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Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro

Disco de freio traseiro da Scud, linha Disco de freio.

Disco de freio traseiro

Scud

Fabricante
Scud
Linha
Disco de freio
Descrição no catálogo
FAZER250 TRAS
Posição
Traseiro

Dados do fabricante (scudparts.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro

Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro é um disco de freio traseiro da Scud. Disco de freio Scud de reposição listado no catálogo oficial como "FAZER250 TRAS".

Os dados declarados pela Scud são descrição no catálogo: FAZER250 TRAS; posição: Traseiro.

No catálogo da marca, a aplicação inclui Yamaha Fazer 250.

O que a ficha de Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro informa

Cada linha da ficha técnica existe para evitar um erro específico. A aplicação evita levar um produto de outra moto ou da posição errada. O material, quando informado, mostra para que tipo de uso e de disco o produto foi pensado. As medidas, em discos e flexíveis, mostram se a peça encaixa sem adaptação. A classe DOT, no fluido, evita misturar químicas que não podem se encontrar.

Leia também o que vem junto. Um jogo de pastilhas pode ou não trazer pinos e molas; um disco pode ou não vir com parafusos; um kit de reparo pode trazer só retentores ou também pistões e coifas. Isso muda o que você precisa comprar à parte. Se algum dado que importa para a sua moto não aparece, não complete com suposição: procure o catálogo do fabricante, a embalagem ou pergunte no balcão com o manual em mãos.

Descrição no catálogoFAZER250 TRAS
PosiçãoTraseiro

Em quais motos serve

Aplicação declarada pela Scud para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.

  • Yamaha YS 250 Fazer

Modelos citados, com ficha e peças: Yamaha Fazer 250.

Antes de levar este produto: o que confirmar

Marca e modelo definidos ajudam, mas não decidem sozinhos. O que decide é a combinação entre o produto, a moto e o uso. Veja o que um balconista experiente pergunta antes de entregar uma peça ou um fluido de freio.

  • Linha de uso diário ou linha esportiva. Várias marcas têm linhas voltadas ao uso do dia a dia e linhas para uso esportivo, pista ou competição. Produto mais “forte” não é automaticamente o melhor para você: alguns pedem temperatura de trabalho mais alta, desgastam mais as peças vizinhas ou exigem manutenção mais frequente. Escolha a linha pelo uso real da moto, não pela promessa da embalagem.
  • O que o manual e a moto já dizem. Antes de olhar a embalagem, olhe a moto. O manual traz a especificação original do freio, e a própria moto mostra o que está instalado: código na peça antiga, gravação na tampa do reservatório, espessura mínima marcada no disco. Com essas informações em mãos, a ficha deste produto deixa de ser uma promessa e vira algo que você consegue conferir item por item.
  • Quem vai fazer a instalação. Pense em quem vai montar. Trocar alguns produtos de freio exige ferramenta e prática: sangria do sistema, aperto controlado, montagem de retentores. Se você não tem experiência, combine o serviço com a oficina antes de comprar e leve o produto escolhido para o mecânico ver. Ele pode apontar algo que a ficha não deixa claro.
  • O seu jeito de usar a moto. Quem roda na cidade, quem viaja carregado, quem leva garupa e quem pega terra exige coisas diferentes do freio. Entre os produtos que servem na sua moto, pode haver opções pensadas para cada uso. Conte ao vendedor como a moto é usada e leia na ficha para que tipo de pilotagem o fabricante indica este modelo.
  • Medidas do disco na ficha. No disco, a ficha deve trazer diâmetro, espessura nova, espessura mínima, número e posição dos furos de fixação e o tipo de construção, fixo ou flutuante. Compare cada medida com o disco instalado ou com o catálogo. A espessura mínima gravada no disco novo passa a ser a referência para as próximas revisões.
  • A ficha inteira, não só o nome. O nome comercial chama a atenção, mas quem decide é o detalhe. Uma observação sobre versão, ano ou posição, uma medida diferente ou a ausência de acessórios mudam tudo. Leia a ficha do começo ao fim e, se algum campo importante estiver vazio, procure a informação no catálogo do fabricante antes de concluir que o produto serve.

