Óleo do motor da Yamaha Factor 150
A medida de cada versão e ano da Factor 150, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 4 versões
- 4 gerações
- 2016–2026
Óleo do motor que serve
SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro
- Modelo
- Yamaha Factor 150
- Anos
- 2016 a 2026
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com óleo do motor para a Yamaha Factor 150
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Yamaha Factor 150
Motul 7100 20W-50 4T20W-50
Motul 5000+ 20W-50 4T20W-50
Motul 3000+ 20W-50 4T20W-50
Liqui Moly Motorbike 4T 20W50 Street20W-50
Liqui Moly Motorbike HD Synth 20W50 Street20W-50
Castrol Actevo Essential 20W-5020W-50
ELF Moto 4 Cruise 20W5020W-50
Mobil Super Moto 20W-50 Mineral20W-50
Óleo Pro Honda 20W5020W-50- YamalubeYamalube Mineral SAE 20W50 API SL JASO MA220W-50
Bardahl Maxtec Moto M 20W5020W-50
Lubrax Top Moto 20W-50 MA20W-50
Pela medida mais comum no modelo (SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Óleo do motor por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Factor 150 | 2025–2026 | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido |
| Factor 150 DX | 2025–2026 | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido |
| Factor 150 ED | 2016–2024 | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido |
| Factor 150 E | 2016–2018 | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O óleo do motor certa para cada Factor 150
A Factor 150 usa sempre a mesma referência do óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro, em todas as gerações com a medida conferida.
O que a referência quer dizer: a viscosidade é 20W-50: o primeiro número (com o W, de "winter") mostra o comportamento do óleo frio, na partida; o segundo, a viscosidade com o motor quente; a quantidade é de 1,00 litros na troca; 1,10 L com troca do filtro.
O que o óleo faz no motor da Factor 150
Pense no óleo como o sangue do motor. Ele circula sem parar, empurrado pela bomba, e passa por todos os pontos onde há atrito. Ali ele lubrifica, resfria e carrega a sujeira que se forma com a queima. Com o tempo, o calor e a contaminação vão quebrando suas qualidades, e o óleo deixa de proteger como protegia quando era novo.
Por isso a troca existe: não é porque o óleo "acaba", e sim porque ele perde a capacidade de fazer o trabalho. Em motos dois tempos, o óleo de motor é consumido na mistura com a gasolina, e o cuidado é manter o tipo certo e a proporção certa.
O que muda no óleo do motor da Factor 150
A Factor 150 2016–2026 é uma street de 149 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O motor tem filtro de óleo de troca. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor.
Sem radiador, a temperatura do motor da Factor 150 varia bastante com o uso. Em trânsito pesado e calor, o óleo é mais exigido. Nível sempre em dia e troca no prazo fazem diferença.
Como saber se está na hora de trocar o óleo
Estes são os sinais mais comuns de óleo baixo, vencido ou contaminado. Se vários aparecem juntos, não espere a próxima revisão.
- Óleo muito escuro e grosso. Cor escura é normal depois de algum uso, porque o óleo segura a sujeira da queima. O que preocupa é o óleo pastoso, com resíduo ou cheiro forte de queimado: nesse ponto ele protege bem menos do que deveria.
- Fumaça azulada no escapamento. Fumaça azul é óleo sendo queimado. No motor quatro tempos, isso costuma ser sinal de desgaste interno e pede avaliação; no dois tempos, fumaça demais pode ser proporção errada de óleo na gasolina. Nos dois casos, oficina para diagnóstico.
- Nível abaixo do mínimo. Quando a medição mostra nível baixo, o motor está trabalhando com menos proteção. Completar resolve o momento, mas queda frequente indica consumo ou vazamento, e isso precisa de avaliação na oficina.
- Óleo com aspecto leitoso. Óleo com cor de café com leite ou espuma clara na tampa de abastecimento indica água misturada. Pode ser condensação em moto que só faz trajetos muito curtos, mas também pode ser defeito interno. Troque o óleo e peça avaliação.
