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Ipiranga Moto Protection 20W50 SL

Óleo de motor 4T mineral da Ipiranga, linha Moto Protection.

Óleo do motor

20W-50

Fabricante
Ipiranga
Linha
Moto Protection
Viscosidade
SAE 20W-50
Base
Mineral
Normas
API SL, JASO MA (T903:2016)

Dados do fabricante (ipiranga.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Ipiranga Moto Protection 20W50 SL

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Ipiranga Moto Protection 20W50 SL. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o Ipiranga Moto Protection 20W50 SL

Ipiranga Moto Protection 20W50 SL é um óleo de motor 4T mineral da Ipiranga. Lubrificante multiviscoso SAE 20W-50 mineral, feito com óleos básicos e aditivos selecionados, para motos 4T a gasolina ou flex. A Ipiranga declara proteção extra e longa vida ao motor com a tecnologia Nano ARMOR™.

Na ficha técnica que a Ipiranga publica, aparecem viscosidade: SAE 20W-50; base: Mineral; normas: API SL, JASO MA (T903:2016); tecnologia: Tecnologia Nano ARMOR™.

Pela medida, ele corresponde ao que pede a ficha de 269 versões de moto do catálogo, de 34 modelos, como Honda Biz 100, Honda Biz 125, Honda Bros 125 e Honda Bros 150. A lista completa está mais abaixo.

O que cada dado da ficha deste óleo do motor quer dizer

Na embalagem, o que interessa costuma ficar no verso, em letra pequena. A frente traz a marca, a linha e às vezes a viscosidade; o verso traz as especificações, o modo de uso e as restrições. É ali que você descobre se o produto foi feito para a sua moto.

Nos óleos de motor, a viscosidade no padrão SAE mostra como o óleo se comporta frio e quente, a classe API indica o nível de desempenho e a classificação JASO diz se ele é próprio para embreagem banhada em óleo (MA) ou para scooter com embreagem seca (MB). Nos óleos dois tempos, a classificação é outra, e vale a que o manual pede. Nos óleos de transmissão e de bengala, viscosidade e uso indicado são o centro da ficha. No líquido de arrefecimento, o rótulo diz se é preciso diluir e em que proporção.

Se ainda restar dúvida, o catálogo de aplicação do fabricante costuma resolver, porque lista as motos para as quais o produto é indicado.

ViscosidadeSAE 20W-50
BaseMineral
NormasAPI SL, JASO MA (T903:2016)
TecnologiaTecnologia Nano ARMOR™

Em quais motos serve

Estas são as motos do catálogo cuja ficha pede a mesma medida deste produto. Cada link leva à página da peça naquela moto e naqueles anos, onde dá para conferir a medida original antes de comprar. No óleo, a viscosidade igual não basta: a norma (API e JASO) e a quantidade também precisam bater com o manual.

E mais 229 versões na página de cada medida: Óleo 20W-50.

Este óleo do motor serve na sua moto?

Um óleo do motor pode ser muito bem feito e ainda assim não ser o da sua moto. A conferência é simples: o manual diz o que o motor ou o sistema precisa, e a ficha mostra o que o produto oferece. Veja onde olhar em cada caso.

  • A base: o que muda e o que não muda. Mineral, semissintético e sintético descrevem a origem e o refino da base do óleo. Bases sintéticas costumam resistir melhor ao calor e ao envelhecimento, mas a base sozinha não diz se o óleo serve na sua moto: quem diz são a viscosidade e as classificações. Se o manual não pede uma base específica, a escolha entre elas passa por custo e uso.
  • A viscosidade 20W-50 e o manual. O 20W-50 na embalagem é a viscosidade no padrão SAE. O manual da moto pode indicar uma só ou aceitar algumas, conforme o clima. Se esse número estiver na lista, a viscosidade está resolvida e falta conferir as classificações API e JASO. Se não estiver, procure na mesma linha uma versão com a viscosidade pedida, em vez de arriscar.
  • Moto ainda na garantia. Moto dentro da garantia pede um cuidado a mais: as condições de cobertura estão no manual de garantia, e cada montadora tem as suas. Veja se a revisão precisa ser feita na concessionária e o que ela exige do produto. Se fizer o serviço por conta própria, guarde nota e registro para qualquer conversa futura com a montadora.
  • Catálogo de aplicação do fabricante. Muitos fabricantes de lubrificantes e fluidos mantêm um catálogo, impresso ou na internet, em que você busca pela moto e vê o produto indicado. É um bom jeito de confirmar a escolha, porque o fabricante já cruzou a exigência da montadora com a linha dele. Se o catálogo apontar outro produto da mesma marca, entenda o motivo antes de comprar.
  • JASO MA para embreagem banhada em óleo. A sigla JASO MA indica que o óleo foi testado quanto ao atrito exigido pela embreagem banhada, que divide o lubrificante com o motor na maioria das motos de câmbio manual. Isso ajuda a evitar embreagem patinando por óleo inadequado. Veja se o manual da sua moto pede essa classificação e se exige alguma variação específica, como MA2.
  • O seu jeito de rodar. Trânsito pesado, calor, garupa, carga, estrada em velocidade constante ou trilha: cada uso exige mais de um ponto da moto. Muitos manuais trazem uma condição de uso severo, com cuidados diferentes. Conte ao vendedor como você roda, mas lembre que a palavra final é do manual: o produto escolhido continua tendo que atender à especificação exigida.

