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Derbi Predator 50 AR 2001

Ficha técnica, preço FIPE e as 54 peças com página própria para a Predator 50 AR fabricada em 2001.

  • Ciclomotor
  • 49 cc
  • Gasolina
  • Carburador

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Derbi Predator 50 AR

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Peças da Predator 50 AR 2001

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, carburador. Peça que não existe nela não aparece.

Predator 50 AR 2001: visão geral

Esta é a ficha da Derbi Predator 50 AR vendida no ano-modelo 2001: um ciclomotor de 49 cc.

Na tabela FIPE (referência de outubro de 2026), o ano 2001 vale R$ 3.084.

O que cada número da ficha da Derbi Predator 50 AR 2001 quer dizer

  • Câmbio: automático (CVT)
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Derbi Predator 50 AR ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Câmbio CVT. Sem embreagem no manete e sem pedal de câmbio, o CVT deixa a pilotagem simples: torceu o acelerador, a moto anda. As polias variam a relação de forma contínua, mantendo o motor no giro certo. A saída é suave e sem trancos. Fique atento ao barulho e à trepidação na arrancada, que indicam desgaste da transmissão.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença aparece mais em ultrapassagem e subida.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Torque. Torque é a força que empurra a moto na saída e na retomada. É ele que você sente ao arrancar no semáforo com garupa ou ao subir uma ladeira sem reduzir. Um torque alto em rotação baixa deixa a moto mais elástica: ela aceita marcha alta em velocidade baixa sem engasgar e cansa menos no trânsito pesado.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. Sem radiador de água, o motor depende do fluxo de ar e, no sistema ar/óleo, também do óleo circulando por um pequeno radiador. Menos peças, menos peso e menos manutenção. O lado fraco aparece em congestionamento longo em dia quente: a temperatura sobe, o motor fica mais áspero e o óleo trabalha no limite. Óleo no nível certo é ainda mais importante aqui.
  • Transmissão por correia ou cardã. Se a Predator 50 AR não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.

A Predator 50 AR no dia a dia

O ciclomotor é o veículo dos trajetos curtos e tranquilos. Leve, simples e fácil de pilotar, ele leva você ao trabalho, à escola ou ao comércio do bairro com pouco custo e pouco esforço. Na cidade, estaciona em qualquer canto e passa bem em ruas estreitas.

As limitações são claras. A velocidade baixa não combina com avenidas rápidas, rodovias ou vias de trânsito pesado, onde ele fica exposto. Com garupa, quando permitido, a Predator 50 AR perde fôlego e o freio pede mais antecedência. Em piso ruim, as rodas pequenas sentem buraco e valeta. Para entregas leves dentro do bairro, cumpre bem o papel.

Peças de troca: as medidas da Predator 50 AR

As medidas que a Predator 50 AR 2001 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da Predator 50 AR, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Predator 50 AR 2001, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras de tempos em tempos.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Correia de transmissão. A correia dentada não precisa de lubrificação, mas pede inspeção regular. Veja se há dentes faltando, cortes, rachaduras na borda ou pedrinhas presas entre a correia e a polia. A tensão é conferida e ajustada no intervalo do manual, com a ferramenta certa. Correia frouxa pula dentes; correia esticada demais desgasta os mancais.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção prolonga a vida dela.

Checagem rápida e avisos da Predator 50 AR: o que observar

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Derbi Predator 50 AR. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Trepidação na saída. Preste atenção à arrancada: trancos, vibração no corpo da moto ou sensação de patinação indicam desgaste na transmissão automática. Perda de força em subida e velocidade final menor também são sinais. A inspeção da caixa do CVT tem prazo no manual, e esses sintomas mostram quando antecipar.
  • Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Parafusos, espelhos e peças soltas. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Confira de vez em quando retrovisores, suporte de placa, carenagens, escapamento e bagageiro. Um ruído de chocalho em determinada rotação quase sempre é algo solto. Peça caída na estrada é perigo para você e para quem vem atrás, e parafuso perdido costuma levar junto a peça que prendia.

Acessórios que fazem sentido na Predator 50 AR

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Predator 50 AR 2001, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa para moto. Sol forte resseca banco e plásticos e desbota a pintura; chuva e poeira aceleram a corrosão. Para quem guarda a moto fora de garagem, a capa vale cada centavo. Prefira tecido respirável e tamanho próprio, espere o escapamento esfriar antes de cobrir e use a capa também como camada extra contra olhares curiosos.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para vários aparelhos.
  • Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para imprevistos comuns.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma Predator 50 AR 2001?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 3.084 no ano 2001. Veja o valor de cada ano nesta página.

Que óleo de motor usar na Predator 50 AR 2001?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. O intervalo de troca está no manual.

Quanto a Predator 50 AR roda com um tanque?

A autonomia depende do tamanho do tanque e do consumo, que muda com o seu jeito de pilotar, o trânsito, a garupa e o combustível. O jeito mais confiável de saber é medir: encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até encher de novo. Repita algumas vezes para ter uma média.

Pneu mais largo melhora a moto?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Pessoa baixa consegue pilotar a Predator 50 AR?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

Ficha técnica

Características
Cilindrada49 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da Predator 50 AR por ano

Ano-modeloPreço médio
2001R$ 3.084

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 844005-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.