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Yamaha XMAX 300 Connected 2027

Preço FIPE do ano-modelo 2027, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XMAX 300 Connected usada.

  • Scooter
  • 292 cc
  • Gasolina
  • ABS
Yamaha XMAX 300 Connected 2027
Imagem ilustrativa.

FIPE 2027

R$ 36.885

Moto
Yamaha XMAX 300 Connected
Ano-modelo
2027
Geração
2026–2027

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827142-9. Preço médio de anúncio no país.

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A Yamaha XMAX 300 Connected 2027 em resumo

A Yamaha XMAX 300 Connected 2027 é uma scooter de 292 cc. Ela pertence à geração 2026–2027, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a XMAX 300 Connected usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.

A XMAX 300 Connected 2027 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XMAX 300 Connected 2027 vale R$ 36.885. A do ano 2026 sai por R$ 35.864 (+2,8% de diferença).

Na comparação com as 22 motos scooter 2027 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 18 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto scooter

Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.

Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XMAX 300 Connected 2027

Para a manutenção da XMAX 300 Connected 2027, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma XMAX 300 Connected 2027 usada

Uma moto 2027 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.

O que a idade pede na Yamaha XMAX 300 Connected 2027

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Revisões programadas. Moto quase nova tem um plano de revisões definido pelo fabricante, por quilometragem e por tempo. Veja quais já foram feitas e qual é a próxima. A primeira, ao fim do amaciamento, é especialmente importante: nela se fazem ajustes iniciais e, nas motos a combustão, a troca do primeiro óleo.
  • Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Desgaste que não espera o calendário. Em moto de pouco tempo, o que manda é a quilometragem e o tipo de uso. Uma unidade que trabalhou todo dia pode já pedir pneus, pastilhas ou peças de transmissão, enquanto outra quase não saiu da garagem. Desgaste incompatível com o hodômetro é alerta, e itens de desgaste em geral não entram na garantia.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.

Alternativas à XMAX 300 Connected 2027

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos scooter são as alternativas mais diretas à XMAX 300 Connected:

Outros anos da XMAX 300 Connected

Anos-modelo da XMAX 300 Connected no catálogo, de 2027 a 2026, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2027 · R$ 36.885
  • 2026 · R$ 35.864

Ficha técnica da XMAX 300 Connected 2027

Medidas e especificações
Cilindrada292 cc
CombustívelGasolina
Pneu dianteiro120/70-15 M/C 56P
Pneu traseiro140/70-14 M/C 68P
Lâmpada do farolLED integrado
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolLED
LanternaLED
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XMAX 300 Connected 2027

As peças desta moto são as da geração 2026–2027. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão CVT

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XMAX 300 Connected 2027 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XMAX 300 Connected 2027 vale R$ 36.885 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a XMAX 300 Connected 2027?

A XMAX 300 Connected 2027 tem 292 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual pneu usa a XMAX 300 Connected 2027?

Dianteiro 120/70-15 M/C 56P e traseiro 140/70-14 M/C 68P.

Como fica o seguro de uma XMAX 300 Connected 2027?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

A garantia passa para quem compra a moto?

Em geral, a garantia de fábrica acompanha a moto até o fim do prazo, desde que as revisões tenham sido feitas como manda o manual de garantia. Peça o manual com os registros e tire a dúvida na concessionária pelo número do chassi. Prazo e condições variam de marca para marca.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.