MV Agusta Brutale 910
2 versões vendidas no Brasil de 2007 a 2008. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Naked
- 2007–2008
Versões da Brutale 910
Lojas e oficinas para a MV Agusta Brutale 910
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Brutale 910
Cada página junta todas as versões e anos da Brutale 910 numa tabela, com o guia da peça.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Brutale 910 R | 2007–2008 | em conferência | 190/55ZR17 |
| Brutale 910 S | 2007–2008 | em conferência | 190/55ZR17 |
Visão geral da Brutale 910
De 2007 a 2008, a MV Agusta Brutale 910 teve 2 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 909 cc, no estilo naked.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Brutale 910 S (2008, R$ 30.400) e a mais cara, a Brutale 910 R (2008, R$ 31.388).
A Brutale 910 ao longo das gerações
Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Brutale 910 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.
- Brutale 910 R 2007–2008. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Brutale 910 S 2007–2008. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.
Qual versão da Brutale 910 escolher
Pela ficha do catálogo, as versões têm os mesmos itens técnicos principais. A escolha passa mais por ano, estado e preço do que por equipamento.
As versões da Brutale 910 partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
- Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
- Comece pelo seu uso. A versão certa da Brutale 910 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
- Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
Ter uma Brutale 910 por vários anos
Manter a Brutale 910 por vários anos significa gastar mais com pneus, freios e transmissão do que numa moto pequena, porque o motor forte exige mais desses itens. A boa notícia é que a ausência de carenagem deixa a mecânica mais acessível e o serviço mais rápido. Nem toda oficina de bairro tem equipamento para a eletrônica, então vale conhecer uma de confiança. Seguro e risco de roubo pesam: nakeds estão entre as motos que mais interessam a ladrões. Na hora de vender, o comprador procura moto sem queda e com peças originais. Um histórico de revisões completo, de preferência no prazo do manual, ajuda a fechar o negócio com menos desconto.
Brutale 910 0 km, seminova ou usada?
Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Brutale 910 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.
- Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão tende a derrubar o preço.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Quanto tempo você pretende ficar com a moto ajuda a decidir. Para quem troca a cada dois ou três anos, a seminova costuma ser a melhor conta, porque a perda de valor já foi absorvida por outro dono. Para quem quer ficar muitos anos, a 0 km faz mais sentido: você conhece todo o histórico desde o primeiro quilômetro e aproveita a garantia.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Brutale 910 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.
- Motos de frota e de entrega. Motos que vêm de frota de empresas ou de uso em entregas aparecem muito no mercado, às vezes com preço atraente. Elas costumam ter rodado muito, em ritmo pesado, com várias partidas por dia e carga no bagageiro. Algumas foram mantidas com rigor pela empresa; outras, não. Pergunte sobre o uso anterior e reserve no orçamento a troca dos itens de desgaste.
- Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Brutale 910 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
- Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
Perguntas frequentes
Quantas versões a Brutale 910 teve?
No catálogo são 2: Brutale 910 R, Brutale 910 S.
Qual versão da Brutale 910 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Brutale 910 S 2008, com R$ 30.400.
O que muda de uma geração da Brutale 910 para outra?
Depende de cada renovação. Algumas gerações trazem motor, quadro e desenho novos; outras mudam só detalhes, como farol, painel, rodas ou freios. Mesmo mudanças pequenas podem alterar encaixes e códigos de peça. A linha do tempo desta página resume o que mudou em cada fase.
Qual versão da Brutale 910 desvaloriza menos?
A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.
Qual a versão mais barata de manter?
Em geral, a versão mais simples tem menos componentes e peças mais baratas, como freio a tambor, roda raiada e farol halógeno. Mas a diferença costuma ser pequena perto do que pesa de verdade: o seu jeito de pilotar, o tipo de uso e a manutenção feita no prazo do manual.
Dá para instalar na minha Brutale 910 um item que só existe em outra versão?
Alguns itens até podem ser adaptados, mas costumam exigir muitas peças além da principal, e componentes de segurança como freios não devem ser improvisados. Some peças e mão de obra e compare com a diferença de preço entre as versões. Em geral, a conta favorece comprar já na versão desejada.
Qual o melhor ano da Brutale 910 para comprar?
Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.
É melhor comprar a Brutale 910 zero ou seminova?
Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.
