Kawasaki Ninja 1000
2 versões vendidas no Brasil de 2011 a 2020. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Touring
- 2011–2020
Versões da Ninja 1000
Lojas e oficinas para a Kawasaki Ninja 1000
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Ninja 1000
Cada página junta todas as versões e anos da Ninja 1000 numa tabela, com o guia da peça.
- Calibragem dos pneuspsi do manual
- Pneu traseiro190/50ZR17
- Pneu dianteiro120/70ZR17
- Bateria2 medidas
- Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/…
- Vela de igniçãoNGK CR9EIA-9
- Filtro de arpapel viscoso
- Fluido de freioDOT 4
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Bomba de combustível
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Ninja 1000 | 2018–2020 | 12V 8Ah (YTX9-BS) | 190/50ZR17 |
| Ninja 1000 Tourer | 2018–2020 | 12V 8Ah (YTX9-BS) | 190/50ZR17 |
A Kawasaki Ninja 1000 em números
De 2018 a 2020, a Kawasaki Ninja 1000 teve 2 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 1.043 cc, no estilo touring.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Ninja 1000 (2020, R$ 55.337) e a mais cara, a Ninja 1000 Tourer (2020, R$ 59.105).
Linha do tempo da Ninja 1000
Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Ninja 1000 evoluiu e o que mudou em cada fase.
- Ninja 1000 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
- Ninja 1000 Tourer 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
Antes de pedir uma peça da Ninja 1000, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
As versões da Ninja 1000 lado a lado: como decidir
As versões da Ninja 1000 não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:
As versões da Ninja 1000 partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
- Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
- Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar muito mais clara.
O que esperar da Ninja 1000 com o tempo
Manter uma touring por vários anos é investir em conforto de viagem, e o orçamento precisa levar isso em conta. As revisões são mais extensas, os itens elétricos são muitos e uma oficina com experiência no tipo faz falta fora das grandes cidades. Transmissões por cardã ou correia, comuns nesse tipo, reduzem a manutenção do dia a dia, mas pedem cuidados específicos no prazo do manual. O seguro pesa, como acontece com qualquer moto de valor alto. Na revenda, a Ninja 1000 demora mais para encontrar comprador, mas unidades bem cuidadas mantêm valor. Antes de comprar, vale saber onde fica a oficina mais próxima preparada para atender esse tipo de moto.
Ninja 1000 0 km, seminova ou usada?
A mesma Ninja 1000 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Ninja 1000 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
- O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
- Versão de linha atual ou anterior. Comprar a versão que acabou de sair dá acesso às novidades, mas também ao preço mais alto e, às vezes, a ajustes que o fabricante só faz depois dos primeiros lotes. A versão anterior é conhecida, tem peças e mecânicos acostumados e costuma ser oferecida com desconto. Se as mudanças não fazem diferença para você, a de linha anterior pode ser a escolha mais inteligente.
- Motos de frota e de entrega. Uma Ninja 1000 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
- Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da Ninja 1000?
No catálogo são 2: Ninja 1000, Ninja 1000 Tourer.
Qual versão da Ninja 1000 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Ninja 1000 2020, com R$ 55.337.
Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?
Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.
O que muda de uma geração da Ninja 1000 para outra?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
O que muda de uma versão da Ninja 1000 para outra?
As versões costumam compartilhar quadro e motor e mudar em equipamentos como freios, partida, rodas, painel, iluminação e acabamento. Em alguns casos, também há diferença de cilindrada ou de potência. A comparação nesta página mostra o que separa cada versão; o importante é avaliar quais dessas diferenças fazem sentido para o seu uso.
Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?
Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.
Dá para instalar na minha Ninja 1000 um item que só existe em outra versão?
Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.
Qual geração da Ninja 1000 comprar?
Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.

