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Can-Am Outlander L

8 versões vendidas no Brasil de 2015 a 2016. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Outlander L

Lojas e oficinas para a Can-Am Outlander L

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Peças e calibragem da Outlander L

Cada página junta todas as versões e anos da Outlander L numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Outlander L 4502015–2016 em conferência em conferência
Outlander L 5702016 em conferência em conferência
Outlander L DPS 5702016 em conferência em conferência
Outlander L MAX 4502015–2016 em conferência em conferência
Outlander L X mr 5702016 em conferência em conferência
Outlander L 5002015 em conferência em conferência
Outlander L DPS 5002015 em conferência em conferência
Outlander L MAX DPS 5002015 em conferência em conferência

Visão geral da Outlander L

São 8 versões da Outlander L no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2015 a 2016. A cilindrada vai de 427 a 570 cc, no estilo quadriciclo.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 35.467 (Outlander L 500 2015) a R$ 47.563 (Outlander L X mr 570 2016).

A Outlander L ao longo das gerações

O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a Outlander L recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.

  • Outlander L 500 2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L DPS 500 2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L MAX DPS 500 2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L 450 2015–2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L MAX 450 2015–2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L 570 2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L DPS 570 2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
  • Outlander L X mr 570 2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).

Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.

Outlander L: o que muda de uma versão para outra

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Outlander L vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Quando o mesmo modelo é vendido com cilindradas diferentes, a versão maior entrega mais força em subida, com garupa e nas ultrapassagens, enquanto a menor costuma ser mais barata para comprar, para manter e, em muitos casos, para segurar. Pense no seu trajeto: cidade plana e piloto sozinho pedem pouco motor; estrada, serra e garupa frequente pedem fôlego. Lembre também que algumas peças de motor mudam entre as cilindradas, mesmo com o resto da moto igual. Na Outlander L: 427 cc: Outlander L 450, Outlander L MAX 450; 570 cc: Outlander L 570, Outlander L DPS 570, Outlander L X mr 570; 500 cc: Outlander L 500, Outlander L DPS 500, Outlander L MAX DPS 500.
  • Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.

Ter uma Outlander L por vários anos

Um quadriciclo por vários anos pede manutenção constante, porque o ambiente em que ele trabalha é duro: poeira, lama, água e carga. Filtro de ar, rolamentos, homocinéticas, coifas e conectores elétricos são os itens que mais sofrem. Peças de modelos populares são encontradas em lojas especializadas e no meio rural; de modelos raros, podem demorar. O seguro é pouco comum, principalmente para os de uso fora de estrada, e o furto acontece em propriedades rurais. Na revenda, a Outlander L encontra compradores entre produtores e praticantes de trilha, que olham muito o estado da tração e da suspensão. Notas de manutenção organizadas ajudam a mostrar que ele foi bem tratado.

Comprar a Outlander L zero ou usada

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Outlander L pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
  • Motos de frota e de entrega. Motos que vêm de frota de empresas ou de uso em entregas aparecem muito no mercado, às vezes com preço atraente. Elas costumam ter rodado muito, em ritmo pesado, com várias partidas por dia e carga no bagageiro. Algumas foram mantidas com rigor pela empresa; outras, não. Pergunte sobre o uso anterior e reserve no orçamento a troca dos itens de desgaste.
  • Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
  • O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
  • Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
  • Financiamento ou à vista. Financiar a Outlander L resolve a falta de dinheiro agora, mas cobra por isso ao longo dos meses. Olhe sempre o custo efetivo total, que soma juros, tarifas e seguros embutidos, e não só o valor da parcela. Pagar à vista dá poder de negociação e evita compromissos longos. Se a parcela aperta o orçamento, uma versão mais simples ou uma seminova podem ser a saída.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da Outlander L?

No catálogo são 8: Outlander L 450, Outlander L 570, Outlander L DPS 570, Outlander L MAX 450, Outlander L X mr 570, Outlander L 500, Outlander L DPS 500, Outlander L MAX DPS 500.

Qual a Outlander L mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Outlander L 500 2015, com R$ 35.467.

É difícil encontrar peças da Outlander L?

A disponibilidade depende da popularidade do modelo na sua região, da geração e da peça em si. Itens de desgaste costumam ser os mais fáceis; peças de acabamento e de gerações antigas, os mais difíceis. Antes de comprar a moto, consulte uma loja de peças e uma oficina perto de você sobre os itens que mais se trocam.

Qual versão escolher para a primeira moto?

Priorize itens que ajudam quem tem pouca experiência: freio com sistema de auxílio, partida fácil, peso menor e altura de banco confortável. Potência extra raramente faz falta no começo. Se possível, experimente as versões parado e rodando antes de decidir.

Qual geração da Outlander L comprar?

Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.

Qual versão da Outlander L é melhor para trabalhar?

Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.

As peças da Outlander L são iguais em todas as versões?

Muitas peças são compartilhadas, principalmente de motor e itens comuns de desgaste. Outras mudam: freios, rodas, painel, farol, banco e acabamentos costumam ser próprios de cada versão. Antes de comprar, informe ao vendedor a versão exata e o ano-modelo, ou consulte o código da peça no catálogo.