Bomba de combustível da Yamaha Factor 150
A peça certa para cada versão e ano da Factor 150, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 4 versões
- 4 gerações
- 2016–2026
Bomba de combustível
Factor 150 2016–2026
- Modelo
- Yamaha Factor 150
- Anos
- 2016 a 2026
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com bomba de combustível para a Yamaha Factor 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bomba de combustível para a Yamaha Factor 150. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaBomba de combustível por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| Factor 150 | 2025–2026 |
| Factor 150 DX | 2025–2026 |
| Factor 150 ED | 2016–2024 |
| Factor 150 E | 2016–2018 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual bomba de combustível serve na Factor 150
A bomba de combustível da Yamaha Factor 150 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da Factor 150 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
O que a bomba de combustível faz na Factor 150
Pense na bomba de combustível como o coração da injeção. A central calcula quanto combustível o motor precisa e manda o bico abrir por uma fração de segundo, mas essa conta só dá certo se a gasolina estiver chegando com a pressão certa. Sem pressão, o bico pulveriza mal ou nem entrega combustível, e o motor falha, perde força ou não pega.
Em quase todas as motos injetadas a bomba é elétrica e fica dentro do próprio tanque. O próprio combustível ajuda a resfriá-la, e é por isso que o jeito de abastecer e de rodar influi tanto na vida dela.
A bomba de combustível na Factor 150: o que a ficha diz
Na ficha, a Factor 150 2016–2026 aparece como uma street de 149 cc. Com injeção eletrônica, a Factor 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.
Na Factor 150, a bomba trabalha em muitas horas de uso urbano. Quem roda o dia inteiro, com o tanque quase sempre vazio, deve ficar atento aos primeiros sinais de falha em subida e de partida demorada.
Sinais de que a bomba de combustível da Factor 150 está falhando
Antes de condenar a bomba, repare em como a moto se comporta. Alguns sinais apontam direto para ela; outros pedem medição de pressão na oficina para confirmar.
- Morre quente e volta depois de esfriar. Um padrão bem conhecido na oficina: a moto apaga no trânsito, você espera um pouco, ela pega como se nada tivesse acontecido. Esse "esfria e volta" é comum em bomba no fim da vida, principalmente em dias quentes e com pouco combustível no tanque.
- Falha com pouco combustível no tanque. Com o tanque quase vazio, a moto engasga em curvas, freadas ou subidas, e o problema some depois de abastecer. Pode ser só a tela de entrada da bomba ficando descoberta, mas uma bomba fraca sente muito mais essa situação.
- Sem zumbido ao ligar a chave. Ligou a chave e o tanque ficou em silêncio? O zumbido curto da pressurização é o primeiro teste que qualquer um pode fazer. Sem ele, a gasolina não chega ao bico. Antes de comprar a bomba, peça para conferir se ela está recebendo tensão no conector.
- Cheiro de gasolina perto do tanque. Cheiro forte de combustível perto do tanque, ou marca de gasolina escorrendo por baixo dele, pode vir da vedação da flange da bomba, de uma conexão da linha ou de mangueira ressecada. Vazamento de combustível é risco de incêndio: não rode assim e leve à oficina.
O que conferir antes de comprar a bomba de combustível
Com as informações certas em mãos, fica fácil comparar as opções sem errar. Veja o que levar e o que perguntar.
- Conector e chicote. Repare no plugue. Bomba com conector igual ao original encaixa sem gambiarra. Se for preciso cortar e emendar fio, a peça provavelmente não é a certa para a aplicação.
- Código da peça original. O código gravado no conjunto da bomba ou listado no catálogo de peças da marca é a forma mais segura de achar a equivalente. As boas marcas de reposição informam para qual código original a bomba foi feita.
- Conjunto completo ou só o refil. Existem duas opções: o conjunto completo (bomba, suporte, tela e, em muitos casos, regulador e boia) e o refil, que é só o motor elétrico da bomba. O refil sai mais em conta, mas exige desmontar o conjunto antigo e transferir as peças com cuidado.
- Pressão e vazão compatíveis. A injeção foi calibrada para uma pressão de combustível. Bomba que entrega menos deixa a mistura pobre; a que entrega diferente do previsto confunde o regulador. Por isso, desconfie de refil vendido como universal sem lista de aplicação.
Troca da bomba de combustível passo a passo
Mexer na bomba significa abrir o sistema de combustível, e qualquer descuido vira vazamento ou risco de incêndio. Por isso, o recomendado é a oficina. Veja como é um serviço bem feito.
- Confirmar o diagnóstico. Um bom serviço começa com testes: tensão chegando na bomba, relé funcionando, pressão da linha comparada com o valor do manual. Trocar a bomba sem esses testes pode não resolver nada.
- Preparar o local. Combustível exige respeito: área arejada, nada de fogo por perto, motor frio e bateria desconectada pelo negativo. O ideal é fazer a troca com o tanque perto da reserva.
