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KTM 1190 Adventure

2 versões vendidas no Brasil de 2014 a 2016. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da 1190 Adventure

Lojas e oficinas para a KTM 1190 Adventure

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Peças e calibragem da 1190 Adventure

Cada página junta todas as versões e anos da 1190 Adventure numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
1190 Adventure R2016 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70-18
1190 Adventure2014–2015 12V 11,2Ah (YTZ14S) 170/60 ZR17

A KTM 1190 Adventure em números

De 2014 a 2016, a KTM 1190 Adventure teve 2 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 1.195 cc, no estilo big trail.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a 1190 Adventure (2015, R$ 76.630) e a mais cara, a 1190 Adventure R (2016, R$ 87.251).

Linha do tempo da 1190 Adventure

Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da 1190 Adventure de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.

  • 1190 Adventure 2014–2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • 1190 Adventure R 2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.

Antes de pedir uma peça da 1190 Adventure, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

Qual versão da 1190 Adventure escolher

As versões da 1190 Adventure partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Roda de liga leve ou raiada. A escolha entre roda raiada e de liga leve tem mais a ver com o caminho do que com o visual. A liga leve é rígida, precisa e quase não pede manutenção, mas uma pancada forte pode empená-la ou trincá-la, e aí o conserto é caro. A raiada pede verificação dos raios de vez em quando, porém perdoa mais o piso ruim e é mais simples de reparar. Para asfalto, liga leve; para terra e trabalho pesado, raiada. Na 1190 Adventure: Rodas raiadas: 1190 Adventure R; Rodas liga leve: 1190 Adventure.
  • Pneu com ou sem câmara. Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de parar com segurança, e o reparo muitas vezes é feito com macarrão, sem tirar a roda. Pneu com câmara esvazia mais rápido e o conserto exige desmontar a roda, mas é a solução comum em rodas raiadas e tem reposição barata. Para quem roda na cidade e na estrada, a versão sem câmara traz tranquilidade. Em terra e trilha, a câmara ainda é a regra. Na 1190 Adventure: Com câmara: 1190 Adventure R; Sem câmara: 1190 Adventure.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Comece pelo seu uso. A versão certa da 1190 Adventure depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.

Ter uma 1190 Adventure por vários anos

Uma big trail tem vida útil longa, mas o custo de manter acompanha o porte. Pneus, pastilhas, kit de transmissão e revisões custam mais que numa moto média, e parte do serviço pede oficina com ferramenta de diagnóstico ou concessionária. Peças de motor e eletrônica nem sempre estão na prateleira e às vezes precisam ser encomendadas. O seguro tem valor alto, proporcional ao preço da moto, e o risco de roubo existe, inclusive de acessórios. Na revenda, a 1190 Adventure com histórico completo e revisões no prazo vende bem; sem esse histórico, o desconto costuma ser grande. Acessórios de viagem bem instalados também ajudam, desde que a parte elétrica esteja em ordem.

1190 Adventure 0 km, seminova ou usada?

A mesma 1190 Adventure pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Uma 1190 Adventure mais antiga cabe em orçamentos menores, mas pode não ter itens que vieram depois, como freios mais modernos, painel mais completo ou iluminação melhor. Isso não a torna uma compra ruim, só uma compra diferente. Veja o que mudou entre as gerações e decida o que você aceita deixar de lado em troca da economia.
  • Versão de linha atual ou anterior. Quando a 1190 Adventure muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
  • Seminova: o meio-termo. Uma 1190 Adventure com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
  • Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão tende a derrubar o preço.
  • Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.

Perguntas frequentes

Quantas versões a 1190 Adventure teve?

No catálogo são 2: 1190 Adventure R, 1190 Adventure.

Qual a 1190 Adventure mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a 1190 Adventure 2015, com R$ 76.630.

Qual versão da 1190 Adventure revende melhor?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.

Como saber qual é a versão da minha 1190 Adventure?

Comece pelo documento, onde aparecem o modelo e a versão. Depois confira na moto os itens que diferenciam as versões, como freios, rodas, partida e farol, já que um dono anterior pode ter trocado emblemas ou peças. Para ter certeza, a configuração original pode ser consultada pelo chassi numa concessionária.

Qual a versão mais barata de manter?

A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.

Qual versão escolher para a primeira moto?

Priorize itens que ajudam quem tem pouca experiência: freio com sistema de auxílio, partida fácil, peso menor e altura de banco confortável. Potência extra raramente faz falta no começo. Se possível, experimente as versões parado e rodando antes de decidir.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.