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Beta MX 50

2 versões vendidas no Brasil de 2000 a 2002. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da MX 50

Lojas e oficinas para a Beta MX 50

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Peças e calibragem da MX 50

Cada página junta todas as versões e anos da MX 50 numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
MX-50 Cross2000–2002 em conferência em conferência
MX-50 Enduro2000–2002 em conferência em conferência

A Beta MX 50 em números

O catálogo reúne 2 versões da Beta MX 50, vendidas de 2000 a 2002. Todas têm 49 cc, no estilo ciclomotor.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a MX-50 Cross (2002, R$ 2.373) e a mais cara, a MX-50 Enduro (2002, R$ 2.721).

Linha do tempo da MX 50

Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da MX 50 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

Qual versão da MX 50 escolher

Pela ficha do catálogo, as versões têm os mesmos itens técnicos principais. A escolha passa mais por ano, estado e preço do que por equipamento.

As versões da MX 50 partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
  • Comece pelo seu uso. A versão certa da MX 50 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.

O que esperar da MX 50 com o tempo

Um ciclomotor está entre os veículos motorizados mais baratos de manter. As peças são simples e baratas, e muitas oficinas de moto pequena resolvem a mecânica. O cuidado é com a marca e o modelo: alguns ciclomotores têm reposição difícil, principalmente de carenagens e componentes elétricos, e vale pesquisar antes de comprar. Nas versões elétricas, a bateria é o item que mais pesa com o tempo. O seguro é pouco comum, mas o furto acontece, porque o veículo é leve e fácil de levar. Na revenda, a MX 50 regularizada e conservada encontra compradores na própria região. Como o valor do veículo é baixo, um conserto grande pode não compensar, e a manutenção em dia evita esse dilema.

Nova ou usada: qual MX 50 vale mais a pena para você

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da MX 50 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
  • Motos de frota e de entrega. Uma MX 50 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
  • Seminova: o meio-termo. Uma MX 50 com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Uma MX 50 mais antiga cabe em orçamentos menores, mas pode não ter itens que vieram depois, como freios mais modernos, painel mais completo ou iluminação melhor. Isso não a torna uma compra ruim, só uma compra diferente. Veja o que mudou entre as gerações e decida o que você aceita deixar de lado em troca da economia.
  • Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma MX 50 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Versão de linha atual ou anterior. Comprar a versão que acabou de sair dá acesso às novidades, mas também ao preço mais alto e, às vezes, a ajustes que o fabricante só faz depois dos primeiros lotes. A versão anterior é conhecida, tem peças e mecânicos acostumados e costuma ser oferecida com desconto. Se as mudanças não fazem diferença para você, a de linha anterior pode ser a melhor compra.

Perguntas frequentes

Quantas versões a MX 50 teve?

No catálogo são 2: MX-50 Cross, MX-50 Enduro.

Qual versão da MX 50 custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a MX-50 Cross 2002, com R$ 2.373.

Qual o melhor ano da MX 50 para comprar?

Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.

Qual versão da MX 50 desvaloriza menos?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.

Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?

Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.

Qual a versão mais barata de manter?

A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.

Compensa comprar a versão topo de linha?

Compensa se você vai aproveitar o que ela tem a mais e se o orçamento de manutenção acompanha. Itens de segurança costumam valer o investimento para quem roda muito. Conveniências e acabamento são questão de gosto. Para muitos usos, uma versão intermediária oferece o melhor equilíbrio.