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Yamaha Factor 150

4 versões vendidas no Brasil de 2016 a 2026. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Factor 150

Lojas e oficinas para a Yamaha Factor 150

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Peças e calibragem da Factor 150

Cada página junta todas as versões e anos da Factor 150 numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Factor 150

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Compare a Factor 150 com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Factor 1502025–2026 em conferência 100/80-18 M/C 59S
Factor 150 DX2025–2026 em conferência 100/80-18 M/C 59S
Factor 150 ED2016–2024 em conferência 90/90-18 M/C 57S REINF
Factor 150 E2016–2018 em conferência 90/90-18 M/C 57P

Yamaha Factor 150: o que o catálogo mostra

De 2016 a 2026, a Yamaha Factor 150 teve 4 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 149 cc, no estilo street.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Factor 150 E (2018, R$ 12.195) e a mais cara, a Factor 150 DX (2026, R$ 17.698).

Gerações da Factor 150: o que mudou e quando

Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Factor 150 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.

  • Factor 150 E 2016–2018. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro tambor, câmbio manual, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol).
  • Factor 150 ED 2016–2024. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol).
  • Factor 150 2025–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
  • Factor 150 DX 2025–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.

Antes de pedir uma peça da Factor 150, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

Qual versão da Factor 150 escolher

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Factor 150 vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Freio combinado (CBS). Na versão com CBS, frear fica mais equilibrado sem você precisar pensar nisso. O sistema distribui a força entre a roda da frente e a de trás, reduzindo o mergulho da dianteira e a chance de derrapar por excesso de freio de um lado só. Piloto experiente às vezes prefere os freios independentes, que dão controle total de cada roda. Para o uso urbano e para quem tem pouca prática, o CBS é uma boa escolha. Na Factor 150: Com CBS: Factor 150, Factor 150 DX, Factor 150 ED; Sem CBS: Factor 150 E.
  • Freio dianteiro: disco ou tambor. Disco na dianteira freia com mais força, responde melhor ao manete e perde menos eficiência na chuva e em descidas longas, quando o tambor esquenta e “cansa”. O tambor, por outro lado, é mais barato, tem manutenção simples e lonas que duram bastante. Se você vai rodar em estrada, levar garupa ou enfrentar trânsito pesado, a versão com disco na frente compensa. Para trajetos curtos e em baixa velocidade, o tambor dá conta do recado. Na Factor 150: Disco: Factor 150, Factor 150 DX, Factor 150 ED; Tambor: Factor 150 E.
  • Roda de liga leve ou raiada. A escolha entre roda raiada e de liga leve tem mais a ver com o caminho do que com o visual. A liga leve é rígida, precisa e quase não pede manutenção, mas uma pancada forte pode empená-la ou trincá-la, e aí o conserto é caro. A raiada pede verificação dos raios de vez em quando, porém perdoa mais o piso ruim e é mais simples de reparar. Para asfalto, liga leve; para terra e trabalho pesado, raiada. Na Factor 150: Rodas liga leve: Factor 150, Factor 150 DX, Factor 150 ED; Rodas raiadas: Factor 150 E.
  • Farol de LED ou halógeno. Pense no farol como item de segurança, não de enfeite. O conjunto de LED enxerga e é visto melhor, consome menos da bateria e raramente dá problema, mas, quando dá, costuma exigir a troca da peça inteira, que é mais cara. Com halógeno, a lâmpada queima, você compra outra e troca em minutos. Quem roda de madrugada ou em estrada escura deve preferir o LED; no uso diurno, a diferença pesa pouco. Na Factor 150: Farol LED: Factor 150, Factor 150 DX; Farol halógeno: Factor 150 ED, Factor 150 E.
  • Pneu com ou sem câmara. Furar um pneu sem câmara costuma ser só um incômodo: o ar sai aos poucos e, muitas vezes, dá para chegar ao borracheiro rodando devagar. Com câmara, o pneu murcha rápido e o reparo dá mais trabalho, já que é preciso tirar a roda e desmontar o pneu. Por outro lado, câmara de ar é barata e funciona em qualquer roda. Para uso diário no asfalto, sem câmara compensa; para quem vive em estrada de chão, a câmara atende bem. Na Factor 150: Sem câmara: Factor 150, Factor 150 DX, Factor 150 ED; Com câmara: Factor 150 E.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele vier sempre junto.

A Factor 150 a longo prazo

A Factor 150 faz parte do grupo de motos que o mercado conhece de cor, e isso facilita a vida de quem fica com ela muito tempo. Achar peça é rápido, a concorrência entre lojas segura os preços e não falta oficina que resolva sem equipamento especial. Em contrapartida, a mesma procura que garante peça e revenda fácil atrai furtos, então seguro, trava e garagem fechada entram no planejamento. Com o passar dos anos, a street perde valor de forma previsível, sem quedas bruscas, e continua encontrando comprador mesmo com bastante quilometragem, desde que a manutenção esteja em dia. Guardar notas de serviço ajuda a provar esse cuidado na hora da negociação.

Comprar a Factor 150 zero ou usada

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Factor 150 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma Factor 150 com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
  • Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Factor 150 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Factor 150 teve?

No catálogo são 4: Factor 150, Factor 150 DX, Factor 150 ED, Factor 150 E.

Qual a Factor 150 mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Factor 150 E 2018, com R$ 12.195.

Qual a versão mais barata de manter?

Em geral, a versão mais simples tem menos componentes e peças mais baratas, como freio a tambor, roda raiada e farol halógeno. Mas a diferença costuma ser pequena perto do que pesa de verdade: o seu jeito de pilotar, o tipo de uso e a manutenção feita no prazo do manual.

Qual geração da Factor 150 comprar?

Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.

Qual versão da Factor 150 desvaloriza menos?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.

Vale a pena pagar mais pela Factor 150 mais recente?

Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.