dúvida, leve o número do chassi à loja.

    Qual das duas tem peça mais barata?

    Veja nesta página quais medidas de peças as duas compartilham: nesses itens, o custo tende a ser parecido. Para o resto, peça orçamento numa loja de peças dos itens que mais gastam, como pastilha, pneu, filtro e kit de transmissão ou correia. Mecânica mais simples e modelos muito vendidos costumam ter reposição mais barata e fácil de achar.

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