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Quad Lock Mirror Stem Mount

Suporte de celular para haste do retrovisor da Quad Lock, linha Mirror Stem Mount.

Suporte de celular

Quad Lock

Fabricante
Quad Lock
Linha
Mirror Stem Mount

Dados do fabricante (quadlockcase.com). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Quad Lock Mirror Stem Mount

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Sobre o Quad Lock Mirror Stem Mount

Quad Lock Mirror Stem Mount é um suporte de celular para haste do retrovisor da Quad Lock. Suporte de celular que se fixa na haste do retrovisor de motos e scooters.

Ficha técnica: o que olhar num eletrônico para moto

Leia a ficha de trás para a frente: primeiro o que vem na caixa e o que precisa comprar à parte, como base, cabo, cartão de memória, kit de fixação ou fusível. Depois a compatibilidade com o seu celular, o seu capacete, o diâmetro do seu guidão ou a parte elétrica da sua moto. Sem isso resolvido, o resto da ficha não importa.

Com a compatibilidade conferida, olhe a proteção contra água, normalmente pelo código IP, e a resistência a vibração. Só então compare os números de desempenho, como autonomia, alcance, potência, resolução e tamanho de tela. Lembre que esses valores saem de testes em condições boas e servem para comparar modelos entre si. Termine pela garantia, pela assistência no Brasil e pelo aplicativo, quando houver. Ficha incompleta, sem esses dados, já é um sinal para pedir mais informação à loja antes de comprar.

Em quais motos serve

Aplicação declarada pela Quad Lock para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.

  • motos e scooters

Antes de comprar: o que conferir

Um eletrônico para moto precisa funcionar com o que você já tem, aguentar chuva, vibração e sol e ser fácil de usar sem tirar a atenção do trânsito. Estes pontos ajudam a saber se este modelo atende ao seu caso.

  • Tamanho do celular e da capa. Confira a faixa de tamanho de celular aceita pelo suporte, em largura e espessura, considerando a capa que você usa. Celular grande demais fica mal preso; garras que apertam os botões laterais ligam ou desligam o aparelho sozinhas. Em sistemas de capa com encaixe, veja se existe capa para o seu modelo de celular e se a marca costuma lançar capas para modelos novos.
  • Assistência e peças no Brasil. Pergunte à loja quem atende a garantia no Brasil e se há peças de reposição à venda. Kits de fixação extras, cabos, garras e baterias de troca, quando o modelo permite, prolongam a vida do aparelho. Marca sem representação no país deixa você por conta própria quando algo dá errado.
  • Proteção contra água e poeira. Na moto, o aparelho pega chuva, respingo de lavagem e poeira. Muitas fichas informam o código IP: o primeiro número trata de poeira e o segundo de água, e números maiores indicam mais proteção. Quando a ficha só diz “resistente à água”, sem código, conte com proteção contra respingo, não contra chuva forte e longa. Tampas de borracha nos conectores também contam.
  • Aplicativo e atualizações. Se este modelo usa aplicativo, procure-o na loja do seu celular e leia as avaliações recentes. Veja se há suporte em português e quando saiu a última atualização. Aparelhos que recebem atualização com frequência costumam ter menos problemas de conexão e compatibilidade ao longo do tempo.
  • Compatível com o que você já tem. Confira na ficha se o aparelho funciona com o seu celular e o sistema dele, com o seu capacete ou com a fixação disponível na sua moto. Uma lista de compatibilidade clara é bom sinal; descrições vagas como “serve em tudo” pedem confirmação. Se o produto depende de aplicativo, veja se o aplicativo está disponível para o seu celular e se é bem avaliado por quem usa.
  • Como o aparelho é alimentado. Pense em como o aparelho vai ficar ligado durante o seu dia. Se ele depende só de bateria, compare a autonomia com o tempo que você roda, lembrando que o número da ficha é medido em condições boas. Se ele vai na elétrica da moto, verifique se o kit de ligação está incluso e se a instalação pede fusível e ligação que desliga com a chave.

Do primeiro uso ao dia a dia na moto

Eletrônico bem instalado e configurado com calma quase não dá trabalho. Os passos abaixo valem para a montagem, a configuração e o uso no trânsito, sempre com a regra de não mexer no aparelho com a moto andando.