Como usar o Ipiranga Moto Protection 20W50 SL

Mesmo quem leva a moto para a oficina pode conferir se o produto foi usado do jeito certo. Estes pontos servem para quem faz o serviço e para quem acompanha: são simples e evitam a maior parte dos problemas depois da troca.

  • Confira o nível depois que o óleo assentar. Depois de colocar o óleo, espere alguns minutos para ele descer e confira o nível do jeito que o manual descreve. No motor, o procedimento pode incluir ligar a moto por pouco tempo antes da medição final. Olhe também o bujão e as tampas: um pingo logo depois do serviço indica aperto ou vedação a corrigir antes de rodar.
  • Anote o serviço. Depois do serviço, registre o que foi feito: produto, quantidade, data e quilometragem da moto. Esse histórico vale na revisão, na garantia e na venda da moto, e responde na hora qual produto usar para completar. Guarde junto a nota fiscal, que comprova a compra do produto verdadeiro e o lugar onde ele foi comprado.
  • Confira a embalagem antes de abrir. Antes de romper o lacre, confira se o produto é exatamente o que você escolheu: nome, especificação, viscosidade ou concentração. Embalagens parecidas da mesma marca confundem no balcão e na oficina. Veja também se o lacre está inteiro e se o frasco não está amassado ou vazando. Depois de aberto, fica bem mais difícil trocar.
  • A quantidade é a do manual, não a do frasco. Use a quantidade indicada no manual da moto, mesmo que sobre produto na embalagem. Coloque em etapas, conferindo o nível no ponto e na posição que o manual descreve. Passar do máximo prejudica o sistema tanto quanto ficar abaixo do mínimo. O que sobrar, bem tampado, serve para completar o nível mais tarde.
  • Observe a moto nos primeiros dias. Nos primeiros dias depois da troca, preste atenção na moto. Embreagem patinando, troca de marcha mais dura, ruído diferente ou luz de óleo acesa, nas motos que têm, são motivos para conferir nível e especificação. Se o problema começou logo depois do óleo novo, leve a embalagem à oficina para checar o que foi colocado.

Guardar, validade e garantia deste óleo do motor

Depois do serviço, sempre fica alguma coisa para resolver: a embalagem aberta, a nota fiscal, o frasco vazio, a data da próxima troca. Cuidar de cada uma evita desperdício e dor de cabeça mais tarde. Veja o que fazer em cada caso.

  • Longe de crianças e animais. Nunca transfira óleo ou fluido para garrafa de refrigerante ou de água: o risco de alguém beber por engano é real. Mantenha as embalagens originais fechadas, fora do alcance de crianças e de animais de estimação, e limpe na hora o que derramar no chão. Em caso de contato ou ingestão, siga as orientações do rótulo e procure atendimento.
  • Validade e lote na embalagem. A embalagem traz lote e, em muitos produtos, data de fabricação ou de validade. Confira na compra e evite levar frasco muito antigo, principalmente se ficou exposto na vitrine. Se o produto não informa validade, a recomendação do fabricante costuma estar no site ou na ficha técnica. O lote também ajuda caso você precise reclamar de um defeito.
  • Embalagem vazia e produto usado. Depois da troca, o produto drenado e o frasco vazio precisam de destino certo. Despejar no esgoto ou no solo contamina água e terra. Guarde num galão fechado e entregue num ponto de coleta, que pode ser a própria loja, uma oficina ou um posto. Pergunte antes de comprar se o lugar aceita o descarte.
  • Quando o produto guardado não serve mais. Antes de usar uma sobra antiga, olhe o óleo contra a luz. Se estiver turvo, com borra no fundo, separado ou com cheiro diferente do normal, descarte. E óleo drenado da moto não volta para ela nem vai para outro uso na manutenção: depois de trabalhar, ele carrega sujeira e já não protege como um óleo novo.
  • Em pé, fechado e à sombra. O melhor lugar para guardar a sobra é uma prateleira na sombra, com a embalagem em pé e a tampa bem apertada. Sol, calor e variação grande de temperatura degradam o produto aos poucos. Garagem fechada que vira estufa no verão não é ideal; um armário em área coberta e ventilada costuma funcionar melhor.

