Capacete X11: todos os modelos
6 produtos, com a ficha que o fabricante publica e o link para cada um.
Lojas com capacete X11
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Anunciar nesta páginaOs modelos, lado a lado
| Produto | Linha | Grafismos | Tamanhos | Recursos |
|---|---|---|---|---|
| Capacete X11 Revo | Revo | Vision 2 (Rosa, Vermelho/Azul, Chumbo, Preto); Jaguar (Azul, Amarela, Rosa/Azul/Branco, Branco/Azul/Rosa) | 56, 58, 60, 62, 64 (Vision 2: 56, 58, 60, 64) | Estrutura leve; preparado para óculos e intercomunicador |
| Capacete X11 Revo Pro | Revo | Tronix, Flagger 2, All Black, Sorround, Eleven | 56, 58, 60, 62, 64 | Estrutura leve; boa acústica |
| Capacete X11 Trust | Trust | Solides (Chumbo, Preto); Spiral (Rosa, Roxo, Azul, Chumbo) | 56, 58, 60, 61-62 | Design aerodinâmico; amplo campo de visão; estrutura leve |
| Capacete X11 Trust Pro | Trust | Transit, Shadow, 11 | 56, 58, 60, 61-62 | Amplo campo de visão; design esportivo |
| Capacete X11 Turner | Turner | Solides (Chumbo, Silver, Nardo); Prisma 2 (Preto, Vermelho, Azul/Vermelho) | 56, 58, 60, 62, 64 | |
| Capacete X11 Aerial | Aerial | Solides (Silver) | 56, 58, 60, 62, 64 | Leve; design minimalista |
Dados do fabricante. Abra cada produto para ver a ficha completa e a aplicação.
Capacete X11: os modelos
A X11 tem 6 produtos de capacete nesta lista, tirados do catálogo oficial, nas linhas Revo, Trust, Turner e Aerial. A tabela resume o que muda de um para outro; cada nome leva à página do produto, com a ficha completa e as motos em que serve.
Capacetes X11: como decidir entre os modelos
O jeito mais rápido de achar o modelo certo na linha X11 é filtrar por três perguntas. Que estilo você precisa? Isso já elimina boa parte do catálogo. Você roda de dia e volta à noite, pega chuva ou usa intercomunicador? Isso indica se vale procurar modelos com solar interno, lente antiembaçante e nichos para alto-falante. Qual tamanho você usa? Alguns modelos não saem em todos os números, principalmente nas pontas da tabela.
Com dois ou três candidatos, compare peso no mesmo tamanho, ventilação e tipo de fecho, e prove todos. Repare que modelos com nomes parecidos podem ser gerações diferentes, com viseiras e peças que não se misturam. O catálogo e o site do fabricante mostram a geração atual e as peças de cada um.
As linhas da X11
Revo
2 produtos: Capacete X11 Revo, Capacete X11 Revo Pro.
Trust
2 produtos: Capacete X11 Trust, Capacete X11 Trust Pro.
Turner
1 produto: Capacete X11 Turner.
Aerial
1 produto: Capacete X11 Aerial.
Este capacete é o certo para você?
A escolha final depende de três coisas: tamanho, formato e uso. Os itens abaixo ajudam a conferir cada uma delas neste modelo e mostram o que olhar na etiqueta, na caixa e no catálogo do fabricante antes de pagar.
- Forro removível e bochecheiras. Confira se o forro sai inteiro ou só em parte. O ideal é remover topo e bochecheiras para lavar e secar. Algumas marcas vendem forro de reposição e bochecheiras mais finas ou mais grossas, o que permite corrigir um capacete que ficou justo ou folgado no rosto. Pergunte isso no balcão ou procure no catálogo do fabricante.
- Preparo para lente antiembaçante. Embaçamento é o incômodo número um em dia frio e chuvoso. Viseira com preparo para lente antiembaçante resolve, mas a lente precisa ser do tamanho daquela viseira. Leia com atenção o que a caixa promete: “preparada para” quer dizer que os pinos existem e a lente é vendida à parte; “com lente” quer dizer que ela já acompanha.