- Prazo vencido. Mesmo sem sintoma, o óleo tem prazo de troca por quilometragem e por tempo, o que vencer primeiro. O manual da sua moto define os dois. Se você não sabe quando foi a última troca, faça a troca e recomece a contagem.
Óleo do motor certo: o que conferir na loja
O rótulo traz quase tudo o que você precisa saber, mas em siglas. Entendendo cada uma, fica fácil escolher o óleo certo.
- JASO MA ou MB. Na moto com câmbio manual, procure JASO MA ou MA2 no rótulo: é ele que garante que a embreagem não vai patinar. O MB tem menos atrito e é indicado para motores sem embreagem no óleo, conforme o fabricante.
- Óleo próprio para moto. O frasco de carro pode ter a mesma viscosidade, mas não a mesma receita. Motos com embreagem e câmbio no óleo pedem especificação JASO. Óleo de carro na moto é economia que costuma sair cara.
- Quantidade certa. O manual informa quanto óleo vai na troca simples, na troca com filtro (quando há) e na desmontagem do motor. São números diferentes. Compre o suficiente para a troca e um pouco para completar entre revisões.
- Classe API. API SJ, SL, SM, SN: as letras avançam conforme a classe fica mais recente. O importante é atender, no mínimo, o que o manual pede, e combinar essa classe com a especificação própria para moto.
- Mineral, semissintético ou sintético. Mineral, semissintético e sintético se diferenciam pela base do óleo. Se o manual não exige um tipo, qualquer um que cumpra viscosidade e classes indicadas serve. O sintético não dispensa a troca no prazo.
A mesma referência em outros modelos
Fora da Factor 150, 33 outros modelos usam a mesma referência (óleo 20W-50). Alguns deles:
- Honda XRE 300 2010–2018
- Honda Biz 125 ES 2009–2017
- Honda Lead 110 2010–2016
- Honda NXR 150 Bros Mix ESD 2010–2015
- Honda CB 300R 2009–2015
- Honda Pop 100 2007–2015
- Honda CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013
- Honda NXR 125 Bros ES 2003–2012
- Honda Biz 100 KS 1998–2011
- Honda CBX 250 Twister 2001–2008
- Honda CG 125 Cargo 2005–2008
- Honda NX-4 Falcon 1999–2008
Trocando o óleo do motor: o jeito certo
Antes de começar, tenha à mão o manual, o óleo certo, a arruela nova do bujão e um recipiente para o óleo usado. A sequência abaixo vale para a maioria das motos.
- Aqueça um pouco o motor. Óleo frio escorre devagar e deixa mais resíduo dentro do motor. Uma rápida aquecida resolve. Depois, desligue e espere o suficiente para mexer sem se queimar.
- Posicione a moto e solte o bujão. Com a moto no cavalete central ou em pé, em piso firme, coloque a bandeja embaixo do bujão de dreno. Solte o bujão e, nas últimas voltas, afaste a mão para o óleo não escorrer pelo braço.
- Deixe escorrer e troque a arruela. Espere o óleo parar de pingar. Enquanto isso, limpe o bujão e troque a arruela de vedação: a usada já deformou e pode vazar. Em bujão com ímã, limpe as limalhas que ficaram presas.
- Troque o filtro, se houver. Na troca com filtro, aproveite o motor drenado para tirar o filtro velho e pôr o novo, observando a posição de montagem e as vedações. Depois disso, use a quantidade de óleo indicada para troca com filtro.
- Recoloque o bujão com o aperto certo. Primeiras voltas sempre à mão, para não entortar a rosca. O aperto final é firme e controlado, de preferência com torquímetro. Rosca espanada no cárter é um dos estragos mais comuns em troca de óleo.
