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Lona (sapata) de freio da Honda CBR 450

A peça certa para cada versão e ano da CBR 450, de 1990 a 1995, com o guia para escolher e trocar.

  • 2 versões
  • 2 gerações
  • 1990–1995

Lona (sapata) de freio

CBR 450 1990–1995

Modelo
Honda CBR 450
Anos
1990 a 1995

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com lona (sapata) de freio para a Honda CBR 450

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura lona (sapata) de freio para a Honda CBR 450. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Lona (sapata) de freio por versão e ano

VersãoAnos
CBR 4501990–1995
CBR 450 SR1990–1995

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

A lona de freio certa para cada CBR 450

A lona de freio da Honda CBR 450 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da CBR 450 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Como a lona trabalha no freio a tambor da CBR 450

No freio a tambor, a frenagem acontece por dentro da roda. O cubo tem uma parte oca, o tambor, e dentro dele ficam duas sapatas em forma de meia-lua, cobertas por uma camada de material de atrito: a lona. Quando você aciona o pedal ou o manete, uma peça chamada came gira e abre as sapatas, que encostam na parede interna do tambor e seguram a roda.

Quando você solta o comando, molas puxam as sapatas de volta. A lona é a parte que se gasta, e por isso é a peça de troca desse tipo de freio. O tambor também gasta, mas bem mais devagar.

A lona de freio na CBR 450: o que a ficha diz

Para entender a lona de freio desta moto, vale olhar a ficha: a CBR 450 é uma esportiva de 447 cc. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. Atrás, o freio é a tambor, com lonas (sapatas).

Na CBR 450, o freio traseiro é a tambor, acionado pelo pedal por meio de uma vareta ou, nas scooters, pelo manete esquerdo, por cabo. A regulagem é feita pela porca na ponta da vareta ou pelo regulador do cabo, e a folga do comando deve seguir o manual.

Na traseira com corrente, o ajuste da corrente move a roda para trás e muda a posição da alavanca do freio. Depois de esticar a corrente, regule de novo o freio traseiro, senão a lona pode ficar arrastando ou o pedal longo demais.

Com disco na frente e tambor atrás, muita gente quase não usa o freio traseiro. É um erro: combinar os dois freios reduz a distância de parada e deixa a moto mais estável.

Como saber se a lona de freio precisa de troca

A lona gasta devagar, e a gente se acostuma com o freio piorando aos poucos. Estes sinais ajudam a perceber a hora da troca.

  • Indicador de desgaste no limite. Muitas motos têm uma seta na alavanca do freio e uma faixa de referência no espelho. Com o freio acionado, se a seta chega ao fim da faixa, a lona atingiu o limite. O manual mostra onde fica o indicador no seu modelo.
  • Lona contaminada. Se ao abrir o tambor a lona estiver escura, brilhante e com cheiro de óleo, ela foi contaminada. Troque as sapatas e resolva a causa antes de montar as novas.
  • Freio fraco. Quando o freio a tambor perde força, a primeira suspeita é a lona. Mas sujeira, graxa e tambor gasto também derrubam a eficiência.
  • Regulagem no fim da rosca. Porca de regulagem quase no fim é sinal claro. Forçar mais um pouco não resolve, e pode deixar o came numa posição em que ele perde força.
  • Freio fraco depois de chuva ou lavagem. Depois de atravessar água ou lavar a moto, o freio a tambor pode ficar fraco por um momento. Freie de leve algumas vezes para secar. Se não voltar, investigue.

Lona de freio na loja: o que olhar

Informe modelo, ano e se a lona é da frente ou de trás. Com a sapata antiga na mão, o risco de errar cai quase a zero.

  • Avalie o tambor junto. O tambor também gasta. Se ele passou do limite, a lona nova encosta mal e o freio continua fraco. A avaliação deve acontecer na troca.
  • Procedência. Prefira embalagem lacrada, com aplicação legível e nota fiscal. Lona de origem duvidosa pode ter material fraco, que gasta rápido ou perde atrito com o calor.
  • Compare com a sapata antiga. Comparação física é a melhor garantia. Lona "parecida" pode ser mais estreita, ter encaixe diferente ou não assentar direito no tambor.
  • Came e alavanca em bom estado. Came gasto, com folga no espelho, ou alavanca com estrias comidas fazem o freio perder força mesmo com lona nova. Se a oficina apontar desgaste nessas peças, considere trocar junto.
  • Molas de retorno. As molas puxam as sapatas de volta quando você solta o freio. Elas cansam com o tempo, e mola fraca é causa comum de freio arrastando.