Instalação e primeiros dias com o produto novo

Produto certo, mal instalado, freia como produto errado. Os itens a seguir tratam do que fazer com o produto novo, da abertura da embalagem até os primeiros dias de uso. Se você não tem prática com freio, deixe a montagem com a oficina e acompanhe.

  • Tudo à mão antes de começar. Separe antes o que o serviço vai pedir: produto de limpeza próprio para freio, panos limpos, arruelas de vedação novas quando há conexão a abrir, graxa indicada pelo fabricante, fluido lacrado e torquímetro. Interromper a montagem para buscar algo deixa a moto parada e aumenta a chance de esquecer um passo ou deixar algo apertado pela metade.
  • Disco novo na primeira montagem. Disco novo costuma sair da caixa com uma película ou um óleo protetor contra corrosão. Limpe a pista com produto próprio para freio antes de montar e não encoste os dedos sujos de graxa. Respeite o sentido de rotação, quando houver seta, e aperte os parafusos em sequência cruzada, no torque do manual ou da instrução do disco.
  • Anote o que foi instalado. Guarde a referência do que entrou na moto: marca, código, data e quilometragem. Esse registro serve para recomprar sem erro, para acompanhar o desgaste ou o prazo e para mostrar o histórico ao vender a moto. No caso do fluido, um adesivo discreto com a data, perto do reservatório, ajuda bastante.
  • Confira o conteúdo antes de desmontar. Com a moto ainda inteira, faça a conferência: código na embalagem, itens da lista, estado de cada peça, lacre do frasco. Qualquer diferença em relação à ficha, ou qualquer dano de transporte, deve ser resolvido com a loja antes da instalação. Produto de freio com defeito aparente não deve ser montado para “ver se funciona”.
  • A instrução do fabricante do produto. Antes de desmontar qualquer coisa, leia o que veio na caixa. Instrução de montagem, aviso de assentamento, recomendação de aperto e lista de peças fazem parte do produto. O manual da moto mostra o procedimento geral; a instrução do fabricante mostra os detalhes daquele modelo. Ignorar uma delas é desperdiçar parte do que você pagou.

Como conservar Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro

Depois da compra, ainda há trabalho: guardar o produto em boas condições, cuidar dos papéis da garantia e acompanhar o desgaste ou o prazo. Veja o que fazer em cada fase.

  • Acompanhamento nas revisões. Use as revisões para acompanhar o desempenho do que você comprou. Ver como o produto está depois de um tempo de uso, comparado com o registro da instalação, mostra se ele combina com a sua moto e com o seu jeito de pilotar. É a melhor base para recomprar o mesmo modelo ou mudar de linha.
  • Guarde na embalagem até a instalação. Se o produto vai esperar alguns dias, deixe-o fechado na caixa original, em lugar seco e protegido de sol, calor, poeira e respingos de óleo. Não apoie peso sobre a embalagem e não guarde perto de produtos químicos. Para o fluido, mantenha o lacre intacto até a hora do uso. A caixa também protege as informações de código e lote.
  • Longe de óleo e produtos de brilho. Um borrifo errado pode estragar um produto de freio novo. Ao lubrificar a corrente ou aplicar qualquer produto de brilho, cubra disco, pinça e roda. Se algo atingir o freio, limpe com produto próprio e avalie: pastilha ou lona encharcada de óleo não recupera o atrito e precisa ser substituída.
  • Nota fiscal e embalagem. Na hora de uma reclamação, o fabricante e a loja vão pedir a nota e, muitas vezes, o código e o lote do produto. Por isso, não jogue fora a embalagem logo depois da instalação. Se não tiver onde guardar, tire fotos nítidas da caixa, da etiqueta e da nota e arquive.
  • Espessura mínima do próprio disco. O disco costuma trazer gravada a espessura mínima de uso. Esse número, junto com o do manual, é o que vale para decidir a troca. Nas revisões, peça a medição com micrômetro em mais de um ponto. Se precisar guardar um disco novo, deixe-o deitado, na caixa, sem peso por cima, para evitar empeno e batidas.

Produto de freio original e falsificado: como separar

Antes de pagar, compare o produto com o que a marca mostra no site ou no catálogo: formato da embalagem, cores, posição do código, etiqueta de lote e, quando houver, selo de segurança. Falsificações costumam errar nos detalhes, como tipografia, acabamento ou ausência de dados do fabricante. Na peça, observe gravações, acabamento das bordas e fixação do material de atrito; no fluido, o lacre e o rótulo.