- Certificação do Inmetro no próprio capacete. A certificação do Inmetro é obrigatória para todo capacete vendido no Brasil. Não confie só no anúncio: no capacete, procure o selo do Inmetro aplicado no casco e a etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data de fabricação. Se algo estiver faltando, ilegível ou com cara de adesivo improvisado, não leve.
- Ventilação que regula. No clima brasileiro, um capacete abafado vira motivo para rodar com a viseira aberta, o que não é bom. Verifique se o modelo tem entrada no queixo, entrada no topo e saída na traseira, e se há canais na espuma interna levando o ar até a cabeça. Mexa nos controles na loja: aberturas duras ou frágeis são as primeiras a quebrar.
- Quando a medida cai entre dois tamanhos. Quando a medida cai bem na divisa entre dois tamanhos, prove os dois. Na dúvida, o mais justo costuma ser a escolha, desde que não cause dor: o forro cede um pouco com o uso, e capacete que já nasce folgado só piora. Aperto que vira dor de cabeça em pouco tempo, porém, indica que o tamanho ou o formato não é o seu.
- Formato do casco e formato da cabeça. O tamanho certo com o formato errado dá dor em ponto fixo. Quem tem cabeça mais redonda sente pressão nas têmporas em casco oval; quem tem cabeça mais alongada sente na testa e na nuca em casco redondo. Algumas marcas informam o formato no catálogo. Se não informam, a prova mostra: vista, espere alguns minutos e repare onde aparece a marca vermelha na pele.
- Engate rápido ou duplo D. Fecho não é detalhe. Verifique qual tipo vem no modelo: engate rápido, de catraca com dentes, ou duplo D, com dois anéis e uma presilha para a sobra da cinta. O primeiro ganha em praticidade; o segundo, em ajuste fino. Teste a abertura de luva e veja se a cinta tem acabamento macio, porque ela fica em contato direto com a pele.
Como conservar este capacete
Capacete é equipamento de proteção, e cuidar dele faz parte da segurança. Os pontos abaixo tratam de limpeza, armazenamento, garantia e do momento de trocar. Quando o manual do fabricante disser algo diferente, siga o manual.
- Sinais de que é hora de trocar. Saber a hora de aposentar o capacete faz parte de cuidar dele. Os sinais que pedem troca são estrutura trincada ou deformada, espuma de absorção com marcas ou pedaços soltos, cinta com fios soltos, fecho que abre sozinho e capacete que ficou largo. Se tiver dúvida, peça para alguém da loja ou da assistência avaliar.
- Validade e data de fabricação. Quanto tempo dura um capacete depende do uso e dos cuidados, e por isso não existe um prazo único. Alguns fabricantes indicam no manual quando trocar; outros deixam a avaliação para o dono. Confira a data de fabricação na etiqueta interna na hora da compra, para saber há quanto tempo o capacete saiu da fábrica.
- Retrovisor não é cabide. Pequenos hábitos encurtam a vida do capacete. Pendurar no espelho afunda a espuma; deixar no banco inclinado faz cair; segurar pela viseira força o mecanismo. Use a trava de capacete da moto ou um cadeado próprio, sempre passando pela cinta, ou guarde dentro do baú quando houver espaço e sombra.
- Lavar o forro. Suor e oleosidade da pele se acumulam no forro e aceleram o desgaste das espumas. Retire as peças, lave à mão com sabão neutro e aperte suavemente para tirar a água, sem torcer. Deixe secar à sombra até o fim antes de montar. Máquina de lavar só se o manual permitir, em ciclo delicado e dentro de saco próprio.
- Mecanismos da viseira e da queixeira. Os mecanismos do capacete pedem limpeza leve e regular. Poeira e areia nas bases da viseira e nas travas deixam o movimento áspero. Limpe com pano úmido, seque e teste. Se algo quebrar, procure a peça de reposição do modelo; improvisar com cola ou parafuso de outro capacete compromete o funcionamento e a segurança.
O X11 capacete e os concorrentes: o que pesar
Para comparar este capacete com modelos de outras marcas, mantenha a comparação justa: mesmo estilo, mesmo tamanho e mesma proposta de uso. Fechado esportivo se compara com fechado esportivo; escamoteável, com escamoteável. Todos precisam ter a certificação do Inmetro, que é o mínimo, então a diferença está no resto.
