Motos MV Agusta
10 modelos e 15 versões vendidas no Brasil desde 2000, separados por tipo.
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Anunciar nesta páginaMotos naked MV Agusta
Motos esportivas MV Agusta
A MV Agusta no catálogo
Esta é a página de entrada da MV Agusta no catálogo. Os modelos aparecem agrupados por tipo, e cada um leva às suas versões e aos anos em que foi vendido. É nesse nível, versão e ano, que estão os dados que mais ajudam na hora de comprar, vender ou fazer manutenção: ficha técnica, peças compatíveis e valor FIPE. Se você já sabe o modelo, vá direto a ele; se não sabe, os guias abaixo ajudam a escolher.
No catálogo, a MV Agusta tem 10 modelos e 15 versões, de 2000 a 2016, com motores de 750 a 1.078 cc.
Que tipo de moto a MV Agusta faz
Por tipo, a MV Agusta se divide assim no catálogo:
- Motos naked: 8 versões em 6 modelos (Brutale 800, Brutale 1090, Rivale 800, Brutale 1078, Brutale 989, Brutale 910).
- Motos esportivas: 7 versões em 4 modelos (F3 800, F4 1000, F4 1078, F4 750).
Medidas que mais se repetem na MV Agusta
Nas gerações da MV Agusta com a ficha preenchida, estas são as referências que mais se repetem. Peças assim costumam ser fáceis de achar:
- Pneu traseiro: 190/55ZR17 (11); 180/55ZR17 (3).
Escolhendo uma MV Agusta: o que pesa na decisão
Escolher bem começa pelo seu uso, não pelo catálogo. Uma MV Agusta perfeita para quem cruza a cidade todo dia pode ser a pior opção para quem pega estrada de terra, e o contrário também vale. Use estes critérios para separar os modelos que fazem sentido e depois compare as fichas lado a lado.
- Peso e altura do banco. Não basta a moto andar bem: você precisa conseguir segurá-la parada, empurrar na garagem e levantar o descanso sem sofrimento. Compare o peso e a altura do banco nas fichas dos modelos que interessam. Para quem tem estatura menor, alguns centímetros de banco fazem diferença enorme, assim como alguns quilos a menos fazem diferença em manobra.
- Vai levar garupa?. Se a garupa for frequente, olhe o tamanho e o formato do banco traseiro, a posição das pedaleiras do passageiro e a existência de alças para ele se segurar. Motor com pouca folga sente o peso extra em subida e ultrapassagem. Algumas motos são pensadas para levar duas pessoas com conforto; outras mal acomodam o passageiro.
- Cilindrada e experiência. Se você acabou de tirar a habilitação, olhe primeiro os modelos de entrada da MV Agusta. Potência sobrando, nas mãos de quem ainda não domina frenagem e curva, vira risco, não diversão. Para quem já roda há anos, aí sim faz sentido pensar em motor maior. Ganhe confiança numa moto mais mansa e troque quando sentir que ela ficou pequena.
- Naked para quem quer subir de cilindrada. A naked é o degrau natural para quem está trocando a primeira moto por algo mais esperto. Guidão largo e posição sentada mantêm a pilotagem amigável, enquanto o motor entrega bem mais do que um modelo de entrada. Entre as nakeds da MV Agusta, a cilindrada distingue a moto de transição da moto para quem já tem bastante estrada.
- Comece pelo uso principal. A moto certa é a que resolve a sua rotina. Faça a conta honesta: quantos quilômetros por dia, em que tipo de piso, com que trânsito. Se a resposta for cidade, priorize leveza e consumo; se for estrada, motor com folga e proteção do vento; se for terra, curso de suspensão. A viagem eventual se resolve depois.
- Esportiva para quem gosta de pilotar. Se o que você quer é sentir a moto em curva e acelerar com precisão, a esportiva é o caminho. Só tenha claro o preço disso: punhos carregados, conforto limitado e manutenção mais cara, com pneus e peças de carenagem pesando no bolso. Prefira começar pelas de menor cilindrada da MV Agusta se ainda está ganhando experiência.
Peças MV Agusta: original, paralela e o que conferir
Cada modelo da MV Agusta tem a sua lista de peças compatíveis, que você encontra abrindo a versão e o ano certos na lista acima. Antes de fechar a compra, porém, alguns cuidados evitam a peça que não encaixa, a que dura pouco e a que veio de procedência duvidosa.
- Nota fiscal e garantia. Peça comprada sem nota fiscal não tem garantia na prática: se falhar, você não tem como reclamar. Peça a nota sempre, guarde junto com o registro da manutenção e pergunte o prazo de garantia antes de pagar. Em peça instalada por oficina, a nota do serviço também ajuda caso algo dê errado.
