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Yamaha XMAX 300 Connected 2026–2027

Ficha técnica, preço FIPE e as 64 peças com página própria para a XMAX 300 Connected fabricada de 2026 a 2027.

  • Scooter
  • 292 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
  • ABS
Yamaha XMAX 300 Connected
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 120/70-15 M/C 56P referência
Pneu traseiro 140/70-14 M/C 68P referência
Lâmpada do farol LED integrado referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Yamaha XMAX 300 Connected

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Peças da XMAX 300 Connected 2026–2027

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Yamaha XMAX 300 Connected 2026–2027

Esta é a ficha da Yamaha XMAX 300 Connected vendida nos anos-modelo de 2026 a 2027: uma scooter de 292 cc.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma XMAX 300 Connected desta geração custa entre R$ 35.864 e R$ 36.885, conforme o ano.

O que cada número da ficha da Yamaha XMAX 300 Connected 2026–2027 quer dizer

  • Câmbio: automático (CVT)
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: sim
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da XMAX 300 Connected 2026–2027 significa na prática.

  • Câmbio CVT. O CVT não tem marchas: uma correia corre entre duas polias que mudam de diâmetro sozinhas, ajustando a relação o tempo todo. Você só acelera e freia. No trânsito, isso tira o cansaço do anda e para. Em compensação, o freio motor é fraco, então em descida longa você depende mais dos freios, e a correia e os roletes têm vida útil definida.
  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força disponível.
  • ABS. O ABS impede que a roda trave numa frenagem forte, aliviando e reaplicando a pressão várias vezes por segundo. Na prática, você pode apertar o freio com vontade numa emergência, mesmo em piso molhado ou com areia, sem que a roda escorregue e derrube a moto. Ele não encurta milagrosamente a distância de parada, mas mantém a moto controlável.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Farol de LED. Com LED, você enxerga melhor à noite e o farol quase não pesa na bateria. A durabilidade é alta, mas a peça não tem lâmpada avulsa, então dano por queda ou umidade pede substituição do módulo. Confira a altura do facho depois de instalar baú ou levar garupa, porque a moto inclina e o farol pode subir demais.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.

A XMAX 300 Connected no dia a dia

No uso real, a scooter é uma moto de rotina urbana e, nas versões mais fortes, também de estrada. O motor fica perto da roda traseira e o centro de gravidade é baixo, o que deixa as manobras em velocidade baixa fáceis. Para entregas, o porta-objetos e o câmbio automático aceleram o serviço de porta em porta.

Ela sofre em três situações: piso esburacado, que as rodas pequenas e a suspensão curta absorvem mal; ladeiras muito íngremes com garupa, quando o CVT patina e esquenta; e estrada de terra, onde o pneu de asfalto e o assoalho baixo limitam o caminho. No resto, é uma das formas mais simples de andar de moto.

Peças de troca: as medidas da XMAX 300 Connected

Referências de manutenção da XMAX 300 Connected 2026–2027, peça por peça:

Plano de manutenção da XMAX 300 Connected, sistema por sistema

Manter a XMAX 300 Connected em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Injeção dispensa regulagem frequente, mas não dispensa cuidado. Combustível de procedência ruim entope filtro e bico; o corpo de borboleta suja com o tempo e deixa a marcha lenta instável. Siga o intervalo do manual para o filtro e peça na revisão a limpeza e a leitura de falhas pela central.
  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.

A XMAX 300 Connected 2026–2027 ano a ano

Valor de cada ano da XMAX 300 Connected 2026–2027 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 3% menos que o mais novo na tabela.

O que vigiar na XMAX 300 Connected no dia a dia

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Yamaha XMAX 300 Connected. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Freios: manete e pedal. Antes de sair, aperte o manete e pise no pedal com a moto parada. O curso deve ser firme e sempre igual. Manete que vai até o punho, pedal muito baixo ou sensação esponjosa pedem revisão. Em movimento, preste atenção a chiados metálicos, trepidação ao frear e moto puxando de lado: tudo isso tem causa e solução.
  • Ruídos do motor. Você conhece o som da sua moto, e qualquer mudança merece atenção. Chiado metálico no alto do motor pode ser folga de válvulas ou corrente de comando; batida grave que aumenta com o giro é mais séria; estalos no escapamento indicam vazamento ou mistura errada. Não acostume o ouvido: um barulho novo é um recado.

Acessórios para a XMAX 300 Connected 2026–2027: o que ajuda de verdade

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a XMAX 300 Connected, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Antena corta-pipa. Em muitas cidades, linha de pipa com cerol é perigo real para quem anda de moto. A antena corta-pipa, instalada no guidão, intercepta a linha antes do corpo do piloto. Escolha uma com lâmina na ponta e altura acima do capacete e confira a fixação de tempos em tempos, porque a vibração afrouxa.
  • Capa para moto. Sol forte resseca banco e plásticos e desbota a pintura; chuva e poeira aceleram a corrosão. Para quem guarda a moto fora de garagem, a capa vale cada centavo. Prefira tecido respirável e tamanho próprio, espere o escapamento esfriar antes de cobrir e use a capa também como camada extra contra olhares curiosos.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
  • Bolha ou para-brisa. Se a XMAX 300 Connected vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.

Perguntas frequentes

Qual o valor da XMAX 300 Connected 2026–2027 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 36.885, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A XMAX 300 Connected aguenta levar garupa?

A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.

O ABS precisa de manutenção?

Não muito além do freio comum. O que muda é cuidar dos sensores de roda e respeitar a troca do fluido no prazo do manual, porque o módulo do ABS não gosta de fluido velho. Pneus de medida diferente podem confundir o sistema. Luz acesa no painel depois de começar a rodar indica falha a investigar.

Qual a autonomia da XMAX 300 Connected?

Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.

Ficha técnica

Características
Cilindrada292 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolLED
LanternaLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da XMAX 300 Connected por ano

Ano-modeloPreço médio
XMAX 300 Connected 2027R$ 36.885
XMAX 300 Connected 2026R$ 35.864

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827142-9. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.