Como não levar óleo do motor falsificado

Comece pelo vendedor, não pelo preço. Ipiranga e os outros fabricantes do setor trabalham com distribuidores e lojas que recebem o produto direto da fábrica ou de quem ela indica. No marketplace, veja se o anúncio é da loja oficial ou de um vendedor com histórico, nota fiscal e endereço identificados.

Depois, examine o produto. Embalagem amassada, lacre solto, rótulo descolando, letras borradas ou falta de lote e data não combinam com produto de fábrica. Frasco reaproveitado e recarregado é uma fraude comum, por isso o lacre importa tanto. Quando a marca oferece verificação por código ou selo, use.

Guarde a nota fiscal e a embalagem até o fim do uso. Se o produto parecer diferente do de costume, na cor, no cheiro ou na consistência, não coloque na moto: fale com a loja e com o fabricante antes.

Este óleo do motor ou um parecido de outra marca?

Compare primeiro o que se pode medir. Dois produtos só são parecidos de verdade se tiverem o mesmo uso indicado e atenderem às mesmas especificações: mesma viscosidade e mesmas classificações nos óleos, mesmo tipo e mesma forma de uso no líquido de arrefecimento. Se um deles não atende ao que o manual da sua moto pede, a comparação acaba ali.

Entre os que atendem, olhe as diferenças que fazem sentido para você: a base, as aprovações de montadoras que alguns fabricantes informam, o volume da embalagem e o custo por litro, não só o preço do frasco. Pese também a facilidade de achar o mesmo produto de novo para completar o nível ou para a próxima troca.

Desconfie de comparação feita só com adjetivos. Sem siglas, números e ficha técnica, não há como saber se dois produtos são equivalentes.

Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:

A marca Ipiranga

Ipiranga (Brasil). Ipiranga é uma marca brasileira de combustíveis e lubrificantes; os lubrificantes são hoje produzidos dentro do portfólio da ICONIC. Para motos, a linha tem os semissintéticos Ipiranga Moto Performance 10W30 e 10W40 (API SL, JASO MA2), o mineral Moto Protection 20W50 (JASO MA), o Scooter Performance 10W30 (JASO MB) e o Ipiranga 2T (API TC). Veja tudo o que ela vende para moto na página da Ipiranga.

Mais óleo do motor da Ipiranga:

Para continuar

Outras páginas que ajudam: guia de óleo do motor; óleo 20W-50: todas as motos; todos os produtos da Ipiranga.

Perguntas frequentes

Em quais motos o Ipiranga Moto Protection 20W50 SL serve?

Pela medida, em 269 versões do catálogo, como Honda Biz 100 ES, Honda Biz 100 KS e Honda C 100 Biz+. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.

O que é a classe API do óleo?

A API classifica os óleos de motor por nível de desempenho, com siglas de duas letras; nos motores a gasolina, começam por S. O manual da moto indica a classe mínima aceita. Em moto com embreagem banhada em óleo, a API não basta: confira também a classificação JASO pedida.

Só o produto original da concessionária serve?

Em geral, o que o manual exige é uma especificação, e qualquer marca que atenda a ela pode ser usada. A exceção está nas regras de garantia de algumas montadoras, que podem exigir revisões na rede autorizada. Leia o manual de garantia e guarde a nota do produto usado.

Como sei se este óleo do motor é compatível com a minha moto?

Compare a ficha deste produto com o manual da sua moto: tipo de produto, especificações e quantidade. Se tudo bate, ele serve. O catálogo de aplicação do fabricante, quando existe, ajuda a confirmar. Se faltar alguma informação na ficha, peça a ficha técnica ao vendedor antes de comprar.

Posso misturar óleos de marcas diferentes?

O ideal é completar com o mesmo óleo que já está na moto. Em emergência, um óleo de outra marca com a mesma especificação e o mesmo tipo pode ser usado para completar, mas anote o que foi colocado e converse com quem faz a manutenção sobre a próxima troca. Nunca misture tipos diferentes, como 2T com 4T.

Qual a validade do produto fechado?

Depende do fabricante e do produto. Muitos informam data de fabricação ou de validade na embalagem, e outros trazem a recomendação na ficha técnica ou no site. Em qualquer caso, o produto conservado fechado, em pé e longe de sol e calor dura bem mais do que um frasco esquecido em lugar quente.

Onde descartar óleo e fluido usados?

Óleo usado, fluido velho e frascos sujos precisam ir para um ponto de coleta, que pode ser a loja onde você comprou, uma oficina ou um posto. Guarde em galão fechado até levar. Descartar no esgoto ou no solo causa contaminação, por isso vale perguntar na compra onde fazer a entrega.

Produto mais caro protege mais?

Depende do que você ganha com a diferença. Se o produto mais caro atende a uma especificação que o manual pede ou combina melhor com o seu uso, pode valer. Se os dois atendem igualmente, a escolha é de custo. Mais importante que o preço é ter certeza de que o produto é verdadeiro.