  • Configure com a moto parada. Deixe tudo pronto antes de dar a partida: destino programado, volume ajustado, aparelhos pareados. Com a moto andando, nada de tocar em tela. A legislação de trânsito trata como infração gravíssima segurar ou manusear o celular pilotando. Se precisar mudar alguma coisa, encoste num lugar seguro.
  • Passe os cabos com cuidado. Cabo solto balança, raspa e quebra. Prenda ao longo do quadro com abraçadeiras, sem apertar a ponto de esmagar, e longe de partes quentes. Teste o giro do guidão com o cabo instalado. Uma curva para baixo perto do conector ajuda a água a pingar fora. Evite emendas expostas à chuva.
  • Teste numa volta curta. Depois de instalar, faça uma volta curta num trajeto conhecido. Repare em vibração, ruído, tela tremendo, conexão caindo, carga que não entra ou cabo que puxa no esterço. É bem mais fácil ajustar perto de casa do que no meio de uma viagem. Volte, reaperte e corrija o que for preciso.
  • Chuva: tampas fechadas e conectores protegidos. Antes de rodar na chuva, confira se as tampas das entradas estão bem fechadas e se o aparelho está dentro da proteção indicada na ficha. Cabo conectado em entrada sem vedação deixa a água entrar. Se o aparelho não é protegido contra chuva, tire-o da moto ou use a capa recomendada pelo fabricante.
  • Posição que não atrapalha a visão. O aparelho deve ficar onde você consiga olhar com um movimento rápido dos olhos, sem baixar a cabeça, e sem tampar velocímetro, luzes de aviso, retrovisores ou a vista da pista. Ajuste o ângulo para reduzir o reflexo do sol. Se, para ver a tela, você precisa tirar a atenção da frente por mais de um instante, a posição está errada.

Cuidados, garantia e hora de trocar

Eletrônico bem tratado dura muito mais na moto. Os pontos abaixo cobrem limpeza, chuva, calor, fixação, garantia e os sinais de que é hora de substituir o aparelho ou uma peça dele.

  • O que a garantia costuma cobrir. Leia o termo que vem com o aparelho: ele diz o prazo, quem atende e o que é excluído. Em geral, defeito de fábrica entra; mau uso, queda e violação do aparelho, não. Não abra o produto por conta própria. O Código de Defesa do Consumidor também protege você em caso de defeito, desde que haja nota fiscal.
  • Garras, molas e amortecedor. Com o uso, a mola das garras perde força, as borrachas ressecam e o amortecedor de vibração, quando existe, cansa. Teste a firmeza do suporte com frequência, puxando o celular com a trava acionada. Peças de reposição, como garras, borrachas e amortecedores, costumam ser vendidas pela marca e custam menos do que um celular quebrado.
  • Borrachas, tampas e vedações. Olhe as partes de borracha com frequência: tampas dos conectores, vedações, calços de fixação e garras. Elas são a primeira proteção contra água e vibração. Quando ressecam, racham ou perdem a forma, troque. Pergunte à loja ou ao fabricante pelas peças de reposição antes de condenar o aparelho inteiro.
  • Guarde nota, manual e número de série. A nota fiscal é o que garante a troca ou o conserto na garantia. Guarde-a com o manual e anote o número de série do aparelho, que costuma estar na etiqueta ou na caixa. Fotografe tudo. Algumas marcas pedem o registro do produto no site ou no aplicativo; faça isso logo depois da compra.
  • Cuidado com sol e calor. Calor é inimigo de eletrônicos e de baterias. Evite deixar o aparelho preso na moto estacionada no sol, principalmente no verão. Plástico desbotado, borracha endurecida e tela com manchas são sinais de exposição excessiva. Guarde em local fresco e seco quando não estiver usando, longe de janelas com sol e do porta-malas quente de carro.

Como comprar Quad Lock Mirror Stem Mount verdadeiro

O caminho mais seguro é comprar de revendedor reconhecido pela marca. Muitos fabricantes listam no site as lojas autorizadas e quem atende a garantia no Brasil. Em marketplace, prefira a loja oficial ou vendedor que emite nota fiscal e tem boa reputação.

