Derbi Predator 50
2 versões vendidas no Brasil em 2001. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Ciclomotor
- 2001
Versões da Predator 50
Lojas e oficinas para a Derbi Predator 50
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Derbi Predator 50. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Predator 50
Cada página junta todas as versões e anos da Predator 50 numa tabela, com o guia da peça.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Predator 50 AR | 2001 | em conferência | em conferência |
| Predator 50 LC | 2001 | em conferência | em conferência |
Derbi Predator 50: o que o catálogo mostra
São 2 versões da Predator 50 no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2001 a 2001. Todas têm 49 cc, no estilo ciclomotor.
Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 3.084 (Predator 50 AR 2001) a R$ 3.100 (Predator 50 LC 2001).
A Predator 50 ao longo das gerações
Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Predator 50 evoluiu e o que mudou em cada fase.
- Predator 50 AR 2001. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, câmbio automático (CVT).
- Predator 50 LC 2001. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio automático (CVT).
Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.
Qual versão da Predator 50 escolher
Por fora, as versões da Predator 50 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Refrigeração a ar ou líquida. A diferença de refrigeração entre versões aparece em dois lugares: no comportamento em dia quente e na lista de manutenção. Com arrefecimento líquido, o motor trabalha numa temperatura estável mesmo parado no congestionamento, mas há radiador para proteger, líquido para trocar no prazo do manual e mais pontos sujeitos a vazamento. A ar, tudo fica mais simples e barato, com o motor esquentando mais em uso pesado. Quem roda leve fica bem com a mais simples; quem exige muito, com a líquida. Na Predator 50: Refrigeração a ar: Predator 50 AR; Refrigeração líquida: Predator 50 LC.
- Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Comece pelo seu uso. A versão certa da Predator 50 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
A Predator 50 a longo prazo
A manutenção de um ciclomotor é simples e de custo baixo, e a mecânica cabe em qualquer oficina acostumada com motos pequenas. Pneus, freios e transmissão são os itens que mais gastam. O ponto fraco, em muitos casos, é a reposição de peças de carroceria e da parte elétrica, que depende de o fabricante ou importador manter estoque. Nas versões elétricas, planeje a troca da bateria em algum momento. O risco de furto é real, já que o veículo é leve. Na revenda, a Predator 50 com registro e documentação em ordem vende com muito mais facilidade. Antes de comprar, confirme que há loja de peças e oficina por perto que atendam esse modelo.
Comprar a Predator 50 zero ou usada
Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Predator 50 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
- Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
- Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
- O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
- Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
- Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.
Perguntas frequentes
Quantas versões a Predator 50 teve?
No catálogo são 2: Predator 50 AR, Predator 50 LC.
Qual versão da Predator 50 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Predator 50 AR 2001, com R$ 3.084.
Dá para instalar na minha Predator 50 um item que só existe em outra versão?
Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.
Qual versão da Predator 50 gasta menos com manutenção?
Em geral, a versão mais simples tem menos componentes e peças mais baratas, como freio a tambor, roda raiada e farol halógeno. Mas a diferença costuma ser pequena perto do que pesa de verdade: o seu jeito de pilotar, o tipo de uso e a manutenção feita no prazo do manual.
Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?
Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.
O que muda de uma versão da Predator 50 para outra?
As versões costumam compartilhar quadro e motor e mudar em equipamentos como freios, partida, rodas, painel, iluminação e acabamento. Em alguns casos, também há diferença de cilindrada ou de potência. A comparação nesta página mostra o que separa cada versão; o importante é avaliar quais dessas diferenças fazem sentido para o seu uso.
Como descobrir a versão exata da moto?
O documento da moto traz a versão na descrição do modelo, junto com o ano-modelo. Na própria moto, emblemas e equipamentos como tipo de freio, roda e partida ajudam a confirmar. Na dúvida, uma concessionária consegue identificar a versão de fábrica pelo número do chassi.
Qual geração da Predator 50 comprar?
Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.
