tudo de moto

Kawasaki Z900

4 versões vendidas no Brasil de 2018 a 2026. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Z900

Lojas e oficinas para a Kawasaki Z900

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kawasaki Z900. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Peças e calibragem da Z900

Cada página junta todas as versões e anos da Z900 numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Z900

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Compare a Z900 com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Z9002025–2026 12V 8Ah 180/55ZR17 73W
Z900 R Edition2025–2026 12V 8Ah 180/55ZR17 73W
Z900 SE2025–2026 12V 8Ah 180/55ZR17 73W
Z900 50th Anniversary2022 12V 8Ah 180/55ZR17 73W

Kawasaki Z900: o que o catálogo mostra

O catálogo reúne 4 versões da Kawasaki Z900, vendidas de 2022 a 2026. Todas têm 948 cc, no estilo naked.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Z900 50th Anniversary (2022, R$ 56.719) e a mais cara, a Z900 SE (2026, R$ 68.548).

Gerações da Z900: o que mudou e quando

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Z900 evoluiu e o que mudou em cada fase.

  • Z900 50th Anniversary 2022. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Z900 2025–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Z900 R Edition 2025–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Z900 SE 2025–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

Qual versão da Z900 escolher

Por fora, as versões da Z900 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.

  • Acelerador a cabo ou eletrônico. No acelerador a cabo, a manopla puxa um cabo de aço ligado ao corpo de aceleração ou ao carburador: simples, direto e barato de trocar. No eletrônico, a manopla envia um sinal para a central, que comanda a abertura. Isso permite modos de pilotagem, controle de tração e piloto automático, recursos que aparecem nas versões mais equipadas. Se você quer esses auxílios, a versão eletrônica compensa. Se quer mecânica simples e conserto barato, o cabo é suficiente. Na Z900: Acelerador eletrônico: Z900, Z900 R Edition, Z900 SE; Acelerador por cabo: Z900 50th Anniversary.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
  • Comece pelo seu uso. A versão certa da Z900 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.

A Z900 a longo prazo

Uma naked de média ou alta cilindrada pede um orçamento de manutenção maior que o de uma street, mas sem os exageros de uma esportiva carenada. Sem carenagem, há menos peças caras para quebrar num tombo, embora radiador, tampas e escapamento fiquem expostos. Parte das revisões exige oficina com scanner ou concessionária, e algumas peças precisam ser encomendadas. O seguro costuma ser alto, porque motos desse perfil são visadas. Na revenda, a Z900 original e com revisões comprovadas é a que vende melhor; modificações de escapamento e de eletrônica tendem a afastar compradores. Se você trocou alguma peça por acessório, guarde a original para devolver à moto ou entregar junto na venda.

Z900 0 km, seminova ou usada?

A mesma Z900 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • Motos de frota e de entrega. Uma Z900 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Z900 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
  • Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
  • A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma Z900 com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
  • Revisões para manter a garantia. A garantia vem com uma condição: seguir o plano de revisões do manual, no prazo e no lugar indicados. Revisão atrasada ou feita fora da rede autorizada pode ser motivo para negar um reparo. Antes de comprar, pergunte na concessionária quanto custa cada revisão do período de garantia e some esse valor ao orçamento.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Z900 teve?

No catálogo são 4: Z900, Z900 R Edition, Z900 SE, Z900 50th Anniversary.

Qual versão da Z900 custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Z900 50th Anniversary 2022, com R$ 56.719.

Posso usar na Z900 uma peça de outra geração?

Não dá para presumir. Mesmo quando a peça parece igual, um furo de fixação, um conector ou uma medida podem ser diferentes. Peça ao vendedor que confira a compatibilidade pelo código da peça original ou pelo chassi da sua moto. É a forma mais segura de evitar devolução.

Como descobrir a versão exata da moto?

O documento da moto traz a versão na descrição do modelo, junto com o ano-modelo. Na própria moto, emblemas e equipamentos como tipo de freio, roda e partida ajudam a confirmar. Na dúvida, uma concessionária consegue identificar a versão de fábrica pelo número do chassi.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.

O que muda de uma geração da Z900 para outra?

Depende de cada renovação. Algumas gerações trazem motor, quadro e desenho novos; outras mudam só detalhes, como farol, painel, rodas ou freios. Mesmo mudanças pequenas podem alterar encaixes e códigos de peça. A linha do tempo desta página resume o que mudou em cada fase.

É melhor comprar a Z900 zero ou seminova?

Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.

É difícil encontrar peças da Z900?

Em geral, peças de manutenção de rotina são as mais fáceis de achar, enquanto acabamentos e componentes específicos de uma versão ou geração podem exigir encomenda. A melhor forma de saber é perguntar em lojas e oficinas da sua cidade. Sites de venda também dão uma boa ideia da oferta.