- Aliviar a pressão da linha. A linha da injeção fica pressurizada mesmo com a moto desligada. O manual de serviço indica como aliviar essa pressão antes de soltar a mangueira, e um pano absorve o que escorrer. Conexões rápidas são soltas pela trava, sem forçar.
- Retirar o tanque ou acessar a flange. Conforme a moto, o acesso à bomba passa pela retirada do tanque ou de carenagens. Tudo é desconectado com calma: plugue elétrico, linha de combustível, mangueiras de respiro e dreno. O tanque vai para um apoio que proteja a pintura.
- Remover o conjunto com cuidado. Os parafusos ou o anel da flange são soltos e o conjunto sai sem forçar, inclinando para não enroscar a boia do marcador. Com a bomba fora, dá para ver o estado do fundo do tanque.
- Limpar o tanque se for preciso. Borra, areia ou ferrugem no tanque são a causa de muita bomba morta antes do tempo. Limpar, ou tratar o tanque quando a ferrugem é grande, faz parte do serviço bem feito.
- Montar com vedação nova. A vedação nova vai bem assentada, sem torcer, e os parafusos da flange recebem aperto cruzado e por etapas. Sobra de força deforma a flange; falta de força deixa vazar.
- Pressurizar e testar antes da partida. Antes de ligar o motor, o certo é ligar a chave, ouvir a bomba trabalhar e procurar qualquer sinal de gasolina nas conexões. Com o motor funcionando, confere-se a pressão, a marcha lenta e o marcador, e então a moto vai para um teste rodando.
Se os sintomas continuarem com a bomba nova, o problema pode estar no regulador de pressão, no filtro, no bico injetor ou na parte elétrica. Guarde a nota da peça e do serviço: em caso de defeito dentro da garantia, ela será pedida.
O que ajuda a bomba de combustível no dia a dia
Quase toda bomba que morre cedo tem um motivo por trás: sujeira, combustível ruim, tanque sempre vazio ou parte elétrica fraca. Estes hábitos ajudam a evitar isso.
- Abasteça em posto de confiança. A qualidade do combustível chega direto na bomba. Água, solvente e sujeira aceleram o desgaste e entopem a tela. Ter um ou dois postos de confiança é uma das manutenções mais baratas que existem.
- Cuidado com jato forte na lavagem. Evite jato de alta pressão direto no conector da bomba, nas conexões da linha e na base do tanque. Água no conector causa oxidação e mau contato, que imitam defeito na bomba.
- Siga o plano de manutenção do filtro. Se a sua moto tem filtro de combustível com troca prevista, siga o intervalo do manual. Filtro entupido faz a bomba trabalhar contra uma restrição, o que aquece e desgasta. Em muitas motos o filtro faz parte do conjunto da bomba.
O que não fazer com a bomba de combustível da moto
Alguns erros com a bomba parecem economia, mas acabam custando uma peça nova e um reboque. Vale conhecer os principais.
- Bater no tanque para a bomba voltar. O truque de bater no tanque para a moto pegar é conhecido, mas só confirma o defeito. Se funcionou, a bomba está pedindo troca, e rodar assim é arriscar ficar na estrada.
- Emendar o chicote de qualquer jeito. Gambiarra no chicote da bomba é fonte de defeito que vai e volta. Conector certo, terminais bem prensados e vedação contra água são o mínimo para uma peça que trabalha perto do combustível.
- Trocar a bomba sem diagnóstico. Fusível queimado, relé com defeito, conector oxidado, sensor de queda acionado e bateria fraca fazem a moto agir como se a bomba tivesse morrido. Sem medir tensão e pressão, a troca pode não resolver.
Perguntas frequentes
Andar na reserva estraga a bomba?
Usar a reserva de vez em quando não estraga nada. O problema é o hábito de rodar sempre com o tanque quase vazio: a bomba trabalha mais quente, já que o combustível ajuda a resfriá-la, e puxa com mais facilidade a sujeira do fundo do tanque.
Dá para trocar a bomba de combustível em casa?
É serviço de oficina. Além do risco de mexer com combustível, o mecânico consegue confirmar o diagnóstico com manômetro e scanner antes da troca e testar a pressão depois, o que você não faz em casa sem ferramenta.
Gasolina ruim pode queimar a bomba de combustível?
Pode prejudicar bastante. Água, solventes e sujeira no combustível aceleram o desgaste interno, atacam vedações e entopem a tela. Se a moto começou a falhar logo depois de um abastecimento, comente isso na oficina: às vezes é preciso drenar o tanque.
Preciso trocar o filtro junto com a bomba?
É o recomendado. Em muitas motos, a tela de entrada e o filtro fazem parte do conjunto da bomba e vêm junto. Quando não vêm, vale trocar no mesmo serviço: filtro ou tela entupidos fazem a bomba nova trabalhar forçada.