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Yamaha Fazer 250

6 versões vendidas no Brasil de 2006 a 2026. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Fazer 250

Lojas e oficinas para a Yamaha Fazer 250

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Peças e calibragem da Fazer 250

Cada página junta todas as versões e anos da Fazer 250 numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Fazer 250

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Compare a Fazer 250 com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Fazer FZ25 Connected2025–2026 em conferência 140/70-17 M/C 66H
Fazer FZ252018–2024 em conferência 140/70-17 M/C 66H
Fazer FZ25 Capitã Marvel2021–2023 em conferência 140/70-17 M/C 66H
Fazer FZ25 Pantera Negra2021–2023 em conferência 140/70-17 M/C 66H
Fazer FZ25 Thor2023 em conferência 140/70-17 M/C 66H
YS 250 Fazer2011–2017 12V 6Ah (YTX7L-BS) 130/70-17 M/C 62S

Yamaha Fazer 250: o que o catálogo mostra

De 2011 a 2026, a Yamaha Fazer 250 teve 6 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 249 cc, no estilo street.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a YS 250 Fazer (2017, R$ 15.099) e a mais cara, a Fazer FZ25 Connected (2026, R$ 24.057).

A Fazer 250 ao longo das gerações

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Fazer 250 evoluiu e o que mudou em cada fase.

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

Fazer 250: o que muda de uma versão para outra

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Fazer 250 vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Com ou sem ABS. Entre uma versão com ABS e outra sem, a diferença aparece no dia em que você precisa frear de verdade. Sem o sistema, apertar demais trava a roda e pode derrubar a moto, principalmente na chuva. Com ele, a pressão é aliviada e reaplicada sozinha, várias vezes por segundo. Quem usa a moto só em passeios curtos e conhece bem os próprios limites pode economizar; para o uso diário, o ABS costuma valer o que custa a mais. Na Fazer 250: Com ABS: Fazer FZ25 Connected, Fazer FZ25, Fazer FZ25 Capitã Marvel, Fazer FZ25 Pantera Negra, Fazer FZ25 Thor; Sem ABS: YS 250 Fazer.
  • Flex ou só gasolina. Ser flex significa poder escolher o combustível a cada abastecimento, olhando o preço da bomba. É uma vantagem para quem roda bastante e acompanha esses números. Em dias frios, algumas motos flex pegam com um pouco mais de dificuldade só com etanol, e o consumo maior desse combustível pede contas na ponta do lápis. A versão só gasolina não tem essa liberdade, mas também não tem essa preocupação. Se você não pretende usar etanol, a versão flex não muda nada. Na Fazer 250: Só gasolina: Fazer FZ25 Connected; Flex: Fazer FZ25, Fazer FZ25 Capitã Marvel, Fazer FZ25 Pantera Negra, Fazer FZ25 Thor, YS 250 Fazer.
  • Farol de LED ou halógeno. Pense no farol como item de segurança, não de enfeite. O conjunto de LED enxerga e é visto melhor, consome menos da bateria e raramente dá problema, mas, quando dá, costuma exigir a troca da peça inteira, que é mais cara. Com halógeno, a lâmpada queima, você compra outra e troca em minutos. Quem roda de madrugada ou em estrada escura deve preferir o LED; no uso diurno, a diferença pesa pouco. Na Fazer 250: Farol LED: Fazer FZ25 Connected, Fazer FZ25, Fazer FZ25 Capitã Marvel, Fazer FZ25 Pantera Negra, Fazer FZ25 Thor; Farol halógeno: YS 250 Fazer.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.

O que esperar da Fazer 250 com o tempo

A Fazer 250 faz parte do grupo de motos que o mercado conhece de cor, e isso facilita a vida de quem fica com ela muito tempo. Achar peça é rápido, a concorrência entre lojas segura os preços e não falta oficina que resolva sem equipamento especial. Em contrapartida, a mesma procura que garante peça e revenda fácil atrai furtos, então seguro, trava e garagem fechada entram no planejamento. Com o passar dos anos, a street perde valor de forma previsível, sem quedas bruscas, e continua encontrando comprador mesmo com bastante quilometragem, desde que a manutenção esteja em dia. Guardar notas de serviço ajuda a provar esse cuidado na hora da negociação.

Fazer 250 0 km, seminova ou usada?

A mesma Fazer 250 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
  • Versão de linha atual ou anterior. Comprar a versão que acabou de sair dá acesso às novidades, mas também ao preço mais alto e, às vezes, a ajustes que o fabricante só faz depois dos primeiros lotes. A versão anterior é conhecida, tem peças e mecânicos acostumados e costuma ser oferecida com desconto. Se as mudanças não fazem diferença para você, a de linha anterior pode ser a escolha mais inteligente.
  • Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Fazer 250 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
  • Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Fazer 250 teve?

No catálogo são 6: Fazer FZ25 Connected, Fazer FZ25, Fazer FZ25 Capitã Marvel, Fazer FZ25 Pantera Negra, Fazer FZ25 Thor, YS 250 Fazer.

Qual a Fazer 250 mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a YS 250 Fazer 2017, com R$ 15.099.

Toda Fazer 250 tem ABS?

Não. Com ABS: Fazer FZ25 Connected, Fazer FZ25, Fazer FZ25 Capitã Marvel, Fazer FZ25 Pantera Negra, Fazer FZ25 Thor; Sem ABS: YS 250 Fazer.

A versão mais completa da Fazer 250 vale a pena?

Para quem roda todo dia, leva garupa ou pega estrada, os equipamentos extras costumam fazer diferença. Para quem roda pouco e só na cidade, a versão de entrada pode atender bem e custar menos para manter. Avalie o seu uso antes de olhar o catálogo.

Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?

Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.

Peças de uma versão servem em outra?

Parte delas sim, parte não. Versões do mesmo modelo dividem muitos componentes, mas diferenças de freio, roda, iluminação ou acabamento trazem peças próprias. A forma segura de saber é conferir o código da peça original ou passar a versão, o ano-modelo e o número do chassi para quem vende.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.