O que acontece na troca das lonas

A troca da lona é simples para o mecânico, mas tem pontos que não podem ser esquecidos, como a limpeza do tambor, a lubrificação do came e a regulagem final. Estes são os passos.

  1. Solte o comando e tire a roda. Com a moto firme e a roda suspensa, solte a vareta ou o cabo do freio e, quando houver, a haste que prende o espelho à balança ou o encaixe no garfo. Depois solte o eixo e retire a roda.
  2. Retire o espelho do freio. O espelho, com as sapatas, sai do cubo. Com ele na mão, dá para ver o estado das lonas, das molas e do came. Repare na posição das molas antes de soltar.
  3. Remova as sapatas velhas. Abra as sapatas com cuidado e tire o conjunto do came e do pino de ancoragem. Molas tensionadas podem escapar com força.
  4. Limpe e avalie o tambor. Limpe o pó de lona do tambor com pano úmido ou produto de limpeza de freio, sem soprar com ar comprimido e sem respirar o pó. Avalie riscos, ovalização e diâmetro, comparando com o limite do manual.
  5. Lubrifique o came com moderação. Limpe o came e o pino de ancoragem e aplique uma camada fina de graxa onde o manual indica. Graxa demais escorre para a lona e estraga o freio.
  6. Monte as sapatas novas. Prenda as molas nas sapatas novas e encaixe o conjunto no came e no pino de ancoragem. As sapatas devem ficar assentadas por igual. Não toque a lona com mãos engorduradas.
  7. Recoloque a alavanca nas marcas. Se a alavanca do came foi retirada, ela volta na posição original, alinhando as marcas da alavanca e do came. Fora da posição, o freio perde força ou fica com curso errado.
  8. Monte a roda e fixe o espelho. Roda no lugar, eixo apertado conforme o manual e espelho bem preso. A haste de fixação do espelho leva porca com trava ou contrapino.
  9. Regule e teste. Ligue a vareta ou o cabo e regule a folga do pedal ou do manete como indica o manual. Gire a roda: ela deve rodar livre com o comando solto e travar firme quando acionado. Faça um teste em baixa velocidade.

Se o freio continuar fraco com lona nova, o problema pode estar no tambor, no came ou na regulagem. Peça uma avaliação. E não descarte as lonas velhas e o pó no lixo comum de qualquer jeito: a oficina sabe como fazer.

Erros que deixam o freio a tambor fraco

No freio a tambor, os erros mais comuns vêm de regulagem e de montagem. Estes são os mais vistos nas oficinas.

  • Lona nova em tambor gasto. O tambor também tem limite. Montar lona nova sem avaliar o tambor é gastar sem resolver o problema de freio fraco ou pulsando.
  • Compensar lona gasta só com regulagem. Regular é manutenção; regular para sempre é adiar a troca. Lona no fim não freia direito, por mais que se ajuste a vareta ou o cabo.
  • Regular apertado demais. Depois de regular, gire a roda. Se ela arrasta, a regulagem ficou apertada demais. Folga certa é a do manual.

Como fazer a lona de freio da CBR 450 durar mais

O freio a tambor é durável e pede pouca coisa. Regulagem em dia e uso equilibrado dos freios fazem a lona render.

  • Cabo e vareta em ordem. O comando do freio também conta. Cabo que emperra e vareta torta fazem o freio agarrar ou perder força, mesmo com lona nova no tambor.
  • Não pilote com o pé no pedal. Pé descansando no pedal é desgaste silencioso. Mantenha o pé na pedaleira e só encoste no pedal quando for frear.
  • Came lubrificado na revisão. O came trabalha girando dentro do espelho. Com o tempo a graxa seca, o freio fica duro e a lona arrasta. Uma lubrificação leve resolve.

Perguntas frequentes

Posso trocar a lona em casa?

Não é complicado para quem já fez, mas pede cuidado com molas, came, regulagem e fixação do espelho. Na dúvida, a oficina é o caminho mais seguro, porque o erro só aparece na hora de frear.

Por que o freio a tambor ficou fraco?

Comece pela regulagem e pelo indicador de desgaste. Se estiver tudo certo, a lona pode estar vitrificada ou contaminada, ou o tambor pode ter passado do limite. A avaliação é feita com a roda desmontada.

Lona nova em tambor velho funciona?

Só se o tambor estiver fora do limite, ovalizado ou muito riscado. Em muitos cubos o diâmetro máximo vem gravado, e o manual também informa. Tambor bom pode receber lona nova sem problema.

Como regular o freio a tambor?

Gire a porca ou o regulador aos poucos, testando a folga do pedal ou do manete. O valor certo está no manual. Depois, gire a roda para ter certeza de que nada arrasta.

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