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BMW F 750 GS

3 versões vendidas no Brasil de 2019 a 2024. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da F 750 GS

Lojas e oficinas para a BMW F 750 GS

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Peças e calibragem da F 750 GS

Cada página junta todas as versões e anos da F 750 GS numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a F 750 GS

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Compare a F 750 GS com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
F 750 GS Premium2019–2024 em conferência 150/70R17
F 750 GS Sport2019–2024 em conferência 150/70R17
F 750 GS Premium 40 Anos2021 em conferência 150/70R17

BMW F 750 GS: o que o catálogo mostra

De 2019 a 2024, a BMW F 750 GS teve 3 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 853 cc, no estilo big trail.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a F 750 GS Premium 40 Anos (2021, R$ 51.700) e a mais cara, a F 750 GS Premium (2024, R$ 57.498).

Linha do tempo da F 750 GS

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a F 750 GS evoluiu e o que mudou em cada fase.

Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.

F 750 GS: o que muda de uma versão para outra

As versões da F 750 GS não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:

Por fora, as versões da F 750 GS se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.

  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar muito mais clara.
  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.

Ter uma F 750 GS por vários anos

Quem fica muitos anos com uma big trail descobre que o mais importante é ter uma boa oficina por perto. A mecânica é sofisticada, a eletrônica pede scanner e algumas peças vêm de longe, com prazo de entrega. Em compensação, motores desse porte trabalham com folga e duram muito quando a manutenção segue o manual. Pneus e freios, por causa do peso, gastam mais rápido. O seguro é uma despesa relevante e deve ser cotado junto com o preço. Na hora de vender, a F 750 GS encontra um público exigente, que procura revisões comprovadas e acessórios bem instalados. Guardar as peças originais trocadas por acessórios também conta pontos com esse comprador.

Comprar a F 750 GS zero ou usada

Entre a F 750 GS nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.

  • Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
  • Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
  • Motos de frota e de entrega. Uma F 750 GS usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • Zero de ano-modelo anterior. Às vezes a loja ainda tem unidades zero do ano-modelo anterior, oferecidas com desconto quando a linha nova chega. Pode ser um bom negócio: a moto é nova, tem garantia e custa menos. Só lembre que, na revenda, ela será vista como do ano-modelo que tem, e não do ano em que você a comprou.
  • Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a F 750 GS até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da F 750 GS?

No catálogo são 3: F 750 GS Premium, F 750 GS Sport, F 750 GS Premium 40 Anos.

Qual versão da F 750 GS custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a F 750 GS Premium 40 Anos 2021, com R$ 51.700.

Qual a versão mais barata de manter?

A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.

A versão mais nova da F 750 GS vale a diferença?

Vale quando as mudanças fazem diferença para você. Se a novidade traz itens de segurança, conforto ou economia que você vai usar, a diferença de preço se paga no uso. Se as mudanças são de visual ou de detalhes que você não valoriza, a anterior entrega quase tudo por menos.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.

Qual versão escolher para a primeira moto?

Priorize itens que ajudam quem tem pouca experiência: freio com sistema de auxílio, partida fácil, peso menor e altura de banco confortável. Potência extra raramente faz falta no começo. Se possível, experimente as versões parado e rodando antes de decidir.

Qual a diferença entre as versões da F 750 GS?

As versões costumam compartilhar quadro e motor e mudar em equipamentos como freios, partida, rodas, painel, iluminação e acabamento. Em alguns casos, também há diferença de cilindrada ou de potência. A comparação nesta página mostra o que separa cada versão; o importante é avaliar quais dessas diferenças fazem sentido para o seu uso.

Qual versão da F 750 GS é melhor para trabalhar?

Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.