- Abasteça com a quantidade indicada. Despeje o óleo devagar, sem completar de uma vez a quantidade toda. É mais fácil acrescentar do que tirar excesso. Feche a tampa e passe para a medição.
- Meça o nível do jeito do manual. A medição só vale se seguir o manual: posição da moto, motor ligado ou não antes, tempo de espera e jeito de usar a vareta mudam de modelo para modelo. Complete aos poucos até ficar entre mínimo e máximo.
- Procure vazamentos e anote a troca. Antes de rodar, procure gotas no bujão e nas tampas. Depois, registre a troca: data, quilometragem e óleo usado. Óleo derramado no pneu ou na roda deve ser limpo antes de sair.
Óleo usado não vai para o ralo, a terra ou o lixo comum: ele contamina muita água. Guarde em galão fechado e leve a um posto, oficina ou ponto de coleta, que encaminham para rerrefino. Se não tem como fazer isso, deixe a troca com a oficina.
Erros que encurtam a vida do motor
Muito motor vai para a retífica por erros simples com o óleo. Estes são os mais vistos no balcão e na oficina.
- Medir o nível de qualquer jeito. Cada moto tem seu jeito de medir. Ignorar a posição, o tempo de espera ou o modo de usar a vareta leva a completar errado. Leia a orientação do manual uma vez e siga sempre.
- Reaproveitar a arruela do bujão. Arruela nova custa pouco e evita gotejamento. A usada já cumpriu seu papel, e insistir nela costuma terminar em aperto excessivo para estancar o vazamento.
- Colocar óleo demais. Não é "melhor sobrar". Nível acima do máximo causa vazamento, fumaça e perda de rendimento. A marca de máximo existe por um motivo.
- Usar óleo de carro. O frasco de carro sobrando na garagem é tentador, mas não serve. A falta da especificação JASO pode aparecer como embreagem patinando e desgaste maior no câmbio.
Como cuidar do óleo do motor da Factor 150
O óleo protege o motor enquanto está no nível e dentro do prazo. Alguns hábitos simples fazem diferença na vida útil do motor.
- Cuide dos vazamentos cedo. Motor sempre úmido de óleo é sinal de junta ou retentor passando. Além do nível, o óleo acumula sujeira e pode chegar ao pneu. Resolver cedo sai mais barato.
- Aqueça antes de exigir. Os primeiros minutos de funcionamento são os de maior desgaste. Evite giro alto com o motor frio e deixe o óleo esquentar rodando com calma, em vez de deixar a moto parada acelerando.
- Troque o filtro no intervalo certo. Filtro vencido devolve ao motor um óleo que já deveria estar limpo. Siga a frequência do manual para o filtro, junto com a troca de óleo.
- Respeite o prazo de tempo e de quilometragem. Não é só a quilometragem que vence o óleo. Quem roda pouco deve seguir o prazo em meses que o manual indica. Anote a data e a quilometragem de cada troca.
Perguntas frequentes
Qual óleo do motor serve na Yamaha Factor 150?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro.
Posso misturar óleos de marcas diferentes?
Em emergência, completar com outro óleo de mesma viscosidade e especificação não costuma causar problema. O ideal é completar com o mesmo óleo. Misturar bases e viscosidades diferentes pode tirar o óleo da especificação.
De quanto em quanto tempo troco o óleo?
Siga o manual. Não existe um número que sirva para toda moto. Lembre que moto parada também precisa de troca no prazo de tempo, e que uso de trabalho costuma encurtar o intervalo.
O filtro vai junto com toda troca de óleo?
Depende do manual. Alguns pedem filtro a cada troca, outros a cada duas. Seguir esse intervalo mantém o óleo limpo. Na dúvida, trocar o filtro junto é a escolha mais segura.
Como medir o óleo do motor corretamente?
Com a moto nivelada, em geral nunca no descanso lateral, e depois do tempo de espera indicado pelo fabricante. A forma de usar a vareta ou o visor muda de modelo para modelo, então vale ler o manual uma vez.