O canal de compra pesa tanto quanto a inspeção. Prefira lojas e distribuidores conhecidos e, nas plataformas on-line, a loja oficial da marca ou revendedores autorizados por ela. Exija nota fiscal. Se ainda restar dúvida, o atendimento do fabricante pode confirmar se o código e o lote existem. E desconfie de preço que destoa muito do mercado.

Este produto ou um parecido: como decidir

Não existe uma marca que vença em tudo, e a escolha entre produtos parecidos depende do que pesa mais para você. Para quem roda muito na cidade, durabilidade e ruído podem importar mais; para quem viaja carregado, a resistência ao calor; para quem faz a manutenção em casa, instruções claras e conteúdo completo.

Comece descartando o que não tem aplicação ou especificação confirmada para a sua moto. Entre os que sobram, compare composto ou classe, indicação de uso, itens incluídos e garantia. Ouça o mecânico que conhece a sua moto, mas peça o motivo da indicação. E, se já usou um produto e gostou do resultado, registre: o histórico do seu próprio freio é uma das melhores referências que existem. Anote também o que não funcionou bem, para não repetir a escolha na próxima troca.

Produtos parecidos de outras marcas no site:

A marca Scud

Scud (Brasil). A empresa diz que seus compromissos são qualidade e inovação e que o diferencial está no processo de fabricação e teste, feito para igualar as peças originais em desempenho e encaixe. O site apresenta os itens por família, com fotos e legendas de aplicação, sem fichas técnicas. Mais sobre a empresa na página da Scud.

Mais disco de freio traseiro da Scud:

Para continuar

Outras páginas que ajudam: guia de disco de freio traseiro; todos os produtos da Scud.

Perguntas frequentes

Em quais motos o Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro serve?

O fabricante indica para Yamaha Fazer 250. Confira versão e ano na lista de aplicações acima.

O ABS muda o que eu posso comprar?

O ABS não muda o princípio do freio, mas pode mudar peças e procedimentos. Verifique no catálogo se o produto tem aplicação específica para a versão com ABS e siga o manual na instalação, principalmente quando houver sangria. Também tome cuidado com o sensor e o anel de leitura da roda durante o serviço.

Como saber se o produto é falsificado?

Falsificações costumam errar nos detalhes: tipografia diferente, código ilegível ou ausente, embalagem frágil, peça sem gravação, material mal acabado. Compare com o que a marca mostra no site e, se houver dúvida, consulte o atendimento do fabricante com o código e o lote. Preço fora da realidade já é um aviso.

Produto de competição é melhor para o dia a dia?

Nem sempre. Linhas esportivas e de competição foram pensadas para calor e esforço intensos e podem pedir temperatura de trabalho mais alta, desgastar mais outras peças ou exigir manutenção mais frequente. Para uso diário, a linha indicada pelo fabricante para rua costuma ser a escolha mais adequada.

Como confirmar se Scud Disco de Freio Fazer 250 Traseiro é compatível com a minha moto?

Comece pela lista de motos ou pela especificação desta página e confirme no catálogo do fabricante. Depois compare com o manual e com o que está instalado: código da peça antiga, posição, medidas ou a classe gravada na tampa do reservatório. Se algo não bater, não compre contando com adaptação.

Como funciona a garantia deste produto?

A garantia trata de falhas de fabricação, nos termos que cada fabricante define. Para usá-la, você vai precisar da nota fiscal e, muitas vezes, do produto com código e lote identificáveis. Se suspeitar de defeito, pare de usar e procure a loja ou o fabricante antes de qualquer reparo por conta própria.

Qual espessura mínima devo seguir neste disco?

Siga a espessura mínima gravada no próprio disco e confira com a do manual da moto. Esse limite garante que o disco aguente o calor e o esforço com segurança. Se houver diferença entre a gravação e o manual, adote a mais conservadora, ou seja, a maior, e peça orientação ao fabricante.

Preciso comprar parafusos novos para o disco?

Depende do produto. Alguns discos vêm com parafusos, outros não, e a ficha e a embalagem informam. Se não vierem, use parafusos próprios para a aplicação, novos quando o manual pedir, com o torque indicado e, se previsto, com trava química. Parafuso comum não substitui o específico.