Ao receber, compare a embalagem, o logotipo, os acessórios e o acabamento com as fotos do site oficial. Confira o número de série e, nos aparelhos sem fio, o número de homologação da Anatel. Se o aplicativo oficial não reconhece o aparelho ou se faltam itens que deveriam vir na caixa, fale com o vendedor antes de instalar. Produto falsificado não tem garantia nem assistência.

Guarde a caixa e a nota até ter certeza de que o aparelho funciona bem com o seu celular e na sua moto.

Este modelo ou um parecido de outra marca?

Dois aparelhos com ficha parecida podem se comportar de forma bem diferente na moto. Compare primeiro o que decide se serve: compatibilidade, fixação e proteção contra chuva. Depois, o que decide se dura: qualidade da construção, assistência e reposição de peças no país.

Considere também o ecossistema. Intercomunicadores em rede, sistemas de suporte com capa própria e acessórios de fixação muitas vezes só funcionam dentro da mesma marca, e trocar depois pode exigir trocar tudo. Some ao preço o que falta para instalar, como base, cabo, cartão ou kit elétrico. Não há opção certa para todos; há a que atende ao seu uso.

Uma boa forma de decidir é anotar, para cada opção, o que você teria de comprar a mais para instalar e usar no dia a dia.

Outras marcas com produto equivalente:

A marca Quad Lock

Quad Lock (Austrália (Melbourne)). Para moto, vende suportes de guidão, de retrovisor, de haste do retrovisor e de mesa do garfo, além de amortecedor de vibração e cabeças de carregamento sem fio. Os kits para moto combinam suporte e capa para modelos de iPhone, Galaxy e Pixel, ou adaptador universal para outros celulares. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Quad Lock.

Mais suporte de celular da Quad Lock:

Para continuar

Leia também: guia de suporte de celular; todos os produtos da Quad Lock.

Perguntas frequentes

Posso deixar o aparelho na moto estacionada?

Sempre que possível, retire o aparelho ao estacionar. Eletrônico à vista chama atenção, e o sol direto aquece tela e bateria. Muitos sistemas foram feitos para sair com um gesto; aproveite. Se a base fica na moto, deixe os conectores fechados para não entrar água.

Precisa de técnico para instalar?

Na maioria dos casos, sim, com calma e o manual em mãos. O cuidado maior está na ligação elétrica: fusível, polaridade correta e alimentação que desliga com a chave. Sem experiência, procure um eletricista de moto. Instalação errada pode danificar o aparelho e prejudicar a garantia.

Posso mexer no aparelho com a moto andando?

Usar o celular no suporte como navegador, sem tocar nele, é o caminho seguro. Segurar ou manusear o celular pilotando é infração gravíssima, e fone de ouvido por baixo do capacete é proibido. Programe tudo antes de sair. Se precisar mudar algo, encoste. Na dúvida sobre a sua situação, consulte o Detran do seu estado.

É à prova de água?

Depende do que a ficha informa. O código IP indica a proteção contra poeira e água, e números maiores no segundo dígito significam mais resistência. Sem código, conte só com proteção contra respingo. Mesmo em aparelhos protegidos, mantenha as tampas dos conectores fechadas e nunca use lavadora de alta pressão perto deles.

O aparelho parou de funcionar depois da chuva. E agora?

Pare de usar, desligue e deixe secar naturalmente, com as tampas abertas e longe do sol. Evite ligar na tomada molhado. Se a falha continuar, leve à assistência. A garantia costuma cobrir defeito de vedação dentro da proteção declarada, mas não uso além dela, como imersão ou jato forte.

Preciso comprar o amortecedor à parte?

Leia os itens da embalagem: em várias marcas, o amortecedor é um acessório comprado separadamente. Para quem roda muito ou tem moto que vibra bastante, ele costuma valer a pena, porque protege a câmera do celular. Confirme se o amortecedor é compatível com a base que você escolheu.

A vibração da moto estraga o aparelho?

Depende do aparelho e da fixação. Produto pensado para moto costuma aguentar bem, desde que preso como manda o manual. Fixação frouxa aumenta o impacto da vibração. Celular comum é mais sensível, principalmente a câmera, e pede suporte com amortecedor. Revise o aperto e as borrachas com frequência.