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Motorino Star

3 versões vendidas no Brasil de 2011 a 2015. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Star

Lojas e oficinas para a Motorino Star

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Peças e calibragem da Star

Cada página junta todas as versões e anos da Star numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Star 2002011–2015 em conferência 3.50-10
Star Automatic 1252013–2015 12V 5Ah 3.50-10
Star 1502011–2013 em conferência 3.50-10

Visão geral da Star

O catálogo reúne 3 versões da Motorino Star, vendidas de 2011 a 2015. A cilindrada vai de 125 a 200 cc, no estilo scooter.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 6.711 (Star 150 2013) a R$ 10.724 (Star 200 2015).

Gerações da Star: o que mudou e quando

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Star evoluiu e o que mudou em cada fase.

Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.

Qual versão da Star escolher

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Star vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Quando o mesmo modelo é vendido com cilindradas diferentes, a versão maior entrega mais força em subida, com garupa e nas ultrapassagens, enquanto a menor costuma ser mais barata para comprar, para manter e, em muitos casos, para segurar. Pense no seu trajeto: cidade plana e piloto sozinho pedem pouco motor; estrada, serra e garupa frequente pedem fôlego. Lembre também que algumas peças de motor mudam entre as cilindradas, mesmo com o resto da moto igual. Na Star: 200 cc: Star 200; 125 cc: Star Automatic 125; 150 cc: Star 150.
  • Câmbio manual ou automático. Versões com câmbios diferentes atendem pilotos diferentes. Quem vem do carro automático, divide a moto em casa ou passa horas no congestionamento costuma se adaptar melhor a uma transmissão automática. Quem roda em estrada, em terra ou simplesmente gosta de trocar marchas prefere o manual, que é mais simples de consertar em qualquer oficina. Antes de decidir, faça um test-ride nas duas: a diferença na pilotagem aparece logo. Na Star: Manual: Star 200, Star 150; Automático (CVT): Star Automatic 125.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar muito mais clara.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.

Ter uma Star por vários anos

Uma scooter por vários anos exige atenção a um conjunto específico: a transmissão automática. Correia, roletes e embreagem centrífuga têm troca periódica, e nem toda oficina de bairro tem prática com eles, então vale ter um mecânico que conheça o sistema. Fora isso, a manutenção é simples. Carenagens são muitas e caras de repor depois de um tombo. O seguro varia bastante conforme a cilindrada e o interesse dos ladrões pelo modelo, e scooters urbanas estão entre as visadas. Na revenda, a Star encontra compradores que querem conforto no trânsito, e o estado das carenagens pesa muito no preço final.

Star 0 km, seminova ou usada?

Entre a Star nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.

  • O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
  • Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
  • Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
  • Motos de frota e de entrega. Uma Star usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.

Perguntas frequentes

Quantas versões a Star teve?

No catálogo são 3: Star 200, Star Automatic 125, Star 150.

Qual versão da Star custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Star 150 2013, com R$ 6.711.

Dá para instalar na minha Star um item que só existe em outra versão?

Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.

Qual versão da Star é melhor para iniciantes?

Priorize itens que ajudam quem tem pouca experiência: freio com sistema de auxílio, partida fácil, peso menor e altura de banco confortável. Potência extra raramente faz falta no começo. Se possível, experimente as versões parado e rodando antes de decidir.

Por que existem tantas versões da Star?

Com a mesma estrutura de moto, o fabricante monta pacotes diferentes de equipamentos e acabamento para públicos distintos. Uma versão mais simples atende quem busca economia; outras somam itens de segurança, conforto ou visual. Para você, isso significa poder escolher quanto pagar por cada recurso.

Vale a pena pagar mais pela Star mais recente?

Vale quando as mudanças fazem diferença para você. Se a novidade traz itens de segurança, conforto ou economia que você vai usar, a diferença de preço se paga no uso. Se as mudanças são de visual ou de detalhes que você não valoriza, a anterior entrega quase tudo por menos.

O que muda de uma versão da Star para outra?

Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.

Qual versão da Star revende melhor?

Normalmente, as versões mais procuradas vendem mais rápido e com menos desconto, e itens de segurança valorizados ajudam a segurar o preço. Mais do que a versão, porém, pesam o estado da moto, o histórico de revisões e a originalidade. Uma básica bem cuidada vende melhor que uma completa maltratada.