Coloque lado a lado o peso no mesmo tamanho, o material do casco, quantos tamanhos de casco o fabricante usa, a ventilação, o que vem na caixa (lente antiembaçante, solar interno, viseira extra), o tipo de fecho, o forro removível e a preparação para intercomunicador. Depois, pese o que não aparece na ficha: viseira de reposição à venda na sua cidade, assistência e garantia. E prove os dois, porque o formato de cada casco decide mais do que qualquer item da lista.
Também fabricam capacete: LS2 (25), Pro Tork (16), MT Helmets (11), Helt (9), Shoei (9), Texx (9), Nolan (7), Norisk (6).
O guia geral da categoria explica o que é e como escolher: Capacete.
Como comprar o capacete verdadeiro
Três perguntas ajudam a não cair em capacete falso. Quem está vendendo? Revenda autorizada, loja oficial ou distribuidor indicado pela marca dão nota fiscal e garantia; vendedor sem nome, não. O preço faz sentido? Desconto pequeno é comum, mas valor muito abaixo do praticado nas lojas autorizadas costuma esconder produto falsificado, usado ou sem certificação. O capacete mostra a certificação?
Esta última se responde com o produto na mão: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data, e dados batendo com a caixa. Capacete sem selo, só com selo de outro país ou com a etiqueta arrancada não deve ser comprado. Para tirar dúvidas, o site do fabricante mostra o modelo, e a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.
Perguntas frequentes
O capacete aperta na testa. É normal?
Dor localizada que aparece depois de alguns minutos é sinal de formato, não de tamanho. Cabeça mais redonda sofre nas laterais em casco oval, e cabeça mais alongada sofre na testa em casco redondo. Se acabou de comprar, procure a loja logo para trocar, antes de usar o capacete na rua.
Fiquei entre dois tamanhos. Qual escolher?
Em geral, o menor, se ele fica firme sem causar dor. O forro cede um pouco com o uso e o capacete afrouxa; o contrário não acontece. Se o menor provocar dor localizada depois de alguns minutos, o maior pode ser o certo, ou o formato do casco não combina com a sua cabeça.
Capacete com selo europeu ou americano vale no Brasil?
Sozinho, não. O Inmetro não aceita certificações estrangeiras no lugar da brasileira. Muitos capacetes vendidos aqui trazem as duas, o que é normal. O que importa para circular no Brasil é ter o selo do Inmetro no casco e a etiqueta interna de identificação.
Posso usar viseira de outro modelo?
Só se o fabricante disser que são compatíveis. Mesmo parecidas, viseiras de modelos diferentes mudam no encaixe, na curvatura e na trava, e viseira mal encaixada pode abrir com o vento. Procure a reposição original do seu modelo, de preferência em cristal, que é a que serve para uso noturno.
Posso rodar à noite com viseira fumê?
Viseira fumê ou espelhada, só de dia. Depois que escurece, a regra pede viseira cristal, e a visão agradece: lente escura à noite esconde buraco, animal e pedestre. Se você vai voltar tarde, leve a cristal ou use um capacete com solar interno, mantendo a cristal montada.
O forro cede com o uso?
O forro se acomoda ao rosto nas primeiras horas de uso, principalmente nas bochechas, e o aperto diminui. A espuma de absorção, que fica por baixo, não cede com o uso normal. Capacete que já parece folgado na prova vai ficar mais folgado depois, e isso compromete a proteção.
Posso lavar o forro na máquina?
O caminho mais seguro é a lavagem à mão: solte as peças, use água morna e sabão neutro, aperte para tirar a água e deixe secar na sombra até o fim. Se o fabricante liberar a máquina, use ciclo delicado e saco de proteção. Nunca use alvejante nem solvente.
Dá para usar óculos de grau com este capacete?
Na prova, vista o capacete e encaixe os óculos pelas laterais. As hastes devem entrar sem esforço e a armação deve ficar na posição certa no nariz. Forro com rebaixo para óculos ajuda muito. Se o capacete tiver solar interno e a lente encostar na armação ao descer, compare com outro modelo.