- Peças importadas. Peça importada costuma demorar mais para chegar e pode variar de preço com o câmbio. Se o seu modelo depende disso, planeje: compre itens de desgaste com antecedência e confirme prazo antes de desmontar a moto. Comprando de fora por conta própria, verifique compatibilidade pelo código e lembre de frete e impostos.
- Modelos fora de linha. Ter uma MV Agusta que não é mais fabricada não significa ficar sem peça, mas pede mais pesquisa. Itens de manutenção costumam continuar fáceis; peças de acabamento e componentes exclusivos daquele modelo, nem tanto. O código do catálogo, a compatibilidade com outros modelos e os desmanches legalizados são seus aliados nessa busca.
- Original ou paralela. Peça original é a fornecida pelo fabricante da moto, com o código dele e a embalagem da marca. Paralela, ou de reposição, é feita por outras empresas para servir no mesmo lugar. Há paralelas muito boas e outras bem fracas. Em freio, direção e motor, prefira a original ou uma marca de reposição com boa reputação.
- Ano-modelo e ano de fabricação. Não confunda ano de fabricação com ano-modelo. Os dois aparecem no documento e podem ser diferentes, porque muitas motos saem da fábrica já como modelo do ano seguinte. Peças são catalogadas pelo ano-modelo, e é por ele que você deve navegar nesta página. Se os dois anos diferirem, use o chassi.
Cuidando de uma MV Agusta no dia a dia
Cada modelo da MV Agusta tem o seu plano de manutenção, com itens e intervalos próprios, que estão no manual do proprietário. O que muda pouco de um para outro são os cuidados gerais: onde fazer o serviço, como guardar o histórico, o que fazer quando há recall e quais peças pedem atenção constante.
- Uso severo muda o plano. Trânsito pesado, poeira, chuva, trajetos muito curtos, carga constante e trabalho com a moto o dia inteiro são considerados uso severo em muitos manuais. Nesses casos, os intervalos recomendados ficam menores. Se esse é o seu caso, veja no manual se há uma tabela própria e siga essa, não a de uso normal.
- Acessórios e alterações. Toda alteração tem efeito colateral possível. Um acessório elétrico mal instalado drena bateria ou provoca falhas; um escapamento fora do padrão mexe na mistura e no documento. Se a sua MV Agusta ainda está na garantia, confira o que pode ser alterado. E não descarte as peças originais: elas valorizam a moto na revenda.
- Scanner de injeção. Nas motos com injeção eletrônica, a central registra códigos de falha que ajudam a encontrar o problema sem adivinhação. Para ler esses códigos, a oficina precisa de um scanner compatível com a marca. Desconfie de quem troca sensor após sensor sem fazer a leitura antes: o diagnóstico sai mais barato que o chute.
- Ferramentas específicas. Alguns serviços pedem ferramentas próprias, como sacadores, travas de motor, chaves especiais e torquímetro. Fazer sem elas costuma terminar em peça danificada ou montagem fora do especificado. Se você mexe na própria moto, saiba até onde ir; para serviços mais delicados, procure quem tem o ferramental certo.
- Atualização de software. Na moto moderna, parte do comportamento vem do programa da central. A MV Agusta pode atualizar esse software para corrigir um defeito ou ajustar algum sistema, e isso nem sempre é divulgado ao dono. Aproveite as revisões para perguntar se existe atualização para o seu modelo e peça que fique registrada na ordem de serviço.
Perguntas frequentes
Quantos modelos a MV Agusta tem no Brasil?
O catálogo tem 10 modelos e 15 versões da MV Agusta, de 2000 a 2016. A lista completa está nesta página.
Quanto vale uma moto MV Agusta na FIPE?
Cada versão e cada ano da MV Agusta tem o seu valor na tabela FIPE, e ele aparece na página do ano, a partir da lista de modelos aqui. Use esse número como referência para negociar, sabendo que o estado da moto pode puxar o preço para cima ou para baixo.
Qual moto MV Agusta escolher para começar?
O melhor começo costuma ser uma moto leve, de cilindrada baixa e fácil de apoiar os pés no chão. Filtre pelos modelos de entrada da MV Agusta na lista desta página e confira nas fichas o peso e a altura do banco de cada versão antes de escolher.
Onde encontrar peças para moto MV Agusta?
As opções são a concessionária, para peça original, e as lojas de motopeças, físicas ou online, para original e reposição. Para não errar, veja primeiro a lista de peças compatíveis do seu modelo e ano aqui na página e leve o código da peça ou o número do chassi ao balcão.
Posso usar peça de outro modelo da MV Agusta na minha moto?
Pode servir, e é comum que sirva em itens como filtros, lâmpadas, cabos e manetes. A garantia de encaixe, porém, vem do código da peça, não da semelhança. Abra a versão e o ano da sua moto na lista desta página e compare as peças compatíveis com as do outro modelo.









